Mostrando postagens com marcador coisas em que acredito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador coisas em que acredito. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Setembro quente

 


Começa o Outono mas o calor continua em alta. 

Rumámoss à casa da praia com medo do calor sufocante e foi a melhor decisão. Dormir até tarde, ver bons filmes, passear, ver o mar e descansar. Estava sol, mar estava calmo mas corria um ventinho reconfortante.

Voltar domingo já  pela fresca. 

Continuar a fazer contas relativas à minha reforma. Já descobri uns quantos erros o que me descansou.

Já inserida no trabalho da escola. Gosto das interacções com os alunos novos para os quais tudo é novidade! Muito engraçados! A vontade de ler continua a manifestar-se o que me deixa contente. 

Com a minha auto estima em alta por alguns factores que me fazem bem!

 Fiz um corte enorme no cabelo. Estava sem vitalidade. Esperar que cresça mais forte e bonito.

Comprei umas calças número 38! Nunca imaginei ser possível! Ainda não me ficam bem mas é o meu próximo objectivo para os próximos tempos.  Em Novembro há nova consulta e espero levá-las vestidas! 

Oxalá!

terça-feira, 4 de agosto de 2026

A "reforma" que se aproxima

 


É uma palavra horrível! Poderia substituir-se por mudança, ou nova vida ou novas aventuras! 

À medida que passa o tempo e ela se aproxima começo a sentir um certo nervosismo! Não quero ficar em casa, tenho mil e um planos mas... é tão aconchegante chegar de manhã e saber para onde me dirigir e rir-me com gosto das piadas de quem convive comigo há 30 e muitos anos!!

Não vejo esta etapa como uma libertação!! Seria admitir que passei 43 anos da minha vida a fazer o que não gosto. Eu gosto de alunos, de ensinar, de criar laços, de conviver, de me actualizar sobre o mundo e transmitir tudo o que aprendo! Gosto de resolver-lhes os problemas, de os ver crescer interiormente, de os sentir a pensar sobre o que se diz!

 Está muito mais dificil nos dias que correm é verdade! Muita burocracia escusada e irritante que nada acrescenta ao acto educativo mas a relação professor aluno é das coisas mais gratificantes que existe.

Não sei o que acontecerá lá para o Outono e se terei coragem para me retirar!! Todo o mês de Agosto para pensar! Junto ao mar, de preferência!

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Leituras

 


A Agustina é sempre uma boa escolha para  tardes de ócio e  serões calmos e silenciosos. 

Queria mesmo ler esta obra!

Sempre considerei que os ricos, os mesmo ricos, o chamado dinheiro velho, têm  códigos diferentes entre eles, diferentes dos do comum dos mortais. Nunca me interessei por os conhecer. Não por vergonha ou acanhamento mas só porque, não pertencendo ao clã, não vale a pena ocupar a minha mente com isso. 

Acho graça a alguns deles e, à medida que envelheço, concluo que que de nada  lhes vale a suposta altivez e os códigos secretos de conduta. As desgraças e tudo o que tiver de acontecer vêm na mesma para todos, pertençam, ou não, ao dinheiro velho e tenham quintas ou solares com grandes portões e paredes grossas. Tudo entra!

Reconheço que terão uma visão diferente do mundo e das coisas. Uma alma diferente? Ou apenas mais tempo para dar asas à imaginação, ao excêntrico, ao vale quase tudo?

Muito entusiasmada com a leitura.

Agustina é sempre Agustina!

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Aprendizagem e envelhecimento

 


À medida que o tempo passa, sentimo-nos mais confortáveis envolvidos em rotinas que conhecemos, entre coisas que dominamos e em procedimentos que conhecemos bem.

No dia de Páscoa recebi um iphone. Queria muito mudar de telemóvel porque estava partido e as câmaras fotográficas, para quem adora fotografia como eu, não eram lá grande coisa. 

Em princípio considerei que conseguiria passar os dados do smarthphone para o iphone  com alguma facilidade! Pura ilusão! A ganância dos donos dos sistemas não facilita. 

Ontem passei a tarde na FNAC e saí de lá cerca das 21.30h. Tinha quase tudo passado menos as aplicações que envolviam dados pessoais. Esta manhã foi toda dedicada a colocar essas aplicações. Tive ainda de ligar o novo telefone ao carro. Tudo isto me cansou imenso. Valeu-me o técnico informático ser um antigo aluno que adoro e deu para fazer uma conversa boa durante todas estas horas. 

Pouco a pouco, tudo vai entrando na rotina. Lá para domingo, terei esquecido o smarthfhone.

Como tudo na vida. Acontece que, com o passar dos anos, as planícies de antigamente se transforrmam em montanhas. Vá lá, planaltos.

Subida feita. Uma satisfação grande por ter conseguido. Pequenas vitórias que me dão alento.

Agora vou começar a explorar a câmara fotográfica. Aguardam-se melhores fotos.

terça-feira, 7 de abril de 2026

Mais uma Páscoa

 


Mais um ciclo que se fechou e recomeçaram outros que se espera sejam cheios de acontecimentos bons, de boas surpresas, de coisas novas a acontecerem. 

A Páscoa é mesmo um recomeço, um início de tudo o que parecia estagnado e indecifrável. Cada cristão acredita que é com o que parecia impossível e aconteceu que a esperança se renova no coração de cada um de nós.  No meu, acontece todos os anos. Apesar das chatices, dos aborrecimentos, das desilusões, do nevoeiro que não tem fim, há sempre boas notícias que nos alegram a alma. 

Um dia, hei-de falar do empoderamento pelo sofrimento. Algo que já senti várias vezes na minha vida! Sei que o sofrimento tem sentido, não sabendo explicar a razão. 


sexta-feira, 3 de abril de 2026

Técnicas

 


Quando me levanto, normalmente nunca me apetece fazer nada! Gosto de andar pela casa, tomar o pequeno almoço e pouco mais. Pouco a pouco começo a ter consciência das coisas penosas que tenho de realizar.

Adoptei uma técnica infalível. Começo sempre pela menos penosa e deixo um intervalo de minutos entre cada uam delas. São coisas banais mas que não me apetece realizar. Hoje comecei por temperar o pato e metê-lo no forno. Depois foi a prancha. Já consigo ficar 45 segundoss de cada vez com 3  repetições. Nada mau. Com esta alegria, foi a vez de colocar as próteses dentárias a que me estou a habituar. Esta é mesmo a pior! Uma experiência que não sei se vai acabar bem! O sorriso fica lindo, mas sempre detestei coisas que não pertencem ao meu corpo a fazerem parte de mim!

Ver o lado positivo: penso que vou conseguir comer muito menos, pelo menos nos primeiros dias!

Terceira consulta com o nutricionista. Tudo a correr como o esperado. Nunca um plano alimentar fez tanto por mim e pelo meu corpo. Nova mudança de plano até Junho. Muito feliz. Mesmo!

sábado, 7 de março de 2026

Sei, mas irrita-me do mesmo modo!

 


Depois de uns meses em fase de reeducação alimentar, cheguei, como sempre, à fase de plateau. O peso mantem-se mais ou menos igual e não baixa nem por nada. Já me aconteceu isto muitas vezes! Era a fase da desistência mas, desta vez, não vai acontecer. Consola-me a ideia de ter ganho um kg de massa muscular e o músculo ser mais pesado que a gordura. Sendo assim, posso estar com menos volume e com o mesmo peso. 

Tenho consulta dentro de um mês e começo a stressar! Sei que estou no bom caminho, continuo a fazer tudo direitinho mas a mente começa a atraiçoar-me, a enviar desânimo e ideias de boicote!

Estou forte e vou seguir em frente.

Vim só aqui desabafar um pouco. Coisas minhas de há muitos anos a esta parte!

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Coisas que penso


 Devido à minha profissão, tenho tendência a tentar mudar as pessoas principalmente aquelas com quem me importo e pensando sempre em lhe melhorar os dias. 

Como se diz vulgarmente nunca se muda ninguém. Ou se aceita, ou não se aceita  e deixa-se para lá. 

Este tentar diário faz sofrer, traz maus momentos e eu não quero isso na minha vida. 

Hoje li uma frase que fez todo o sentido - Tentar mudar comportamentos que não mudam pode adoecer quem tenta! Não quero mais doenças nem problemas.  Ver com outras lentes, com outra perspectiva, com outro sentir e seguir em frente. 

Resolução tomada!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

A inutilidade do sofrimento

 


Dá título a um livro que anda cá por casa mas nunca li. 

Concordo plenamente principalmente quando se refere a sofrimentos por antecipação do que há-de chegar ou do que possa acontecer. A vida dá tantas voltas e reviravoltas que, a maioria das vezes, nada é como imaginámos. O sofrimento devia  ser por aquele motivo e passa a ser por outro totalmente alheio e inesperado. Muitas das coisas que nos atormentam nunca vão acontecer. O mau aparece sempre de forma repentina, vindo do nada, quando estamos menos preparados.

Há que ir à luta e então sim, sofrer com sentido. Nada contra este sentimento. Em todas as etapas da minha vida senti que grandes sofrimentos causados por causas reais me empoderaram e me transformaram.

É um paradoxo! Mas é a minha realidade! Tem um sentido. Talvez seja só colocar a alma à prova, mas que  é transformador não tenho dúvidas.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Ouvido de passagem

 


Hoje tive junta médica. Como cheguei cedo, fui tomar um chá a uma padaria portuguesa mesmo ao lado. De costas para mim, desenrolava-se um diálogo entre duas pessoas, relativamente jovens, tremendamente chocante. Dizia uma delas com toda a sua sabedoria que considerava que a Escola não deveria ser de frequência obrigatória!!!!! Para que servia? Se a criança queria ir iria, se não quisesse, não iria!!! O outro respondeu que concordava com a ideia e com  o problema que era actualmente as crianças não gostarem de lá ir e terem de ir!! E para que servia? 

Estava já a começar a ferver! Tantos anos para que a escola se tornasse obrigatória no papel mas, no meu tempo de escola primária, ainda não o era na prática. Nunca me esquecerei dos olhos mortos da Maria dos Anjos que, na segunda classe, a mãe veio buscar porque precisava dela para ajudar na lida da casa. Ela, obedientemente e lentamente, retirou os poucos  materiais que tinha na carteira e saiu com a mãe, de olhos mortos e nunca mais apareceu. Ainda me lembro da revolta que senti pelo facto de a professora ( prima direita da minha avó) não a ter obrigado a ficar e a aprender. Cresceu sem saber ler nem escrever o que a tornou refém de um homem horrível que a tratou mal, não ligou nunca aos sinais inequívocos de doença que apresentava e a deixou morrer de cancro ainda muito nova.

Apeteceu virar-me para trás e perguntar se já tinham pensado onde colocar as tais crianças que não gostam de escola!! Em casa? 

E quando não gostarem de um emprego, de um colega, de uma situação? Sair de mansinho  e voltar para casa?

Estarrecida com estas mentalidades!

domingo, 4 de janeiro de 2026

Coisas da maturidade

 


Minha mãe sofreu imenso com a imagem social e as críticas que de vez em quando chegavam até ela. Como a todos, naturalmente. Vivia  com uma vontade enorme de a todos agradar,  a todos fazer felizes e adivinhar o que necessitavam para ela providenciar.

À distância  penso no que é que ela ganhou com esta atitude que lhe conheci toda a vida. Angústia, stress, e, provavelmente, alguns dos micro derrames que acumulou no cérebro e a levaram à demência. 

Com este exemplo, a minha vida e os meus dias estão, cada vez mais light quanto a este assunto. Se dizem mal, força nisso. Se pensam que sou de determinada maneira que não corresponde à realidade é só problema dos outros e não meu. Sou como sou, uns dias melhor pessoa, outros dias invadida por uma sensação de injustiça muito grande mas que vai passando. Que remédio! Se não me interesso pelo que os outros pensam sobre mim  também não quero modificar ninguém. Aceito, embora doa mais quando me sinto mais injustiçada. 

Como alguém dizia, dentro de 50 anos nada disto tem interesse.  É nesta perspectiva que temos de viver e conviver. Tudo é efémero, tudo passa. Tentei o meu melhor mas até o melhor é relativo. Para mim pode ser. Para os outros pode ser péssimo. 


sábado, 27 de dezembro de 2025

Coisas em que começo a acreditar

 


Não totalmente mas a ter em conta. Na entrada de 2025 fiquei nervosa. Era um ano que terminava em cinco. Se terminasse em zero sentiria o mesmo. Desde há alguns anos que estes anos com terminações específicas têm sido terríveis para mim. São anos em que acontecem imensas coisas negativas, entre doenças, mortes e mal estar. 

Confirmou-se.  Duas operações em dois meses, dores horríveis, recuperação lenta, fisioterapia, muita paciência para o caos, dias muito negros, muita aceitação, muitos medos e muita vontade de sair disto tudo.

Continuo a recuperar com um novo ciclo diário de treino a ter início no próximo ano para o tal ganho de massa muscular que ainda não é muito visível.

Ansiosa pelo fim deste 2025. Começo a acreditar que será em 2026 que muitos dos meus problemas  terão uma solução. A mente também já mudou e encaixo com maior facilidade tudo o que me aborrece. 

Quero acreditar!

domingo, 16 de novembro de 2025

A ministra da saúde provoca-me urticária

 


Lembra-me sistematicamente a "outra" da educação que arrasou escolas, professores, credibilidade do sistema educativo como se não houvesse amanhã. Nunca mais se reergueu. Ela sim! Ocupa um belo cargo e ainda de vez em quando a oiço na televisão a a dar a sua opinião sobre assuntos educativos!!! Incrível como se convida uma entidade destas para falar sobre o que não sabe nem nunca soube!

Esta da saúde vem dar a machadada final no SNS. Mandatada ou não, a sua arrogância, a s suas mentiras, nunca desmentidas, o seu modo de estar e dizer que não tem culpa de nada e nunca se demitirá, mexem comigo. Em primeiro lugar, porque me fazem lembrar a outra, em segundo, porque o meu medo maior é perder o pais o que de melhor tinha: Um SNS eficaz, onde todos tinham lugar, onde eram atendidos por profissionais competentes e se tinha a certeza que, mesmo sendo pobre, não se morria por esse facto. Neste momento não sei se será verdade!

Há seis meses fiz, pela primeira vez, uma reclamação à administração de um hospital dando conta do modo como cara metade foi tratado alertando para as consequências fatais que daí poderiam ter resultado caso não rumasse a Lisboa e entrasse num hospital privado!

A minha família paterna vive nos Estados Unidos quase desde sempre. Toda a minha vida ouvi casos de pessoas doentes que, por ter acabado o plafond do seguro médico, eram mandadas para casa, pessoas que embora vivessem bem, pelo facto da doença se prolongar, tiveram que fazer hipoteca da sua sua casa, pessoas que morreram por não terem o dinheiro suficiente para se curarem! O presidente Obama prometeu mudar a situação mas a pressão foi mais forte e não conseguiu. Vivi a ouvir estas histórias e agradecia sempre que saía do SNS curada, fosse atendida de dia ou de noite. 

Vem agora esta ministra demonstrar-me que os meus receios não são infundados. 

Num país de velhos, com reformas de miséria, alguém já pensou em como solucionar o problema? Ou não é um problema e querem só modificar a pirâmide etária? 

Medo! Muito medo!

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

Nova etapa

 


A recuperação, segundo os entendidos, só ficará completa com o treino de ginásio. Vou começar hoje. Nervosa? Bastante. Até agora foi só fisioterapia que agora vou intervalar com o PT e as ordens dele. 

Logo hoje que acordei mal disposta, com dores, e vontade extrema de me aninhar no sofá com uma manta e o aquecedor por perto. 

Mas tem de ser! Quero acreditar que não necessito mas é só o meu cérebro a tentar enganar-me na idade e na condição física. Vêm depois as balanças a recordar que tenho muito pouca massa muscular e a descoberta de que o meu cardiologista que eu considerava  ter na ordem dos 70 anos, ser mais novo do que eu! Choque!

Vamos lá a mais uma aventura!

domingo, 2 de novembro de 2025

Não tolero coitadinhos

 


Aquelas pessoas que mesmo sentadas em boas almofadas se continuam a lamentar ou porque faz sol, ou porque lhe dói o dedo do pé ou porque o mundo devia ser diferente ou porque queriam ser outra pessoa, ter outras coisas que não aquelas, ou simplesmente porque a única linguagem que aprenderam foi a da lamentação e a do queixume.

Ao longo do tempo, tenho verificado que esta atitude traz muitos benefícios a quem a assume. Ninguém os inveja, todos têm pena e são impelidos a ajudar quem não necessita e o coitadinho vai vivendo a vida de forma regalada sem dar nas vistas e sem grande trabalho ou impedimento.

Já eu, que detesto estas posturas e, apesar de tudo o que me tem acontecido, cabeça erguida porque ninguém necessita de saber e também não adianta nada e estou muito bem comigo mesma, sinto que atraio sobre mim raivas de descontentes com a vida que me desejam mal. Finjo que não sinto nem vejo mas tem sido uma constante nos meus dias. 

A  vida de cada um é o que é. Para além do que se vê há um mundo obscuro que nos pertence e da esfera privada. 

Falta aos coitadinhos um aspecto que considero muito importante: arranjar uma vida e começar a vivê-la. Com o bom e com o mau que dai advém. Vão ver que se sentirão muito mais realizados do que a olhar para o lado a ansiar ser outros que não vocês.

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Andamos cá tão pouco tempo...

 


Que seria estúpido perder um minuto que seja das nossas vidas e dos nossos dias na não verdade e no fingimento. Deixei-me disso. 

Tenho bem claro o que é importante para mim e é só nisso que me quero concentrar. Viver de acordo com as minhas ideias, os temas de que gosto, os meus projectos e não me sacrificar pelos projectos dos outros que por vezes deixam de ser antes de começarem. 

Viver com verdade e com propósito. Não aguentar com os sentimentos de culpa , com as perspectivas e com  complexos alheios. Já bastam os meus. 

Reduzir a minha carga de ansiedade, minorar as minhas dores físicas e psicológicas e viver inteira. Não escolhi a vida de ninguém, não tomei atitudes com as quais não concordo e fiz muitos sacrifícios para chegar aqui. Não vestir o "fato" de ninguém nunca mais. Cada um por si!

Acredito que esta postura vai fazer uma grande diferença na minha vida!

terça-feira, 14 de outubro de 2025

Adoro que me mimem


 Me ofereçam coisas que normalmente não compraria, experiências que normalmente não experienciaria, estar em sítios onde a beleza e o serviço me façam feliz só por existirem! 

Gosto de coisas boas, de mimos, de requinte! 

A necessitar de combinar algo assim! Pode ser em Portugal onde há lugares mágicos que ainda não conheço.  Necessito urgentemente de um presente de Natal antecipado oferecido a mim própria como recompensa de tanto que se passou nos último tempos. A começar a investigação!

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

Coisas que invejo


 Dou por mim a olhar a rua e as pessoas passeando cães, andando a pares, rindo, apanhando coisas do chão, levando sacos, alegres e sem esforço. Neste momento, todas estas visões me causam uma inveja terrível porque eu não consigo, porque tenho dor e medo. 

Fisioterapeuta diz que em outras situações passei pelo mesmo estado de espírito até à cura total. Não me lembro mas vou acreditar porque necessito de alguma motivação.


quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Podcasts e pessoas interessantes

 


Quando se está quase preso em casa, aproveita-se o tempo, fazendo caminhadas pela casa, exercícios e, nos intervalos, ouvindo podcasts. Ontem estive uma hora a ouvir uma entrevista ao Ricardo Araújo Pereira (RAP). Confesso que gosto da personagem. Já disse aqui que gosto de homens inteligentes e ele é mesmo muito e com uma grande cultura. 

A páginas tantas, falando da avó, transmontana, emigrante no Brasil e regressada para Lisboa  e com quem passava as férias de Verão afirmou: a minha avó era um livro de auto-ajuda ao contrário!

Nestes tempos em que tanto se publicam livros de auto-ajuda, em que se tem medo do traumatismo nas crianças, da falta de auto-estima e de todas as sequelas que daí podem vir, o ser uma auto-ajuda ao contrário lembrou-me logo a minha mãe! Sempre que lhe contava alguma ideia minha a primeira reacção era: não, não. Não vais conseguir. Só com muito esforço e trabalho e mesmo assim...

Este discurso funcionava a 100% em mim. Ai não consigo? Então vais ver! E conseguia. Vá, quase sempre.

Tal como com a avó do RAP. 

Traumatizada? Nada!

Independente, apreço por alcançar metas, combativa, resiliente, tudo isto ficou da auto-ajuda ao contrário!

Obrigada, mãe!

quarta-feira, 24 de setembro de 2025

A Casa ganha sempre à Escola

 


Ouvido hoje num podcast. Há anos que digo isto como professora e como mãe. Podemos ser muito bons profissionais, muito atentos, com muita vontade de mudar maneiras de pensar que pensamos não estarem certas no âmbito doa nossos padrões de vida e de sociedade mas esquecemos que o ninho criou os seus próprios padrões, as suas crenças, as suas balizas do bem e do mal e serão essas que acompanharão cada um de nós pela vida fora.

O saber científico é uma coisa, o saber emocional é outra completamente diferente. Tantas e tantas vezes eu ouvi: Ah, mas a minha mãe diz que não é assim! O meu pai não concorda nada com essa ideia!

 Não tenho a mínima dúvida que é essa opinião que ficará lá até ao fim!

Da minha experiência, vem a minha postura quanto à educação sexual nas escolas e à importância que, de repente, todos começaram a considerar que era grande. Nunca considerei! Dará um novo post!