terça-feira, 31 de maio de 2016

Manhãs terríveis


Começar logo pela manhã e não parar um segundo a tratar de assuntos totalmente diferentes e não esquecer nenhum pormenor importante. Às vezes a hora do almoço chega como se só então tivesse chegado ali, sem dar conta do que se passou à minha volta
. Acabei com um conversa interessante com um pai. Difícil mas interessante.
Voltar para mais uma maratona. Trabalhos que têm de ser concluídos hoje sem falta. Assuntos difíceis. Resoluções que doem a quem as toma.
Vamos lá então!

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Respondendo à questão com que acabo o post anterior!


Quando acabar a minha vida quero ser recordada como uma boa mãe! Tão simples como isto! Que os meus filhos, quando se lembrarem  dos tempos que viveram comigo, se emocionem e sintam que eu os amei como não sabia que era possível. Que consigam imaginar, mesmo quando eu já cá não estiver, o meu aconchego, o que eu faria e diria nos momentos chave das vidas deles. Que saibam que fui uma mulher de família, de aconchego, de sacrifício pelo bem comum, de silêncios quando foi necessário e  de coragem face aos problemas.
Quero que os meus netos conheçam o meu lado cómico e travesso, as coisas só mesmo minhas e tenham algum dia saudades das minhas meiguices.
Desejo que alguns dos meus alunos se continuem a lembrar do que eu lhes ensinei, não só de Matemática e Ciências, mas da Vida, das nossas conversas depois das aulas, dos pormenores que fazem a diferença, do modo de encarar as coisas, da relatividade de tudo o que nos rodeia.
Desejo que a minha família alargada sinta o quanto eu os amo e lhes sinto a falta e de como gostaria que pudesse estar todos os dias com eles. 

Tenho andado a pensar que responder com sinceridade à pergunta - como queres ser recordada um dia? - dá um grande sentido aos nossos dias!

A 2ª feira é terrível


À memória só chega o que ainda não foi feito. Uma ansiedade e  um mal estar invadem-me. Está a acabar Maio e as tarefas ainda por cumprir. Ensaiam-se desculpas esfarrapadas mas o que é verdadeiro é que não me apetecem coisas tristes, coisas que contribuam para aumentar a minha carga emocional e ando no deixa andar que não me vai levar a lado nenhum. Sei de tudo isto mas à segunda feira acordo ainda mais angustiada.
Eu quero é fins de semana com filhos e com sol, praia, bons momentos e pouco mais. A vida é tão curta para tanto trabalho e tanta preocupação!!!
De um momento para o outro tudo acaba! E depois??? Que recordações deixámos de nós??

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Coisas simples


A melhor maneira de ser feliz? Ser feliz com pouco!
Ontem, fui comprar um novo perfume!! Até foi fácil de escolher! Normalmente demoro muito tempo porque o cheiro, para mim, define a pessoa que o usa!
Hoje, estou ansiosa por o estrear e sair para a rua!
E vou feliz!

Porque hoje é sexta!


começam a alinhar-se na entrada os sacos e saquinhos que hei-de levar comigo. O dia enche-se de tarefas inadiáveis. Começa mais cedo porque o cabeleireiro me espera, marcado ontem já para além da agenda. Hora de almoço completa com mil e um mimos que quero levar comigo. Alinhados no cérebro os pormenores importantes que não quero deixar para trás e tudo aquilo que quero levar comigo.
No trabalho, esperam-me mil e um pormenores a despachar rapidamente. 
Na mala, uma lista de coisas a fazer e a dizer. 
Podia viver de outro modo? É claro que sim! Mas não era eu!

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Não fosse tão caro....


E este seria um dos meus poisos em fins de semana de sonho. Gosto de tudo aqui dentro: da decoração, da comida, da vista, do ambiente, da calma.
Ficamos com esta ideia para concretizarmos sonhos, quando as estrelas se alinharem e valer a pena!

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Hoje, uma menina querida faz anos


E vão ser tão especiais estes anos! E gosto tanto de a ver tão feliz e alegre a viver e a construir com passos firmes a vida que imaginou.
PARABÉNS! Que sejam só bênçãos os dias que hão-de vir!


domingo, 22 de maio de 2016

O que faltou ontem, mesmo, mesmo muito, no meu passeio pela praia???


Vocês!
Ainda vos imaginei lá! Primeiro, a brincar na areia, depois com as pranchas a entrar no mar, depois aos saltos incríveis das  dunas para a praia a ver quem saltava mais rápido, depois os longos passeios de conversas já adultas.
Ontem, fomos só os dois. As conchas que costumávamos apanhar estavam partidas, os surfistas foram embora e nós regressámos pelo caminho do costume.
Sei que são outros tempos, terão de ser outras rotinas mas olho para esta foto e apetece-me uma máquina do tempo!

coisas que me lembram


No outro dia falava com a minha irmã sobre a qualidade (má) da maioria dos croquetes que se comem por aí. Lembrei-me das tardes de Verão em que eu fazia dúzias deles sempre fiel à mesma receita, retirada da revista que durante os anos da minha juventude me ensinou a cozinhar. Ainda guardo parte da colecção porque ainda recorro aos seus pratos tradicionais em dias de festa. Grande Chefe Silva!
Aqui fica a receita dos meus croquetes. Figuram no meu livro de receitas com o título:

"Croquetes de carne da minha juventude"!

Para 4 pessoas

60g de margarina
1 dente de alho
1 folha de louro
1 cebola picada fininha
60g de farinha de trigo
1,5 dl de  leite
200g de carne picada
2 ovos
sal+pimenta+noz moscada
pão ralado+ óleo

Numa caçarola derreter a margarina e juntar o alho, a cebola e o louro. Alourar, mexendo. Juntar depois a farinha até estar ligado. Adicionar de seguida o leite bem quente. Continuar a mexer até despegar do fundo. Adicionar a carne e temperar com sal, pimenta e noz moscada. Já fora do lume, misturar 1 ovo batido e levar novamente ao lume até formar uma bola. Deixar arrefecer.
Depois, é o costume. Formar os croquetes, passar por ovo e pão ralado e fritar em óleo de qualidade.
Eu nunca faço para 4 pessoas. É só ir multiplicando as quantidades de ingredientes.
Um pormenor importante: carne de muito boa qualidade!
Um bom domingo!

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Ando com o coração contente



Sinto-me contente por a vida estar a andar seja lá isso o que for. Os meus projectos avançam e os meus filhos sugam a vida que têm pela frente com uma sofreguidão que me traz alegria. Trabalham e procuram a felicidade de uma forma comovente. Conseguem, depois de alguma incerteza, os objectivos a que se propõem. Pelo meio, há momentos incertos, há dias menos bons, alguma incerteza, muita impaciência mas nos momentos de escuridão eu sei sempre que vão chegar onde é o lugar deles. Esta certeza que transporto comigo traz-me muita paz. Quando alcançam mais uma meta, reforço a ideia que cada um de nós tem um lugar onde nos esperam. A felicidade é chegar a esse lugar!
Acreditar, pensar num dia a seguir ao outro, ter paciência e compreender que as coisas boas demoram o seu tempo a chegar até nós. 
Os dias tornam-se mas longos e a luz do dia faz com que sejamos mais felizes.