Em véspera de aniversário apodera-se de mim uma necessidade de fazer balanços, não do último ano mas de uma vida inteira. Vêm à memória pormenores já esquecidos, sentem-se saudades do pai e da mãe tão importantes nestes dias (e sempre). Relembram-se outros aniversários, outras gentes e outros ânimos.
Chegando a noite concluo que a vida foi o que foi. Combati com as armas que tinha, dei o meu melhor, tanto na vida pessoal como na profissional. Nem tudo correu como eu desejava. No entanto, o que interessa é o saldo dos dias e do que consegui com as ferramentas que tinha. Esse é muito positivo.
Venham então lá os 65!

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