quarta-feira, 25 de maio de 2016

Hoje, uma menina querida faz anos


E vão ser tão especiais estes anos! E gosto tanto de a ver tão feliz e alegre a viver e a construir com passos firmes a vida que imaginou.
PARABÉNS! Que sejam só bênçãos os dias que hão-de vir!


domingo, 22 de maio de 2016

O que faltou ontem, mesmo, mesmo muito, no meu passeio pela praia???


Vocês!
Ainda vos imaginei lá! Primeiro, a brincar na areia, depois com as pranchas a entrar no mar, depois aos saltos incríveis das  dunas para a praia a ver quem saltava mais rápido, depois os longos passeios de conversas já adultas.
Ontem, fomos só os dois. As conchas que costumávamos apanhar estavam partidas, os surfistas foram embora e nós regressámos pelo caminho do costume.
Sei que são outros tempos, terão de ser outras rotinas mas olho para esta foto e apetece-me uma máquina do tempo!

coisas que me lembram


No outro dia falava com a minha irmã sobre a qualidade (má) da maioria dos croquetes que se comem por aí. Lembrei-me das tardes de Verão em que eu fazia dúzias deles sempre fiel à mesma receita, retirada da revista que durante os anos da minha juventude me ensinou a cozinhar. Ainda guardo parte da colecção porque ainda recorro aos seus pratos tradicionais em dias de festa. Grande Chefe Silva!
Aqui fica a receita dos meus croquetes. Figuram no meu livro de receitas com o título:

"Croquetes de carne da minha juventude"!

Para 4 pessoas

60g de margarina
1 dente de alho
1 folha de louro
1 cebola picada fininha
60g de farinha de trigo
1,5 dl de  leite
200g de carne picada
2 ovos
sal+pimenta+noz moscada
pão ralado+ óleo

Numa caçarola derreter a margarina e juntar o alho, a cebola e o louro. Alourar, mexendo. Juntar depois a farinha até estar ligado. Adicionar de seguida o leite bem quente. Continuar a mexer até despegar do fundo. Adicionar a carne e temperar com sal, pimenta e noz moscada. Já fora do lume, misturar 1 ovo batido e levar novamente ao lume até formar uma bola. Deixar arrefecer.
Depois, é o costume. Formar os croquetes, passar por ovo e pão ralado e fritar em óleo de qualidade.
Eu nunca faço para 4 pessoas. É só ir multiplicando as quantidades de ingredientes.
Um pormenor importante: carne de muito boa qualidade!
Um bom domingo!

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Ando com o coração contente



Sinto-me contente por a vida estar a andar seja lá isso o que for. Os meus projectos avançam e os meus filhos sugam a vida que têm pela frente com uma sofreguidão que me traz alegria. Trabalham e procuram a felicidade de uma forma comovente. Conseguem, depois de alguma incerteza, os objectivos a que se propõem. Pelo meio, há momentos incertos, há dias menos bons, alguma incerteza, muita impaciência mas nos momentos de escuridão eu sei sempre que vão chegar onde é o lugar deles. Esta certeza que transporto comigo traz-me muita paz. Quando alcançam mais uma meta, reforço a ideia que cada um de nós tem um lugar onde nos esperam. A felicidade é chegar a esse lugar!
Acreditar, pensar num dia a seguir ao outro, ter paciência e compreender que as coisas boas demoram o seu tempo a chegar até nós. 
Os dias tornam-se mas longos e a luz do dia faz com que sejamos mais felizes.

Hora de almoço


Ir a correr ao supermercado e encontrar dois casais que nos fazem bem. O primeiro, a passar por uma fase menos boa, mas com sorriso nos lábios a devorar por dentro a tristeza que os consome. Admiro imenso gente assim. Como eu compreendo aquela postura e me identifico com ela!
O segundo, apesar da reforma, da idade, continuam joviais e bonitos como só eles. Alegres, apesar dos problemas, mulher do norte com quem aprendi tanto em anos em que com ela convivi profissionalmente. Reformou-se, deixou de pintar o cabelo, curtou-o curtinho e adoptou um estilo desportivo que lhe fica bem à alma. 
Foram tão bons estes bocadinhos de conversas que me pergunto porque não convivemos mais, porque não estamos mais juntos, porque não conversamos mais?
Sei a resposta e isso ainda me irrita mais.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Mais um do "meu" Torga

Coimbra, 15 de Maio de 1979.

UM POEMA DE AMOR
É um poema de amor.
Começa num sorriso promissor
E acaba num soluço
De saudade.
Entre essas duas margens,
Um rio de silêncio.
Um rio largo, onde se espelha, baça,
A paisagem severa de uma vida,
A que faltou a graça
Dessa remota hora repetida.


Diário XIII

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Dia de pesagem


Menos 2,9 kg. Desses, 1,9kg de gordura. Muito bom! Fico contente com estas conquistas que me levam a uma vida mais saudável! Falta pouco para chegar aonde quero. Agora já não tenho dúvida  de que vou conseguir. Já se vê a meta! Foram uns meses interessantes em que a minha relação com a comida se modificou completamente. O açúcar deixou de ser importante e isso foi uma grande conquista.
Muito contente comigo mesma!
Partilho porque será importante para quem, como eu, procura uma vida mais saudável!

Rir só porque sim


Os fins de semana na Serra dão nisto! A mãe estava estável e pudemos estar com ela de uma forma mais calma. 
Em dois dias lá por cima há sempre imensas situações hilariantes que depois, durante a semana, me fazem rir para dentro pela simplicidade e pelo cómico. Gente sincera,  que diz o que pensa, que faz o que lhe apetece o que se torna super cómico. Por vezes, parece que entro num qualquer filme italiano, daqueles que mostram a alma e a dignidade das pessoas  puras e verdadeiras.
Alma lavada. Vamos então ao trabalho. Aos "punhos de renda" tão em uso para esconder aquilo que se pensa e não se diz!

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Em Janeiro comecei uma nova aventura


Envelhecer com qualidade a sentir-me mais leve sem ter de me arrastar com excesso de peso e os pés inchados. 
Os dias foram passando e foi-se notando a diferença. Ontem, subi e desci para cadeiras com a maior das facilidades e faço tudo muito mais depressa. Já disse aqui também da destreza mental e da  agilidade com que penso e relaciono muito diferente do antes. Com uma mãe com demência tudo isso me preocupava inclusive uma certa moleza mental e física (um deixa andar) que começava a tomar conta de mim. 
Estou bem agora. O desafio é continuar assim. Mudar de vida! 
O próximo passo? Mexer-me mais! Correr!  Envelhecer com saúde! Com destreza metal e física se possível!

A que lugar pertences?


Ao lugar onde nasceste e toda a gente te conhece e te trata pelo "petit nom" como se ainda fosses criança?
Ao lugar onde cresceste como gente, em que te transformaste naquilo que és como adulta, em que te divertiste e viste a vida cor de rosa?
Ao lugar onde descobriste o amor, a paixão e a liberdade?
Ao lugar onde  criaste a tua família, fundaste o teu lar e envelheces?
Há dias, como o de hoje, em que um pequeno pormenor me faz pensar nisto tudo e me faz sentir, tão mas tão longe, do lugar onde pertenço! Seja lá ele onde for!!