quinta-feira, 27 de abril de 2017

Quem somos?


dizem-me frequentemente que errei a vocação. Nunca deveria ser uma mulher das Matemáticas mas uma mulher das letras porque me consideram sensível, com capacidade poética e uma certa sensibilidade e atenção ao belo que não se coaduna,segundo os que me rodeiam,  com as ciências exactas.
Eu acho que se complementam! Há lá coisa mais bela que os números? O que se sabe deles e ainda tudo o que não se sabe?
A natureza, o inexplicável, a beleza dos pormenores, o mistério da vida, tudo isto aumenta o meu lado poético, a minha visão mais abrangente do mundo e das coisas. 
É verdade que sou sensível! E que tento todos os dias esconder esta minha sensibilidade. Porque sofro com ela. Por vezes vem à tona quando as situações pessoais ou profissionais me mostram que não somos nada. Só instantes neste complexo mundo de que nada percebemos. Nem o sofrimento tem explicação quanto mais a felicidade!

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Da construção da imagem


Gosto disto. De algum tempo antes de um evento começar a imaginar a imagem que quero levar comigo: extravagante, clássica, moderna, o que me apetecer na altura e esteja  mais de acordo com o meu sentir na altura,
Estou neste modo. Agora apetece-me ser romântica e escolho cores pastel (que dizem que me ficam mal), brancos nublados e uns apontamentos de cor. Vestidos com tecidos fluidos que se agitam com o vento e o andar. Cabelo às ondas. Falta o apontamento secreto. O que fará toda a diferença. Procuro no net e não encontro porque já o tenho na cabeça e tem de ser como o imaginei, Ainda tenho tempo. Sei que o vou encontrar!

terça-feira, 25 de abril de 2017

Conclusão


Não fiz metade do trabalho! A impressora estava estragada e não consegui imprimir o que necessitava. Já que lá estava, aproveitei para comprar umas revistas e entrar no supermercado para comprar ingredientes em glúten. Depois cheguei a casa e fiz um pão com farinha de arroz e enquanto se fazia, li as revistas e tirei umas ideias. 
Amanhã o serão vai ser duro!

Desafio 2


Preparar um trabalho que tem de ser feito e dito e explicado. No meu querido feriado quando só me apetecia sair por aí, almoçar num sitio giro, conversar, ver coisas novas e pouco mais. 
Aqui estou! Em frente ao computador sem me apetecer absolutamente nada começar!

Desafio 1


Começar a comer sem glúten. Hoje à noite começar a pensar nas ementas e em tudo o que necessitamos comprar na loja a granel e em tudo o que ainda temos  de aprender sobre aqueles ingredientes estranhos dentro de caixas de vidro. 
É um desafio bom que nos vai permitir ter melhor qualidade de vida.  Os estudos recentes apontam todos para isso e vamos experimentar.
 Bye bye pão de sementes! Acredito que vou aprender a fazer outro tipo ainda mais saboroso.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Remédio de fim de semana


Minha querida netinha! Que paz que traz à minha vida!

Os melhores momentos


Não têm de ser espectaculares e com fogo de artificio à mistura. Preciso só de ter calma no coração. O serão é meu. Amanhã é feriado e tenho muito trabalho pela frente mas até lá ainda faltam cerca de 8 horas. 
Viver os momentos e desfrutar do silêncio. Programar uma série de acontecimentos que vão decorrer em Maio. Gosto destas programações, de pormenores que fazem a diferença, de imaginar cenários, de me reinventar e aplicar tudo o que vou vendo e apreendendo. 
Maio vai ser um mês muito cheio de acontecimentos. Fico feliz por isso. São acontecimentos desafiantes mas o que seria a vida sem desafios? 
Vamos lá então!

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Para estudar


Comprei-o ontem porque me apetece estudar a fundo esta história do trigo, do glúten, das novas modas na alimentação que eu não domino.
A ler com atenção para poder praticar cientificamente.

O Céu existe e é na sexta feira à noite!


Todo o meu corpo se acalma e a minha alma se alegra. Não quer dizer que eu não goste de trabalhar! Eu gosto!
Mas neste serão de sexta posso fazer o que me dá na real gana: encomendar comida, não fazer o que tem de ser feito, deitar-me mais cedo, ficar até mais tarde à conversa com uma amiga de longa data sem me preocupar com as horas e só sentir o prazer de conversar com alguém que entende o que digo e me completa as frases. Tem mais experiência que eu e gosto de aprender com quem tem algo para ensinar e me acrescenta alguma coisa ao meu mundo e ao meu modo de percepcionar a vida e as pessoas.
Aprender até morrer! Fazer este exercício importantíssimo de conseguir olhar de diversos ângulos e de muitos modos diferentes as mesmas acções e as mesmas reacções. Acabar por concluir que todos os seres humanos são iguais e todos passam pelas mesmas fases.
É tudo uma questão de tempo, de ponderação e de encaixar a nossa mente na realidade que nos rodeia.
Acreditar nas coisas e nas pessoas.

Hoje é dia de fazer planos


Ontem já foi mas menos a sério! Faltam poucos dias e tenho de me organizar.
Até lá vou pensando em piqueniques, em pequenos prazeres,  em pequenas vitórias e descarregar pouco a pouco o stress permanente que vive em mim.
As árvores em frente da minha janela mostram a Primavera no seu esplendor  e só isso já me deixa feliz.
Amanhã vai ser um dia muito bom.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Tanta coisa para realizar!


É quase fim de semana. Amanhã tenho tantos assuntos para tratar que penso não caberem na agenda!
Por enquanto, assisto ao cair da noite depois de uma maratona  de coisas a fazer no menor espaço de tempo. 
Regressaram à escola os alunos. O barulho do costume mas eu gosto. Do sorriso deles, das conversas, de me meter com eles, de lhes provocar sorrisos que não querem soltar. As raparigas são mais soltas: está tão bonita, esse colar é lindo, temos de contar-lhe uma coisa... Gosto destas relações professora alunos com tempo contado mas com raízes profundas que darão fruto com toda a certeza. Relações de confiança que gosto de cultivar porque só a confiança é capaz de gerar sinceridade e esteios para boas aprendizagens.
Tempo ainda para analisar uns livros científicos sobre alimentação. Este tema está a ficar cada vez mais complicado mas eu gosto de perceber cientificamente os argumentos.
Telefonema para querida tia recém operada e que chegou hoje a casa já com uma voz tão dela que me comoveu. Distâncias tão grandes mas que não conseguem afastar o amor que nos une.
Agora é a altura de descer a montanha e esse caminho é sempre o mais agradável.
Tempo agora para relaxar.

Hora de almoço

Faz vento e no ar volteiam bolas de algodão saídas das árvores. Na televisão as desgraças do costume. 
Café tomado, paz na alma e aí vou eu para mais uma tarde a tentar fazer e convencer. Trabalhar com pessoas tem destas coisas. Nunca se sabe quando as nossas conversas, os nossos argumentos conseguem mudar rumos e modos de encarar a vida e os percursos. Fico feliz quando consigo mas já perdi a angústia que me acompanhava quando a teimosia, a falta de conhecimento, os preconceitos e a falta de racionalidade impedem as melhores opções para os alunos que acompanho. Há um grande trabalho a fazer com as famílias!

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Dias de grandes sacrifícios e de trabalhos forçados


Não me apetece nada. Mesmo nada. Mas tem de ser!  Mil e uma tarefas a cumprir. Um trabalho que tem de ficar bem feito. Eu conheço-me!
Tenho tendência para facilitismos no que toca aos meus assuntos. Para deixar andar até que me apeteça fazer. Para adiar só por mais este serão que amanhã já começo. Vêm aí dois feriados e em dois dias tenho imenso tempo!
Isto sou eu a pensar alto! Mas desta vez não vai ser assim. Já tenho idade para ter juízo. Tudo bem feito, com perfeição e brio. Afinal não são só os outros que merecem o melhor de mim. Eu também!
E como dizem os meus filhos: A dar tudo!

terça-feira, 18 de abril de 2017

Gosto de conviver comigo!


Mais alguém assim? Ou sou só eu que gosto da minha própria companhia? Três horas de carro para um lado e mais três horas de regresso. Tempo para colocar a vida em dia. Para dialogar sem mexer os lábios, para colocar os prós e os contras na balança da justiça que dizem que existe. Pensar e voltar a pensar. Colocar hipóteses a concretizar (ou não).  Voltar às conversas antigas e ouvi-las com outros ouvidos, outras paisagens e outros silêncios mais retemperadores. 
Pelo meio, a M80 aos berros e eu a cantar com ela para me lembrar de outros tempos em que não tinha tempo para estar comigo e os amigos tinham todo o tempo do mundo para grandes noitadas e grandes conversas sobre a vida.
Parei na área de serviço e bebi uma meia de leite sentada na esplanada a ver o sol descer e a apreciar o momento.  Que nada me perturbe. 

Hoje foi assim


Teaching for the knowledge society, involves cultivating these capacities in young people - developing deep cognitive learning, creativity and ingenuity among students; drawing on research, working in networks and teams and pursuing continuous professional learning as teachers; and promoting problem-solving, risk-taking, trust in the collaborative process, ability to cope with change and commitment to continuous improvement as organizations.

Handy Hargreaves

segunda-feira, 17 de abril de 2017

É tempo de Viver

Não de sobreviver! Cada dia é uma nova oportunidade para fazer tudo aquilo que gosto e aprecio. Sem amarras, sem lamurias e sem stress. porque a vida é tão preciosa  que é um crime não a aproveitar em pleno. 

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Amanhã vai ser um dia mau


Um dia em que vou estranhar não estar com a M. vê-la rir, sorrir, brincar, esfregar os olhinhos com sono e depois cantar-lhe  cantigas tradicionais e vê-la fechar os olhinhos abrindo-os de vez em quando para sentir se estava em segurança! Meu anjinho, vou ter toneladas de saudades  tuas! Fazes-me falta aos meus dias. Dás-me uma calma que não encontro em mais lado nenhum! Só contigo!

Obrigada às 100000 pessoas que passaram por aqui!


É claro que para blogues que têm milhares de leitores diários dá vontade de rir! 
Eu escrevo porque tenho necessidade. Ajuda-me a colocar as ideias em dia. O blogue é o prolongamento dos vários cadernos que reduzem a minha vida e a definem em dias bons, muito bons, assim assim e maus. Como todas as vidas!
Não é um modo de me tornar famosa, comentada ou outra coisa qualquer.
Tenho tendência a reservar para mim o muito mau por uma questão de pudor e  de registar a euforia dos dias mais cheios. 
Mas estes leitores são muito importantes para mim! São alguns anos da minha vida, com muitas mudanças e muito amadurecimento à mistura. Outras formas de ver o mundo e as coisas. Maior desconfiança, menos entrega e os mesmos medos: perder as poucas pessoas que amo de verdade neste mundo.
Obrigada! Continuem por cá  e envelheceremos juntos!

sábado, 8 de abril de 2017

O que sabes fazer?


Tanta coisa, espraiada por todos os anos e épocas da minha vida. Sei plantar e cuidar de todos os vegetais, sei plantar e cuidar da erva, sei plantar batatas, sei lavrar um campo, apanhar e secar feijões, plantar couves, apanhar toupeiras que estragam as hortas e regar, ao fim do dia, tudo o que necessita de água. Sei ver-me livre das lesmas que comem as folhas tenras. Sei plantar árvores. Sei cuidar de animais domésticos, lavar roupa no tanque mais mil e um truques para todos os azares domésticos. Sei encerar um chão de tábua corrida e deixá-lo a brilhar. Sei cozinhar pratos típicos e outros mais gourmets. Sei deitar fogo a um forno de lenha, limpá-lo e tomar-lhe o pulso para saber se está pronto para cozer pão. Sei fazer pão. Sei fazer enchidos, marmelada em tacho de cobre e outras compotas. Sei tricotar, costurar, bordar e fazer renda. Sei fazer casas nas almofadas com perfeição. Sei fazer sacos em macramé.
Sei muitas dicas de maquilhagem, modos de fazer as coisas parecerem melhores e não me importo de as partilhar. Sei o que me fica bem e o que não posso usar. Em todas as primaveras sei as tendências a seguir.
Sei ouvir e aconselhar. Sei as regras de etiqueta em ambientes sociais mais formais, sei  quais as conversas a continuar e as que há que acabar a qualquer custo. 
Sei coordenar grupos, gerir reuniões e motivar pessoas. Sei  sobre educação, ambientes educativos inovadores e novos cenários de aprendizagem.  Sei ser simpática para quem me merece e sei ser muito sarcástica  para quem me apetece.
Isto tudo para explicar que ao longo das nossas vidas e das nossas circunstâncias temos imenso tempo para aprender inúmeras coisas. Do meu percurso  constam tempos de aldeia, tempos de cidade grande e tempos de amadurecimento em cidade mais pequena. Em todos estes cantos em que vivi aprendi imenso e guardei comigo. Tenho orgulho de todas as minhas competências. Tenho orgulho em saber tanto de agricultura porque isso me lembra a minha avó e a paciência infinita que ela tinha comigo para me ensinar tanta coisa. Já não as utilizo, é certo, mas gosto de pensar que, se fosse necessário, poderia começar do zero uma horta com todos os legumes porque aprendi bem cedo como se fazia. 
Penso que devemos ter orgulho por tudo  o que somos e sabemos porque isso é o resultado do carinho e da atenção das  pessoas que  nos ensinaram, com todo o amor do mundo, tudo o que sabiam  e queriam perpetuar.

Porque também merecemos!


Manhã para compras necessárias e alguns mimos. Tomar café, supermercado, padaria, frutaria, peixaria e... perfumaria!
Chegar a casa e arrumar tudo. Peixe escalado no forno e umas batatinhas novas que mereciam uma mesa bonita.
Estamos só os dois mas depois de uma semana atarefada e cheia de trabalho merecemos uma mesa caprichada e um bom almoço.
Chegou o tempo do trabalho! Acabou o recreio! Até!

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Trabalho e disciplina


Sei que não sou perfeita. Sei que caio muitas vezes na tentação. Conheço de cor os dias em que me apetecem só porcarias para comer. E são mesmo porcarias daquelas que nem bem confeccionadas são. Depois arrependo-me, mas já está!
Quando stressso é pior porque tudo o que me faz mal é visto como uma estúpida recompensa que só agrava o problema. Só não vou ao Mcdonalds porque aquela comida me  provoca uma horrível dor de cabeça. Depois conforto a mente pensando que nunca mais.  Novo stress e nova asneira logo a seguir. Triste sina a minha!
Mas depois olho para a foto da esquerda tirada há já alguns anos e para a foto da direita tirada esta semana e penso que afinal o saldo não é muito negativo. 
O esforço da maior parte dos dias vai valendo a pena.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Coisas boas de viver em sítios calmos


Não lhe chamo província porque detesto esta expressão quase sempre usada pela negativa e como sinónimo de foleirice, de vidas curtas, de falta de acesso ao dito progresso traduzido em consumismo desenfreado e muitas vezes camuflado.
É bom ter uma loja chamada "Sabores a Granel" com tudo e mais alguma coisa e com uma dona super simpática e que nos dá dicas e nos ensina a utilizar todos os ingredientes. Aprendo sempre qualquer coisa!
É bom ter mesmo ao lado uma frutaria com frutas do Oeste, com mimos feitos em casa, com pão caseiro de forno de lenha e uns preços super convidativos.
É bom  ter a minha loja das revistas com uma dona que me guarda as minhas  revistas preferidas e me acena lá de dentro sempre que elas chegam.
É bom dar um passeio e encontrar imensa gente conhecida e parar para falar com elas e perguntar pelos seus dias.
É bom ter uma senhora que nos passa a roupa sempre em tempo útil e nos traz ao carro tudo organizado em cabides embrulhados em  plástico.
É bom ter um talho agrícola com a melhor carne do planeta com prémios nacionais a atestar o sabor inconfundível de há muitos anos. Chegar lá e ser atendida pelos empregados que conhecemos há anos e nos servem o que compramos há anos e nos perguntam pelos filhos que viram crescer.
É bom ter um restaurante em frente de casa que cozinha comida das nossas avós a preços incomparáveis e faz de cada refeição um manjar.
É bom ter sempre alguém a quem podemos encomendar um doce, um prato de bacalhau, uma surpresa qualquer e nunca dizem que não, que não têm tempo ou é impensável. 
É bom poder ter alguém que nos ajuda com a casa e tem a chave da nossa casa porque é de absoluta confiança e nos oferece mimos sempre que vem. Hoje trouxe flores que alegram a a minha entrada.
É bom poder conhecer toda a gente, andar devagar, viver devagar e sentir que não estamos sozinhos.

Mulher... e basta!

Remoer, remoer, remoer! Cozer, cozer, cozer! Virar a coisa de pernas para o ar, sentir-se o ser mais injustiçado do mundo, ter vontade de não pensar mais nisso e o isso volta sempre porque é amor e o amor vira sempre tudo e tem de estar tudo certinho nos seus devidos lugares e se não está, ou sentimos que não está, a nossa mente colapsa.
Mulheres, dizem alguns! Eu não lhe chamo nada. Sou assim! Que hei-de fazer? Gosto dos meus e dos que gostam de mim e só quero continuar assim.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Estou a tentar levar isto bem...



Mas quando o stress entra na minha vida deixo de pensar com clareza e não consigo organizar-me com facilidade. A quantidade e importância do trabalho que se me apresenta para os próximos dias faz com que esteja paralisada a tentar colocar as ideias em ordem  e possa concluir  que sou capaz  de resolver tudo isto até sexta feira. Tenho ainda o fim de semana mas  um email para responder com alguma urgência  inquieta-me porque não sei o que dizer. 
É isto. Desabafar talvez ajude!
Ao trabalho. 

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Ouvido de passagem


Duas senhoras na casa dos 40 anos conversam.
- Agora chega a casa, vem nervoso e come tudo o que encontra, Não pode ser!
- Deixa lá. Fica mais calmo.
- Não pode ser! já tem uma barriga enorme e isto quando se chega aos 50 começa a pesar e fica feio.
Vai fazer  dieta não tarda. Não o quero assim!

Alguém vai entrar na linha! Mesmo que não queira!

domingo, 2 de abril de 2017

Simplificar, dizem!


Precisava de um vestido para uma festa. Aproveitei a manhã para procurar um bonito e barato. Eu sabia que conseguiria!! Acontece que é tom pastel e a minha irmã diz que esses tons me ficam mal! Paciência!
Falta ainda um casaquinho bonito que tem de ser estampado, chique e ter  a cor nude, o verde água e o rosa choque para que os sapatos a clutch e o vestido se uniformizem. Deste modo, o que era simples tornou-se altamente complicado!
Mas como em todos os outros casos, eu vou conseguir  ir vestida de Primavera!
Vai ficar uma toilette bonita!

sexta-feira, 31 de março de 2017

E é isto!


Do passado só tenho mesmo saudades deles assim! Era tão bom! E eles eram tão fofinhos!!

quinta-feira, 30 de março de 2017

Ingratidão

O outro dia perguntavam-me qual o defeito que eu tenho mais dificuldade em perdoar. Nem foi preciso pensar: ser ingrato!
É daquelas coisas que me repugna, me  irrita e me dói. 
Não interessa a razão, a circunstância ou os exemplos. Ser ingrato é ser mau, mal formado, mal agradecido a tudo o que a vida dá.
Eu lido muito mal com a ingratidão. É das poucas coisas que me faz chorar copiosamente. Das poucas coisas que me tira o sono e das poucas coisas que me tira do sério! A sério!

quarta-feira, 29 de março de 2017

Tenho saudades

Das grandes viagens de carro com a família. Mala cheia e lá íamos nós Verão inteiro porque havia tempo e vontade.
Agora, não podendo ir todos, apetece-me partir na mesma. Não atravessar a Espanha toda que a meseta ibérica é tramada mas rumar a norte e encontrar o mar bonito de outros tempos. 
Parar nos parques naturais, ver os pequenos povos, provar novos sabores Recordar a história do património, sonhar outros tempos e fotografar os pormenores que ficam.
E quando toca a partir, o carro vira  sempre a Norte! Sempre para os cheiros, a algazarra, o linguajar, a beleza, a História e a alegria que só no norte existem! Pelo menos para mim!
Cada um é a sua circunstância!

segunda-feira, 27 de março de 2017

Domingo de chuva


Foi dia de pôr a leitura em dia.  acabar esta história de amor linda que me encheu de ternura. A vida, o amor, o envelhecer e este amor a continuar a mostrar que se pode amar até morrer. E para lá da morte!

sábado, 25 de março de 2017

Conta-me como foi


Uma réplica perfeita do que foram os meus anos de juventude! Agora, visto à distância, foram tempos com tempo que deixaram saudades. O outro dia comentava a rir que perdi muita qualidade de vida com o passar dos tempos porque, por aquela altura, chegava do liceu e tinha à minha espera a minha mãe e a minha avó para me colocarem o prato na mesa me encherem o copo com água, me ouvirem os acontecimentos da manhã enquanto comia e me levantarem o prato da mesa quando eu acabava de almoçar. Um luxo hoje em dia! Um abuso, digo eu agora. Naquela altura achava natural!
Tínhamos uma costureira que vinha a casa dois ou três dias fazer-nos a roupa para a estação e um leiteiro que trocava as garrafas de vidro vazias deixadas à porta por duas garrafas cheias de leite madrugada dentro.
Com o tempo e as exigências de um melhor guarda roupa, mudámos de costureira e eu e a minha irmã passámos a ter modista. Duas provas  e modelos escolhidos pela Burda. Roupa bem feita, moldada aos corpos  e encobrindo mazelas. Foi ainda ela que me confeccionou o meu vestido de noiva.
O pronto a vestir acabou com estes luxos. 
Penso voltar às modistas dentro de pouco tempo. Não há nada como um vestido feito para o nosso corpo transformando em realidade o que sonhámos sem grandes caminhadas à procura do que se calhar não existe. 
Afinal, o tempo não mudou assim tanto! Esta semana vai começar a aventura! Primeiro, comprar o tecido!

O amor que tudo clarifica

Precisava  de ir e de estar. De falar, de pôr em comum, de trocar ideias de ver o mundo e as coisas por outros olhos e com novas perspectivas.
Para isso servem as irmãs mais velhas e mais sábias. 
Tenho a sorte de ter uma irmã dessas. Daquelas que sabem ouvir e dizer sempre as palavras certas que precisamos de ouvir naquele momento. Daquelas que percebem a 100% o que sentimos e nos aconselham sem estrilho mas com firmeza e bom senso. Daquelas que nos dão segurança, que nos aconchegam a alma e nos fazem ver o mundo muito mais equilibrado e mais normal. Daquelas que colocam os factos  e os acontecimentos nos seus devidos lugares, que relevam muito do que dizemos e fazemos e que, no final, nos transmitem a confiança e a firmeza de que necessitamos para seguir em frente. Daquelas que sabemos que podemos contar com elas até ao fim dos tempos.
Duas palavras apenas: muito obrigada!
Por vezes não sei o que seria de mim sem ti!

Voltar aos sítios onde fomos felizes


Sem o saber por aqueles tempos de inocência dos meus 23 anos. O casino está diferente. Mais chique e muito maior. Entrámos e ganhámos. Para recordar velhos tempos. Lembrou-me a última vez que ali entrei como o meu pai e  ele ganhou um grande prémio  e saiu feliz. O frio do costume pelas ruas desabrigadas que vão em direcção ao rio. 
Vivi ali um ano louco cheio de festas e de amigos de quem tenho saudades. De alguns, vou sabendo pelas redes sociais. De outros, perdi o rasto com alguma pena minha. 
Fizemos o passeio domingueiro até ao cabo Mondego. Passámos pelo  "Teimoso" onde acabávamos invariavelmente as tardes, no final das aulas,  a comer marisco. 
Passámos pelo "Ringo" o café do encontro diário para as saídas nocturnas, para os risos e para as conversas parvas. Estava vazio àquela hora. 
O mercado onde comprava os melhores peixes para levar ao fim de semana quando havia tempo de visitar a família continua igual!
Gostei muito! No Verão, vou voltar!
Falo da Figueira da foz, naturalmente!

terça-feira, 21 de março de 2017

Dia da árvore


O meu pai adorava árvores! Sabia a idade delas, como lhes melhorar o crescimento, se precisavam de rega ou não, qual o local certo para as plantar e contar-lhes os anéis dos troncos. Tudo o que sei, foi ele que me ensinou. Sabia onde os pássaros faziam os ninhos e adorava passear por entre elas ouvindo-lhes o canto e identificando-os. Também aprendi muito sobre aves com ele mas essa é outra história!
Este era o dia que começava sempre com o meu pai a procurar uma arvorezinha para plantarmos juntos. Sei-as de cor, agora já árvores grandes e algumas delas...  já velhas. 
Nem sempre plantávamos a mesma espécie. Plantámos nogueiras, macieiras, oliveiras, cerejeiras. Umas, vingaram, outras não. 
Abrir a cova para o plantio tinha também as suas regras: cova bem funda, água, estrume, tudo como devia ser. 
Hoje já não planto árvores mas mantenho o carinho por elas como ele mo ensinou. 
Meu querido pai! Gostava tanto de poder plantar hoje uma árvore contigo! Eu fazia tudo e tu só vias se estava bem feito! Eu conseguiria! E não ia secar! Prometo!

Podia ser segunda feira


Cabeça no sítio, ideias alinhadas, objectivos definidos.
As madrugadas servem, algumas vezes, para focar o essencial da vida  para  definir bem o que queremos que a vida nos traga se não houver imprevistos.
Caminhos para andar, momentos para descobrir e aprendizagens a realizar. 

sexta-feira, 17 de março de 2017

6ª feira à noite


A hipótese de não ter despertador no dia  seguinte faz uma mulher feliz.
Ainda muita coisa para concluir porque a segunda aproxima-se a passos largos e uma semana infernal espera-me. Muitas tarefas ainda para amanhã. Hoje já não consegui.
Ando cansada. Talvez um pouco triste também. As tarefas custam mais a concretizar e o meu poder de concentração também não me ajudou.
Solução: focar no positivo, nas coisas boas e alegres, nos projectos que tenho ainda para concretizar e na esperança de que os problemas de saúde de alguém próximo se resolvam da melhor forma.
A nossa vida vai mudando a um ritmo rápido e, de repente, damos conta que estamos muito mais pobres. O meu pai partiu, a minha mãe já não consegue tomar conta dela, os meus tios estão diferentes, mais velhos e sem a vitalidade com que sempre os conheci. Foi-se, sem darmos conta, o tempo das festas e dos reencontros, a alegria, os almoços de Verão, todos juntos, de que o meu pai tanto   gostava.
De um momento para o outro, o caminho que fazia todos os 15 dias para casa dos pais em Coimbra deixou de me ser familiar. A casa deixou de ser um pouco o meu refúgio de fim de semana, o espaço acolhedor, a mesa de camilha, os Natais todos juntos, as saídas matinais com a minha irmã que me fazem tanta falta. Outras pessoas por lá vivem agora mas nunca mais voltará o passado porque a mãe não tornará ali.
Os tios estão longe. Ficaram na memória as festas surpresa, os almoços bem regados, a festa  tão linda dos 50 anos de casados dos meus pais que preparámos de surpresa e com tanto carinho. Mais íntima foi a festa dos 25 anos de casados  em que combinámos ir ter com eles  e fazer uma surpresa.  Eles, tão pueris nas mostras de ternura, ficaram tão felizes que só isso valeu toda a viagem. Foi um serão tão bom!
Agora ficámos nós, os três irmãos, vivendo longe mas tendo-nos  no coração. preparando o nosso envelhecimento, encontrando uma vida nos escombros da vida que já foi. Transportando connosco tudo o que nos ensinaram e mostraram ser o bem. Fortes como eles mas no fundo de nós próprios somos apenas órfãos de uma vida que já não existe. Uma vida que vivemos quase sem dar conta, sem dar valor a coisas que agora engrandeceram e mostraram os seres maravilhosos que tivemos como pais.
Tenho saudades vossas juntos meus pais. Tenho saudades de vos ver juntos, no quintal, em casa, sentados à porta nos balcões de pedra.
A ti pai, dedico todas as minhas vitórias e pequenas lutas porque sei que estarás para  sempre ao meu lado a torcer por mim. Isso, não fossem as saudades que sinto de ti, bastava-me para ser feliz.

quinta-feira, 16 de março de 2017

A vida? Apenas um circo!


Esta foi uma das minhas frases preferidas durante anos enquanto cara metade se lamentava do que ia acontecendo. A minha resposta era sempre a mesma: Vê de fora. A vida é um circo. Cada um é só uma personagem. Nada é assim tão importante para nos aborrecermos.
O tempo foi passando e a tenda do circo que eu antes via tão nitidamente tornou-se apenas névoa. As personagens tornaram-se reais e eu deixei de achar piada. Velhice? Talvez!
Dei comigo a pensar que afinal eu nunca tinha gostado de circos. Desde o meu tempo de meninice quando famílias famintas chegavam à aldeia para fazer espectáculos que apenas  me davam vontade de chorar. Filhos famintos que se contorciam com facilidade tal a magreza apresentada. Pais andrajosos que à custa de piadas gastas conseguiam as moedas necessárias à sua sobrevivência. 
Já não existem circos na minha mente! Agora é cara metade a recordar-me a frase.  Deixou de fazer sentido. Tudo é real! É no mundo real que temos de viver!

Dia de reencontrar amigos


Por motivo de trabalho passei a manhã junto das minhas colegas de há 30 anos. Embora em espaço novo que rouba um pouco as memórias e as emoções, foi tão bom estar ali!
Gosto de gostar, de me sentir querida e é ali que sempre isto acontece. Gosto daquelas meninas, dos seus risos, de saber tanto delas e elas de mim! Gosto do modo como me sinto, tão eu!
 De tarde, vou voltar!

segunda-feira, 13 de março de 2017

Depois chega aquele dia


em que descobres que por mais que tentes nunca conseguirás mudar o mundo. Tudo será igual.  As reacções das pessoas serão iguais, as injustiças farão sangrar o teu coração, mas nada mudará. 
És tu que tens de te adaptar. És tu que tens de inventar um novo mundo onde nunca viveste e por isso será só novo para ti. 
Acredita apenas que quando descobrires esse novo mundo, e vais descobri-lo com toda a certeza, tudo se tornará mais fácil e serás muito mais feliz.

domingo, 12 de março de 2017

Guardar as minhas opiniões


Uma das aprendizagens que tenho ainda de aperfeiçoar. Guardar as minhas opiniões sobre acontecimentos, pessoas, actos, projectos meus, sonhos e coisas que penso.
Ninguém necessita de saber o que eu penso.  A ninguém interessará saber da minha vida e do meu dia a dia. Uma vez por outra dou comigo a arrepender-me amargamente por ter desabafado, por ter expressado a minha opinião inocentemente  quando ela volta retorcida, tipo bala, só para me magoar. Por vezes, a vida já é tão amarga  que não necessito de criar o meu próprio inferno à custa daquilo que opino ou dou de bandeja.
O sol está a brilhar tanto hoje, não está?

Coisas sem importância e com toda a importância do mundo


Fiz feijoada para o almoço e tratei da roupa. Separei e passei a ferro. Congelei parte da feijoada porque é bom e reconfortante saber que há refeições prontas cá por casa e não dependemos de frangos assados comprados fora de horas. Li legislação e um dossier inteirinho de papel com as questões do PISA. Chamo a isso preparar a informação necessária para a  semana. E que semana que se aproxima! 
A seguir tentei encontrar alguém que me lavasse e arranjasse o cabelo. Consegui. Saí ainda com sobrancelhas arranjadas depois do olhar atento da empregada ter verificado a necessidade.
Passei ainda por uma loja para repor stocks cá de casa. Entrei no AKI e trouxe
 umas quantas coisas necessárias como líquidos para limpa pára brisas e detergentes para retirar mosquitos agarrados ao carro. Tenho muitos! Não sei porquê porque ainda não é Verão!
Depois disto tudo um telefonema como se fosse um murro no estômago: Uma notícia triste!
Que dizer? Que reconfortar? A doença  tem conforto?

sábado, 11 de março de 2017

Sabe bem ter tempo


Quase nunca tenho tempo disponível. Todos os dias as horas voam e o serão passa-se entre arrumar as coisas para o dia  seguinte e outras tantas coisas a finalizar nesse dia.
Sinto que, por vezes, ter tempo para fazer as coisas devagar, andar devagar, pensar devagar, ter tempo para lanchar sentada, me traz paz de espírito e me relaxa.
Hoje é um desses dias. Acordar sem despertador. Fazer as tarefas da casa devagar. Deixar-me embalar pela música que sai do computador de cara metade mesmo sabendo que ainda tenho umas quantas tarefas da escola para completar ainda hoje. Hei-de conseguir.
Por agora, penso numa torradinha com manteiga e uma chávena  de café sentada à mesa como só aos fins de semana consigo. 
Os anos passam por nós e vão deixando marcas mas também nos brindam com alguma sabedoria.

Dançar até que as pernas doam


Gosto muito de dançar! Tenho ainda como projecto aprender a dançar a sério todas as modas, com professor incluído, indicando os passinhos todos e treinando muito.
O que é que tem de especial? É que sou super desajeitada e pouco coordenada. Por isso este é um desafio daqueles grandes.
A zumba alivia o meu stress. Não sei fazer muitas das coreografias, a professora não se importa e eu agradeço. Ela considera que estamos ali só para nos sentirmos felizes! E saio mesmo muito mais aliviada.
Como diz filho mais velho eu não tenho problemas! É verdade! Tenho aquilo que uma tia de cara metade, de quem gostei muito, dizia amiúde : " Tenho ralações"!
Querendo com isto dizer que tinha coisas e assuntos que a ralavam! E as minhas "ralações" ficam muito diminuídas quando danço.
A música e o movimento juntos transportam-me para outro mundo por uma hora. E isso é muito bom!

quinta-feira, 9 de março de 2017

Consumismos



Confesso que tenho saudades! De entrar, procurar peças diferentes e bonitas, provar, imaginar onde usar e como, acrescentar as peças que já tenho e no final sair com uma ou duas peças super feliz.
Agora, não sei porquê deixei de ir. Perdi a vontade. 
É sempre assim na minha vida. Etapas vão e vêm, constroem algo em mim, ensinam, ou não, alguma coisa e sigo adiante.
A época das compras acabou. Não pergunto porquê porque não sei dar a resposta. Acabou simplesmente.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Nós, as mulheres


Temos poderes mágicos! 
Conseguimos guardar segredos bem guardados no fundo da nossa alma para que ninguém se magoe;
conseguimos ser atentas ao mais ínfimo pormenor com aqueles que amamos;
conseguimos detectar a tristeza e  a alegria no tom de voz dos que nos são próximos;
conseguimos esquecer a tristeza quando alguém precisa de alegria;
conseguimos fazer muitas coisas ao mesmo tempo e todas bem feitas;
conseguimos amar com gestos, com mimo e com abraços;
conseguimos antecipar tempestades e parar ventos indesejáveis;
conseguimos ser cegas, surdas e mudas sempre que necessário;
conseguimos ver para além do que nos mostram;
conseguimos lidar com a pressão para ser perfeitas, bem maquilhadas e com o cabelo com a cor certa;
conseguimos o silêncio quando o que nos apetecia era dizer umas quantas coisas;
conseguimos ser boas profissionais apesar de todas as preocupações e dificuldades que acontecem a todas; 
conseguimos amar incondicionalmente!
Só um dia para comemorar isto tudo? Nem um ano chegava para tanto!

Hoje vai ser um dia bom!


só porque eu quero. E quando quero, as coisas acontecem!
Boa 4ª feira!

terça-feira, 7 de março de 2017

A maior parte dos dias sou feliz


Dizem que sou optimista! Eu digo que sou pouco ambiciosa! Nunca me lembro de querer muita coisa, de querer ter muito dinheiro, de querer ter algo muito valioso. Se me dão algo bonito e bom fico feliz mas também fico feliz com presentes baratos cheios de significado. 
Alegro-me com um novo projecto, com novas ideias, com acontecimentos inesperados. Fico feliz com o riso da minha neta como nunca pensei ser possível!
Adoro receber gente, estar com amigos e família, preparar tudo ao pormenor, estar em  minha casa no quentinho a pensar nos meus ente queridos, conversar com eles sempre que posso, rir com eles por tudo e por nada e perceber como temos tanta coisa em comum!
As pequenas vitórias para mim sabem-me a mel  e um gesto de carinho dirigido à minha pessoa pode tornar um dia de chuva num dia de sol. O contrário também é verdadeiro mas é a vida!
E sim! A maior parte dos dias eu sou uma pessoa feliz! Agradecida à vida e a todos os que comigo  decidiram fazer esta caminhada.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Dias cheios


Fim de semana cheio. Momentos bons. 
Segunda feira é dia de balanços. Dia de muito trabalho e de muitas horas a resolver problemas. Saí já muito tarde depois  de tantos e tantos problemas resolvidos. Pelo menos por agora. 
Entrei cedo e acabei tarde. Reuniões sucessivas, pais que pedem ajuda,  acções que têm de ser preparadas ao milímetro para que corram bem, alunos com problemas que batem à porta, professores que gostam de trabalhar connosco a planificar, a projectar o futuro de tantos e tantos alunos que nos rodeiam. Coisas que correm bem e nos enchem a alma. Outras coisas em que precisamos de trabalhar e questionar para que decorram com normalidade.
São desafios todos os dias. São descobertas e tentativas de solução para tudo o que vai aparecendo.
Como eu gosto de me sentir útil aos outros, gosto disto!
Dias duros, cheios  de desafios e de fazer bem!

quinta-feira, 2 de março de 2017

Vivemos num mundo engraçado


O meu telefone estragou-se. Por motivos profissionais não posso andar incontactável. Remédio? Comprar outro. E assim fiz este fim de semana.
Tinha como conselho: adquirir um que tivesse uma boa câmara já que adoro fotografia. Deixava assim de ter de andar com a máquina atrás de mim e podia fazer boas fotos e partilhá-las instantaneamente, se fosse caso disso. 
Tenho de confessar que a câmara deste telefone me surpreendeu! Poder tirar uma foro quando estou sem maquilhagem, horrível, e ficar com uma maquilhagem com tons rosados, ou tons suaves, ou tons de festas como a máquina diz e sempre super bem! Uau!
É um mundo para o faz de  conta!
Ainda não aproveitei a sério. Limitei-me a tratar fotos de paisagens e a realçar as cores dos pormenores. 
Quando tirar fotografias minhas prometo que serei eu mesma com a maquilhagem de todos os dias!
Que é estranho....é!

E é isto


Trabalhar a todo o vapor para cumprir prazos. Nada pode ficar esquecido. Muita gente envolvida que é necessário lembrar. 
Perguntas, perguntas, perguntas! Chega a um ponto que as respostas já não saem! Cabeça em turbilhão! Será mesmo assim como estou a dizer? Verificar roteiros, virar páginas, procurar  e concluir que estava certa. 
Gente que vem à hora do almoço e o trabalho prolonga-se. 
De tarde, mais entrevistas, mais problemas para resolver, mais pais para convencer.
Almoço com aipo!!!! DETESTO!! Não digo nada e como! 
Vamos lá então à parte da tarde. 
No bolso, uma bolachinha de chocolate! Eu sei que não devia! À noite há aula de zumba!!