sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Sossegadita


Mas com a cabeça a mil. Sim, já sei que devia estar a ler livros de estudo, a relacionar factos científicos e a aprofundar os meus conhecimentos em ciências sociais.
Nada disso! Estou  contente e alegre a fazer listas de compras e a escrever todos os pormenores da festa de domingo. Bolo de anos encomendado. Leitão pronto a sair do forno às 12h. Convites feitos!
Por vezes, até me emociona esta minha organização!!
Há ainda os pormenores de acender a lareira logo pela manhã, programar umas entradas divinais  e organizar o tabuleiro para o café.
Eu gosto é disto!

Porque hoje é sexta!


E me aguarda um serão cheio de trabalho!! 
Depois, lá pela madrugada partir para mais uma viagem. Regressar no sábado pela tarde dentro. Comemorar mais um aniversário muito importante. Conviver à volta de uma mesa com iguarias ainda não pensadas. Esta parte boa irá acompanhar os intervalos do meu dia e fazer-me feliz.
Bom fim de semana.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Coisas que me irritam violentamente


« L’euthanasie peut être un bon choix pour les pauvres, qui en raison de leur pauvreté n’ont pas accès à l’aide médicale », telle est la « solution » du problème des patients démunis proposée par le nouveau Ministre de la Santé de Lituanie Rimante Šalaševičiūtė, entrée en fonctions début juin. Elle a immédiatement engagé une discussion sur la légalisation de l’euthanasie en Lituanie, et a déclaré dans une interview que la Lituanie n’étant pas un Etat social, les soins palliatifs n’étaient pas accessibles à tous. C’est pourquoi l’euthanasie peut être un bon choix pour des gens qui « ne veulent pas infliger à leurs proches le spectacle de leurs souffrances ».

Há notícias que. pelo seu absurdo, me levam a pensar se terão sido tiradas de um site cómico ou se será hoje dia 1 de abril!
A estupidez humana tem este efeito irritante em mim!
Sem comentários!


A dificuldade da língua portuguesa


Ontem:
Um aluno irado contra o professor.
- Porque ele disse que me enterrava e que eu é que abria  a cova para me enterrar.
- O professor disse isso?  (Já bastante intrigada com estas declarações em pessoa pouco levada a perder a calma e a dizer coisas a despropósito).

O professor que vem explicar o que aconteceu:
- O J. não queria limpar o que tinha sujado e eu disse-lhe - estás a cavar a tua sepultura com estas atitudes!

Hoje, chamei o aluno:
- Nunca ouviste a expressão - estás a cavar a tua sepultura?
- Eu não!
- Quer dizer que estás a tomar atitudes  que não te são favoráveis!
- Ai é? Quer dizer isso?
- Claro! foi o que te disse o professor ontem.
 -Pois foi! Fiquei mesmo muito irritado. Se soubesse o que queria dizer não me tinha enervado!

A importância da luz


Pensamentos procrastinantes ameaçavam o meu serão que queria de muito trabalho. Lembrei-me então de colocar um bonito candeeiro na minha mesa de trabalho, talvez me sentisse mais motivada!
Candeeiro rosa, novo,  bonito, mesmo ao meu lado.
E não é que deu resultado?
Um serão inteirinho de trabalho e menos problemas de consciência logo pela manhã.
Hoje, há mais!

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Meu querido SNS


A foto não lembra doença! É só cara metade a apanhar sol na nossa praia deserta como ele adora!

Sempre afirmei que a maior perda que nos poderia trazer a crise seria o fim do Serviço Nacional de saúde tal como o conhecemos!
Ontem, tive um dia de hospitais em exames e mais exames com  cara metade. Como passei muito tempo nas salas de espera, primeiro num hospital público e depois num hospital privado, tive tempo para reflectir sobre a importância de ter confiança nos médicos que nos atendem, na certeza de que estamos nas melhores mãos quando estamos doentes. Nunca gostei de hospitais privados! Talvez tenha sido influenciada pelas ideias da minha mãe quando falava sobre as então "casas de saúde" onde se tudo corresse bem seriam óptimas mas, quando pudesse correr mal, o melhor era não ter tanta mordomia e ter a certeza que, mesmo nas  camas menos simpáticas dos hospitais públicos, haveria sempre médicos e máquinas mais competentes para nos salvarem a vida.
 Ao longo do tempo,  asssiti a muitas passagens dos meus pais pelo hospital de Coimbra. Sempre foram muito bem tratados. O meu pai entrava mal e saía bem disposto depois de uns dias de estabilização. Lidei com muitos profissionais de saúde para quem o doente tinha um nome e uma personalidade. Rimos juntos em algumas noites que passei pelo hospital pediátrrico quando filho mais velho ficava internado com asma. Aprendi a respeitar a grandeza e talvez alguma dureza com que viam a vida, a morte e os sentimentos. 
Tenho um profundo respeito por estes profissionais que todos os dias lidam com o que de mais frágil tem o ser humano, cada vez com menos condições para exercerem a sua profissão.
Ontem, chegámos ao hospital público às sete da manhã. Salas cheias de velhos debilitados tristes e solitários. A senhora que os atendia tratava-os pelo nome próprio e eles lá iam rindo da doença, da falta de equilibrio e de destreza que os anos lhes iam roubando. Entravam sisudos e saíam mais alegres na sua solidão e com um até breve.
No hospital privado nada faz lembrar doença. As senhoras da recepção têm fatos azuis a condizer com o lenço do pescoço e cheiram bem. Retira-se a senha que dá direito a ser atendido de acordo com o plim que cai no visor do monitor. Atenção redobrada para que não passe o nosso número e fiquemos perdidos porque ali ninguém conhece ninguém e somos simplesmente uma letra seguida do número que o monitor nos indica. Muitas máquinas novas, muita gente e pouca humanidade.  O que a máquina dá será o que o doente terá sem uma observação carinhosa, um gesto meigo, uma mão no ombro.
Olhando para outros países, como por exemplo os Estados Unidos, onde a  recuperação da saúde tem a ver com a nossa capacidade financeira, tenho muito medo que, um dia, no nosso país, tal venha acontecer.
Saber que se ficar doente e  entrar num Hospital Público  terei acesso a tudo o que de melhor existe e a médicos dos mais competentes do mundo é um luxo  de que quero continuar a usufruir.
Figas!

Coisas de mim que me irritam solenemente


Sei que tenho 15 dias para fazer um trabalho. Sei que o trabalho é moroso para ser bem feito. Sei que tenho de ler muito e pensar no que li. Sei que tenho de articular, tirar notas, organizar-me, começar a escrever, fazer esquemas de tudo o que tenho para registar.
Hoje é 3ª feira. Não tenho nada feito. Todas as noites luto com a minha inconsciência mas nada de pegar a sério em toda a bibliografia que me espera mesmo ao meu lado. Tarefas fúteis tomam o lugar de horas de esforço intelectual e todas as desculpas são boas para adiar  por mais um serão!
Não te emendes que não vale a pena! Sábado é o último dia e perspectivam-se umas madrugadas interessantes!

domingo, 23 de novembro de 2014

Selfies


Não resisto. Um espelho e aí vou eu! São fotos diferentes, que nos vão mostrando os nossos reflexos em diferentes locais e com diferentes sentimentos.
 Ontem, foi num lugar lindo, a preparar uma festa muito importante.

Um dia


Hei-de viver num país frio com mercados de Natal por onde me perderei todos os dias.
Um dia, hei-de passar Natais brancos e frios e poderei frequentar estes espaços com os que amo bebendo vinho quente e rindo alegremente.
Visitámos Colmar há muitos anos nas férias de Verão. Era lindo!  Eu e os meninos, ainda pequenos, tirámos imensas fotos entre ruas floridas e casas que pareciam de filme.
Hoje leio que tem um dos mais bonitos mercados de Natal!
 Quero ir!!!!

Por aqui


Um espaço lindo e um catering que promete. Festa marcada. Pensamentos muito bons no regresso a casa. Antever o futuro e tudo aquilo que gostávamos de concretizar.
 Assim Deus nos ajude.