sábado, 20 de dezembro de 2014

Puxa a p... da cadeira e senta-te aqui ao pé de mim

Obrigada. É bom saber que não somos números nem só trabalhadores mas somos pessoas. Com problemas, mas pessoas.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

O meu mundo que não partilho com ninguém


Os meus pensamentos, as dúvidas, os medos, as angústias que gosto de guardar para mim e em mim.
Admiro aqueles que soltam os pormenores das suas vidas, que fazem deles assunto de conversa, que explanam pormenores que deveriam ficar para sempre recolhidos em nós.
No meu mundo e na minha intimidade cabe muita coisa e, por estes dias, muita angústia que não quero partilhar. Muitos "e se" , muitas saudades do que foi e já não é,  muita raiva pelo que podia ter sido e começa a aparecer alguma resignação.
No meu mundo já não cabem sonhos para concretizar proximamente.
No meu mundo habita uma necessidade feroz de tomar conta do dia a dia, não me deixar vencer e ter capacidade de estar à altura do que esperam de mim.
No meu mundo habita o essencial que me mantem à tona por estes dias.
Transparece apenas alguma irritação pela insensibilidade de alguns e pelo egoismo de outros.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Mudar ou ficar no mesmo sitio


Há um ano, por imperativos profissionais, mudei o meu local de trabalho, imutável há 26 anos! Grande mudança!
Deixei o que conhecia muito bem para começar a estranhar e depois a entranhar novos espaços e novas pessoas.
Dei tempo ao tempo. Tateei, observei, ouvi com muita atenção, inferi, arrisquei, mas, acima de tudo, fui eu própria, sabendo que só com a verdade se conquistam corações.
Não foi fácil! A estranheza, o sentir-me a mais, os modos diferentes de fazer as coisas, acompanharam-me por alguns meses. Tudo me fazia desejar voltar ao conhecido, ao meu segundo lar, às pessoas que me acolheram com 26 anos.
Depois, houve dias em que senti que o que eu dizia fazia sentido, houve sorrisos de alunos e de pais, houve palavras meigas dos novos colegas. Pouco a pouco, apareceu a cumplicidade profissional quando sentes que caminhas com eles rumo  a uma escola  com que sonhas. Deixámos de nos tratar com cerimónia e os "Tu" deslizaram por entre as palavras nas conversas de corredor. Comecei a sentir-me parte da nova casa sem nunca esquecer as colegas que me viram amadurecer. Voltar à antiga escola é como voltar a casa e rever a família  em dias de festa. Já não sei os pormenores do dia a dia mas partilho as grandes decisões e acompanho em silêncio o amadurecimento dos alunos. 
Na nova escola, finalmente, sinto-me em casa! Demorou um ano e meio a reconhecer os cheiros dos corredores, a viver os ruídos alegres dos intervalos, a conhecer os passos dos colegas, a falar com o coração aos colegas que de mim necessitam. Fiz, sinto-o com certeza, novos amigos para a vida que comungam  uma visão do mundo e da escola que há-de chegar um dia.
No balanço deste tempo de partilha é importante dizer que valeu a pena. Como sempre valem a pena os grandes desafios que a vida nos coloca para nos mostrar que somo maiores que os nossos medos e que no fundo da nossa alma sabemos que não há obstáculos maiores que a nossa vontade.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Ideias giras para fazer mesas encantadoras com pouco dinheiro

Adorei!


Coisas que gosto


Esta casa é uma tentação! Apetece trazer tudo porque fica bem com o que já temos, porque é adequado às diferentes épocas do ano, porque faz mesas lindas e diferentes, ou simplesmente porque me perco com tudo o que diz respeito a mesas, receber em casa, apresentar pratos de forma irrepreensivel porque os olhos também comem.
Se o tempo esticasse, este seria o meu modo aos fins de semana e principalmente no Verão. Não sendo assim, reservo estas peças para momentos especiais.
Esta jarra comprei-a no Verão em conjunto com uma saladeira linda da mesma cor. Pensei-a para mesas de calor e de praia e sangrias geladas. Não aconteceu. 
Fez parte de um almoço especial! Comentaram-lhe a cor, o peso e principalmente o "bico"!
Continuo a gostar muito dela. Tem a minha cara!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Saudades


A procurar umas fotos antigas dei de caras com esta. Passeios pela serra até ficarem com a língua de fora. Destemidos, sempre mais longe e mais além, o pai sempre com eles. A subir, sempre a subir!
Chegar a casa ao final do dia onde a lareira acesa convidava ao convívio. Na casa apagou-se a lareira. Os avós, tal como os conheceram, já não estão lá.
As montanhas são outras mas a amizade e a entre ajuda continuam firmes entre eles.

Este ano não há Natal no meu coração


Não me sinto criança, não consigo ver a vida com a ligeireza da infância nem sonho com o Natal Branco da minha meninice. 
Não quero preparar nada, as lojas cheias de gente irritam-me, fujo do brilho das luzes, não retirei das caixas  as decorações para a casa e não comprei presentes.
Este ano, a antecipação do Natal não é nada que sinta dentro de mim.
Só mais um dia e só mais uma noite.

A Perfect life!



Bom dia!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Fascinada


Numa tarde de pesquisa em livrarias, trouxe-o comigo. Não encontrei nada do que procurava mas encontrei palavras que me tocaram quando o folheei. Uma abordagem de Deus que faz sentido. Temas que calavam cá dentro sem resposta. Questões e dúvidas exploradas por um escritor fantástico e muito culto.
Ler devagar e saborear porque  "... as perguntas que trazemos valem mais do que as respostas provisórias que encontramos".

sábado, 6 de dezembro de 2014

7 características dos infelizes crónicos


Para os quais eu não tenho a mínima paciência!!!! Daqui.
 O sublinhado é meu!

1 - Por defeito, acham sempre que a vida é difícil
As pessoas felizes tendem a ultrapassar os maus momentos sem se vitimizarem. Assumem a responsabilidade de se terem deixado envolver em situações complexas e focam-se em sair delas o mais rapidamente possível, ao invés de se queixarem das circunstâncias.
Por sua vez, uma pessoa menos feliz vê-se como vítima da vida e fica presa na atitude do "vês o que me aconteceu" em detrimento de procurar um caminho para ultrapassar a situação.

2 - Acreditam que não se pode confiar na maioria das pessoas
Há o discernimento saudável e há... a desconfiança crónica. Se a maioria das pessoas felizes consegue um equilibrio entre uma certa cautela perante o desconhecido e a confiança, as pessoas menos felizes desconfiam de quase todos e assumem à partida que os desconhecidos não são de confiança, o que, com frequência, fecha a porta a qualquer ligação fora de um determinado círculo e bloqueia qualquer hipótese de fazer novas amizades.

3 - Concentram-se no que está mal no mundo 
Há muita coisa errada neste mundo, sem dúvida. No entanto as pessoas menos felizes tendem a ficar cegas para o que há de bom, optando por se focarem apenas no que está mal. São fáceis de identificar: São aqueles que se queixam e respondem aos inputs positivos do mundo com um "sim, mas...".
As pessoas felizes estão alerta para os problemas globais, mas equilibram essas preocupações com a visão do que também está bem. 

4 - Comparam-se com outros e alimentam a inveja
Pessoas menos felizes acreditam que alguém lhes retirou a "boa sorte" que lhes pertencia. Acreditam que o bem que existe não é suficiente e comparam de forma constante o que têm com o que os outros possuem, incentivando sentimentos de inveja e ressentimento.
Já as pessoas felizes acreditam que transportam com elas uma impressão digital que não pode ser duplicada ou retirada por quem quer que seja. Acreditam em possibilidades ilimitadas e não se deixam ir abaixo ou pensar sequer que a "boa sorte" de outro interfere com a deles.

5 - Lutam para controlar a sua vida
Existe uma diferença entre controlar e lutar para alcançar os nossos objetivos. Pessoas felizes dão diariamente passos no sentido de alcançar os seus interesses. No entanto, no final percebem que o controlo que detêm sobre as coisas que lhes surgem na vida é muito reduzido.
Pessoas menos felizes tendem a controlar tudo até ao mínimo detalhe, caindo numa espécie de drama quando a vida lhes atira algo que não estava nos planos iniciais. Do outro lado, as pessoas felizes são apenas focadas, mantendo a habilidade de se deixarem ir com a corrente e não se esconderem quando a vida apresenta um caminho mais sinuoso. Ir ao sabor da corrente é, aliás, o que as pessoas felizes têm como plano B.

6 - Encaram o futuro com medo e preocupação
As pessoas menos felizes ocupam os seus pensamentos com "o que pode acontecer de errado" ao invés de pensarem "no que pode dar certo".
Pessoas felizes permitem-se  sonhar com o que gostariam que a vida lhes reservasse, enquanto as menos felizes preenchem esse espaço com medo e preocupação constantes.
Claro que medo e preocupação fazem também parte da vida das pessoas felizes, mas estas fazem uma distinção importante entre o sentir o medo e a preocupação e vivê-los de facto. 

7 - Preenchem as suas conversas com queixas e 'mexericos'
Pessoas menos felizes tendem a viver no passado. O que lhes aconteceu e as agruras da vida são as suas escolhas como tópicos de conversa. Quando não têm mais o que dizer viram-se para a vida das outras pessoas e seguem a via dos 'mexericos'.
Ao invés, pessoas felizes vivem no presente e sonham com o futuro. Consegue sentir-se a sua energia positiva do outro lado da sala. Sentem-se empolgados com algo em que estão a trabalhar, agradecidos pelo que têm e a sonhar com as diversas possibil
idades que têm na vida.