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quarta-feira, 24 de junho de 2020

Já vão 10 anos!


Esta foto lembra outros tempos! Fins de semana em Lisboa com um despreocupação total! Passeios ao final do dia e brincadeiras antes do jantar. Jantávamos muitas vezes fora, andávamos por ali a descobrir a grande cidade e todas as suas oportunidades. Vivíamos sem dificuldades de qualquer ordem ou, pelo menos, tínhamos essa sensação!
Tinha o cabelo mais escuro  e  até faz impressão olhar para mim! Não gosto mesmo!
Mas a vida encarrega-se de ir mudando, pouco a pouco, para que nos habituemos e  tenhamos tempo para começar a ver novas coisas boas se calhar bem melhores que as anteriores no tempo presente.

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Fartei-me de rir!


Enviaram-me esta ilustração a que achei imensa piada. Era engraçado!
Parece que já estamos há tanto tempo confinados que de certeza, em Setembro estarão muito maiores! Não tanto como estes... mas é super cómico!

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Da primeira semana de férias


Um Algarve diferente com cheiro a Alentejo. Um espaço 5 estrelas que tudo faz para que os hóspedes se sintam mesmo bem. 
O hotel só oferece suítes constituídas por um quarto, uma sala com bancada de cozinha, uma varanda e dois Wcs. Um pequeno almoço super, um plano de atividades para todos os dias que incluía desde caminhadas até pilates ou yoga, um SPA  muito bom, uma piscina interior aquecida e duas exteriores, vários restaurantes com ofertas diferentes e um bar onde passámos a última noite e nos rimos muito!!
Estacionamento coberto e um bar de piscina com refeições ligeiras muito agradáveis. Ao jantar descobrimos boas recomendações da gastronomia de Monchique. 
Foi talvez o hotel com melhores condições em que estive até hoje. 
Recomenda-se vivamente.

terça-feira, 11 de junho de 2019

Da inquietude dos dias


Ando inquieta! Acordo sobressaltada como se algo fosse acontecer e eu ainda não saiba.  
Revejo hora a hora tudo o que tenho em mãos e receio de me esquecer de algo importante. Muitas datas marcadas, muitas coisas com prazos a cumprir e eu cansada! Este fim de semana fez-me bem mas hoje foi um martírio o levantar da cama. 
Sei que não devia, sei que devia saltar a correr da cama e bem disposta mas não dá mesmo! Esta é a última semana com alunos, a última semana em que ainda existe alguma sanidade mental. Daqui para a frente é pegar na agenda e apontar tudo o que ainda há para fazer. Misturar a isto tudo, legislação e notas informativas escritas para chinês perceber, avaliações de docentes para fazer que ainda não sei quantos são, fazer o meu relatório de autoavaliação, umas reuniões de conselho de turma com as tais doze páginas de ata que tendem a aumentar, organizar todo o trabalho ainda por fazer da direção de turma e ainda coordenar a finalização dos trabalhos do departamento curricular. 
Oxalá não me esqueça de nada!!!
Pensamento positivo: O ano passado foi pior! Um passinho de cada vez!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Tempos de liceu


Quando eu era aluna e  só tinha aulas da parte da manhã, noutros tempos claro, chegada a casa era tempo de almoço na mesa e de contar para a mãe e avó, atarefadas na arrumação da cozinha, o que tinha acontecido lá pela escola. 
Seguia-se um tempo de descanso da mente para retemperar e para começar o estudo da tarde. Não havia televisão à tarde e esse  intervalo era normalmente passado a ler ou a aborrecer os meus irmãos.
Na minha mente, o estudo começava só entre as 15.15h e as 15.30h. 
Passaram-se muitos anos e estou na mesma. Há televisão mas não vejo. Adio até não mais poder o início dos trabalhos mas as 15.30h já passaram, já comecei a trabalhar e só vim aqui para um intervalo pedagógico. Sim, que isto de ter quase 60, tem destas coisas!!

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

sábado, 27 de outubro de 2018

Coisas giras


Numa viagem de trabalho à Roménia com duas amigas do coração, muitos foram os acontecimentos que nos fizeram rir e alguns também  que nos iam traumatizando!
Nestas viagens há sempre visitas culturais a vários locais. Um destes passeios era ao mercado municipal. À frente do mercado, cerca de uma vintena de mulheres e homens sentados no passeio numa posição passiva tinham à frente deles uma balança normalíssima daquelas que temos nas nossas casas. De vez em quando um cliente aproximava-se pagava e subia para a balança! Era o negócio deles. Receberem dinheiro dos que queriam saber o seu peso.
Sinceramente esta visão  foi arrepiante! Eu que fujo da minha a sete pés, pagar para me pesar na praça pública!!??
Costumes estranhos!! Desconfortáveis!
Ficam umas fotos do mercado super colorido e com gente simpática.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Coisas minhas


Culturas docentes e sociedade do conhecimento 

Vivemos numa economia do conhecimento, numa sociedade do conhecimento e as escolas do nosso tempo têm o dever de preparar os seus alunos para esta sociedade. 
A Escola Pública torna-se crucial para a preparação científica, ética e crítica dos seus alunos o que lhes permitirá ter sucesso numa sociedade competitiva, por vezes em demasia, volátil e em constante mudança. 
Aquando da saída dos resultados do relatório PISA, Andreas Schleicher, Diretor de Educação da OCDE, assinalou que “os professores portugueses trabalham isolados, não cooperam nem observam aulas uns dos outros”, acrescentando que “mudar esta realidade seria simples e traria melhorias significativas ao sistema de ensino” e declarando que tal seria o caminho indicado para a excelência: “Os estudos que fizemos indicam que os professores portugueses mal falam uns com os outros, trabalham muito isolados e não cooperam. Esta é uma das mudanças simples de fazer para Portugal passar de Bom a Excelente nos resultados do PISA.” Frisou ainda que em Portugal os professores "praticamente não observam aulas" uns dos outros para tentar colher ensinamentos. 
A sociedade do conhecimento é uma sociedade aprendente, atenta às mudanças, bem instruída e que sabe para onde caminha. Assim, para as escolas do futuro é requerido que tenham poder para pensar, aprender e inovar. (...)
Hoje pede-se aos professores que passem de uma cultura de isolamento para uma cultura colaborativa onde o insucesso e a incerteza não são protegidos e defendidos mas, antes, partilhados e discutidos tendo em vista obter ajuda e apoio. Estas culturas colaborativas também respeitam, celebram e permitem a expressão do docente enquanto pessoa (Fullan & Hargreaves, 2001). (...)
A sociedade do conhecimento necessita de equipas e grupos. Ensinar numa economia do conhecimento  implica trabalhar em grupos de trabalho colaborativo coeso, influenciando-se uns aos outros e a si próprios numa comunidade profissional que é segura o suficiente para enfrentar as diferentes opiniões e pontos de vista e aprender com eles (Hargreaves, 2003). Porém, a capacidade de trabalhar em equipa  de maneira fácil e eficaz é um desafio grande para as equipas de docentes (Bonals, 2008). (...)
A escola atual deve manter como principal motivação o incremento do trabalho colaborativo mas, paralelamente, deve alterar muito do que está estabelecido para que este se autovalorize, se engrandeça e permita um trabalho em equipa onde todos os docentes possam sentir-se motivados, integrados e participantes numa escola aprendente e motivada para o sucesso.  

Autores: Eulália Tadeu  e Joaquim Machado in Atas do II Seminário Internacional - EDUCAÇÃO, TERRITÓRIOS E DESENVOLVIMENTO HUMANO - Universidade Católica - Porto 2017

segunda-feira, 4 de junho de 2018

O que mudou?


Tudo!
Na primeira era uma menina do campo que conhecia a cidade através de idas esporádicas quase sempre por visitas ao médico ou  para realizar tarefas inadiáveis com os meus pais. Vivia feliz numa família alargada que no Verão me levava à praia não pela diversão mas por razões terapêuticas. 
Todos nos conhecíamos e confiávamos. Pelo menos eu! A casa dos meus avós maternos era o centro do meu mundo e o futuro regulava-se pelas estações que iam e vinham. A minha preferida era o Inverno porque me fascinava a neve e o aconchego que trazia à família. 
Na segunda já passei o meio século. Já vivi em cidades diferentes, já amei outras gentes que não a minha família original, já criei a minha própria família,  os meus filhos já levantaram voo  e já me desiludi tantas vezes que já quase é impossível surpreender-me com mais desilusões! Quase!
O que ficou? Esta vontade de conhecer, descobrir  e criar que há-de morrer comigo! Este gostar e precisar da minha companhia para colocar as ideias em dia. Este acreditar que sou capaz mesmo que a tarefa seja árdua.
E pouco mais!

terça-feira, 6 de março de 2018

Filho mais novo está por aqui a almoçar com a sua amada!

Fico muito feliz por eles! Depois apeteceu-me pesquisar sobre Filadélfia.





Uma das mais antigas cidades norte-americanas, e outrora a segunda maior cidade do Império Britânico (superada apenas pela capital imperial, Londres), Filadélfia desempenha um papel de grande importância desde a época daTreze Colónias, e os primeiros anos da independência dos Estados Unidos. Grande parte desta proeminência deve-se à acção de Benjamin Franklin, habitante da cidade e de quem partiram muitas ideias que, germinadas, levaram à Revolução Americana e a subsequente independência do país. Como maior cidade e centro geográfico e social das colónias, a cidade sediou o Primeiro Congresso Continental e, após a declaração de independência em 4 de julho de 1776, seria capital do país em outras quatro ocasiões, sendo a última vez entre 6 de dezembro de 1790 e 14 de maio de 1800, quando a sede do governo foi transferida para a então recém-construída cidade de Washington. (daqui)

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Da felicidade


Um dois três... quem quer jogar comigo à macaca? Tardes quentes, escadas dos vizinhos marcadas a giz e eu por ali. Pé no ar, 1, 2, 3...
Tanto joga que mete o pé para dentro dizia meu pai. E eu feliz! Naquela rua sem saída que se fechava com a nossa casa. A porteira para o quintal, o passadiço viçoso cheio de florzinhas lilás e depois a amplitude de três arretos, o último dos quais era o reduto da minha mãe. Uma horta super organizada matematicamente estruturada rectângulo a rectângulo. Havia também a parte dos morangos que se espraiava todos os anos a conquistar terreno.
Meu pai nunca gostou da agricultura. Fazia e sabia fazer mas  não gostava. Tal como eu! O corpo doía pela noite dentro depois de dias cheios de actividade.
Eu também não gostava de porcos nem dos gritos deles pelas noites de Inverno quando morriam às mãos dos homens para encherem salgadeiras de carne que pouco a pouco ganhava a cor amarelada do tempo.
Naquela rua sem saída aprendi a ser feliz com pouco, contando comigo e com os meus sonhos. Cantava muito e ria muito porque os meus sonhos e  a minha imaginação me chegavam. Aos Domingos havia o ritual das regas. Manhã no quintal, à tarde regar as árvores. Algumas das quais arderam agora tirando sentido a tanto esforço, balde de água cheio, vezes sem conta, para despejar em cada uma delas. E eu pequena quase sem poder com ele. Regressava a  casa sozinha, como eu gostava, imaginando um mundo só meu onde era possível falar com a natureza.
As sestas de Verão na frescura dos quartos interiores e o silêncio. As saudades do pai. A alegria das suas chegadas! 
Os Natais com neve, que não permitia que se saísse de casa o que obrigava a conversas longas e a meiguices curtas e envergonhadas porque um beirão nunca se derrama em gestos de carinho só porque sim. 
Por aqueles lados, mostra-se o amor sendo para o outro. E basta ser para o outro. Basta pensar no outro e adivinhar o que o fará feliz. E fazê-lo. O amor para um beirão dá sempre muito trabalho porque nunca se resume a palavreado. É necessário trabalho, acção, dedicação!
A minha avó a viver connosco e que permitia que eu deitasse a cabeça cansada no colo dela, as duas sentadas ao lume, com as mãos enrugadas por cima da minha cabeça. Sempre conheci a minha avó de preto e com as mãos enrugadas. Mas como sabia bem tê-la ali para tudo! Chorava de medo de perdê-la.  Um dia, já eu adulta, cansou-se de viver e nunca mais saiu da cama. O que deixou em mim para sempre, além das saudades sem fim,  foi tanto e tão importante que seria impossível de escrever. Lembra-me o sorriso, o bom senso, a sabedoria e uma certa altivez que me dá graça. 
A minha mãe sempre a trabalhar! São poucas as recordações dela parada, descansada, repousada. Sempre em movimento, sempre empenhada em levar os filhos longe, sempre acreditando no trabalho como o melhor remédio para todos os males. Estava triste, trabalhava, estava stressada, trabalhava até que o corpo já não podia mais e o dia acabava.
A escola do outro lado da aldeia. Companheiras em salas grandes e frias que foram ficando pelo caminho e agora reencontro como avós felizes. Aquele espaço, disse sempre  minha mãe, era para aprender e assim foi. Sempre a primeira da classe porque tinha de ser. Não havia espaço para falhas. 
Nas férias regressava a casa o Sr. Hélio, nosso vizinho que passava o resto do tempo no sanatório da Guarda. Minha avó não nos deixava aproximar dele e ainda hoje vejo estendidos na corda da roupa os lenços de assoar vermelhos que ele usava. Estranhava a cor mas apenas isso. Nunca ninguém me explicou a razão porque não eram brancos como os de lá de casa.
Anos mais tarde partiram os nossos vizinhos do outro lado da rua para a América. Choraram todos muito e eu não percebi porquê. Nessa noite de partida eles já sabiam que nunca mais voltariam ali,  como aconteceu. 
Depois veio para uma das nossas casas a Sra Aida. Mulher boa, muito boa mesmo, que a primeira coisa que pediu foi para lhe cortarem a electricidade porque não tinha dinheiro para a pagar. Minha mãe não o fez e pagava-a ela. Eu escrevia-lhe as cartas para as filhas que viviam em Lisboa para onde tinham partido ainda crianças. Um dia, uma delas deu-me uma chávena com pires como recompensa pelas horas semanais em que retirava da caixa o caderno, escrevia o que ela ditava metendo no envelope com selo as poucas notícias da terra e da vida. 
Um dia, por tricas sem importância, a minha mãe esfriou a relação com ela. Tive imensa pena. Coisas de mulheres e de filhos. Cada uma pelos seus como deve ser. Depois, foi viver para o lar. Gostei sempre muito dela e tenho pena de não a ter visitado mais vezes e de não a ter acompanhado até ao fim. 
Aos 10 anos parti para Coimbra. De um dia para o outro passei de uma rua sem saída que a minha casa fechava, para grandes avenidas em construção, prédios muito altos, escola com turmas com meninas que nada me diziam porque a vida delas era tão diferente que não havia nada para pôr em comum. Pouco a pouco fui observando um novo modo de viver. O meu pai comprou um andar e deixámos de ter quintal durante a maior parte do ano. Contratámos um leiteiro e um padeiro como víamos os vizinhos fazer. Na mercearia perguntaram a minha mãe se queria um rol e ela ficou chocada e respondeu: eu pago sempre o que compro no momento! E pronto! 
A vida na aldeia começava com a chegada do Verão mas já nunca mais foi a mesma coisa. Só o trabalho continuava. Agora o meu coração começava a prender-se à cidade, aos amores de juventude, às saudades dos cafés, dos amigos, das quadras de ténis que entretanto comecei a frequentar. 
Já não pertencia verdadeiramente a lugar nenhum!
Como ainda hoje me sinto. Como me sentirei sempre. 

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Temas e temas

Poderia escrever muito, dar a minha opinião, falar dos meus sentimentos, das minhas mágoas, do que sinto em relação à vida e às pessoas. Podia escrever sobre o amor e sobre a amizade ou inimizade, sobre a gratidão ou ingratidão, sobre a dor ou a alegria. Poderia escrever sobre o que desejo, sobre o que sei nunca  vir a ter ou sobre aquilo que terei. Poderia escrever sobre o ânimo e o desânimo, sobre os laços e as rupturas, sobre o que vem  e o que vai sem se dar conta. Poderia escrever sobre o importante e o nem por isso. Poderia escrever sobre tudo isto! Mas não quero!
A vida ensinou-me a beleza  do silêncio!

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Tudo muda, tudo sempre a girar


Deve ser isso viver. Adaptar-se às mudanças, aos tropeços, aos acontecimentos com os quais nunca nos confrontámos e não sabemos resolver. Vale a experiência acumulada mas, por vezes, não é suficiente.
Gostava de saber sempre o que dizer e fazer. Não ter dúvidas,  saber sempre qual o meu papel e o que esperam de mim. Estou tão longe, tão dispersa, tão emaranhada que a única coisa a fazer é seguir a minha consciência e os antigos conselhos de meu pai. SEGUE O TEU CORAÇÃO!
Cá vou seguindo Pai! Obrigada por todo o teu amor que me ensinou que estar atento e amar incondicionalmente  nem sempre é sinónimo de grande ruído!


quarta-feira, 26 de abril de 2017

Da construção da imagem


Gosto disto. De algum tempo antes de um evento começar a imaginar a imagem que quero levar comigo: extravagante, clássica, moderna, o que me apetecer na altura e esteja  mais de acordo com o meu sentir na altura,
Estou neste modo. Agora apetece-me ser romântica e escolho cores pastel (que dizem que me ficam mal), brancos nublados e uns apontamentos de cor. Vestidos com tecidos fluidos que se agitam com o vento e o andar. Cabelo às ondas. Falta o apontamento secreto. O que fará toda a diferença. Procuro no net e não encontro porque já o tenho na cabeça e tem de ser como o imaginei, Ainda tenho tempo. Sei que o vou encontrar!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Desta semana


Apesar da idade não me convenço dos anos que vou fazer! Lembro-me de há muito tempo considerar muito velho alguém de 50 anos! E agora, já com tantos além dos 50, sou o quê?
Passo o fim de semana com a minha mãe rodeada das pessoas da idade dela e tudo me impressiona. Os diálogos que ficam a meio, a falta de lucidez, a demência, o alheamento, a solidão, as dores que sentem, os problemas de saúde sem remédio...
Habituam-se dizem alguns! Esquecem-se com rapidez dizem outros!
Será necessária esta antecâmara para deixar a vida? Serão necessários este vazio, estes olhares tristes, esta solidão, para que a vida se apague pouco a pouco?
Eu penso sempre o mesmo: dentro de poucos anos,,, dentro de pouco anos... dentro de poucos anos...
e uma vontade renovada de viver toma conta de mim! Seja lá isso o que for!

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Tempo que passa!


Hoje passámos por lá. Lembrei-me de outros tempos em que qualquer comemoração dava lugar a  um passeio, a novas experiências com o objectivo de lhes ensinar a vida e as coisas. Desta feita  era no castelo de S. Jorge.
Eles cansavam-se mas aprendiam. 
Tirámos uma nova foto para ver o tempo a  passar, para ver como estamos diferentes, para nos lembrarmos que já muita água passou por baixo das pontes e que as nossas vidas já deram imensas voltas e reviravoltas mas aqui continuamos. A sorrir! Sempre!


domingo, 20 de março de 2016

Chove e começa a Primavera


A precisar de uns casaquinhos leves e dentro das tendências da estação! A desculpa de um café necessário para acordar dos pesadelos da madrugada e lá fui  eu!
Fica-me bem! Trouxe também um cinto! Vi as modas, as cores, os estilos e tive ideias! Muitas! Para utilizar o que já existe cá por casa.
Momentos  só meus mas que me fazem tanta falta nos dias cheios de gente e de trabalho.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Dia do professor ... atrasado!


Deixo a foto de uma professora de sorriso triste que me impressionou imenso numa escola de uma pequena cidade na Roménia. Apesar de tentar sorrir, apesar da flor na janela tudo naquela aula era triste. 
E esta melancolia que se desprendia dela emocionou-me! Momentos que ficaram.
Apeteceu-me partilhar num dia em que se lembram os professores mas como não tive tempo, fica agora como homenagem a todos os colegas que comigo partilham a profissão, missão, tudo e mais alguma coisa.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Fez sentido


When you are old


When you are old and grey and full of sleep,
And nodding by the fire, take down this book,
And slowly read, and dream of the soft look
Your eyes had once, and of their shadows deep

How many loved your moments of glad grace,
And loved your beauty with love false or true,
But one man loved the pilgrim soul in you,
And loved the sorrows of your changing face;

And bending down beside the glowing bars,
Murmur, a little sadly, how Love fled
And paced upon the mountains overhead
And hid his face amid a crowd of stars.

William Butler Yeats

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Coisas boas



Que noutros tempos eram más!
Chegar ao quarto de filho mais novo e olhar aquela desarrumação costumeira dá-me uma alegria que ninguém consegue imaginar!!!
Está em casa. Vive cá, tenho a companhia dele à noite. Tudo o resto é tão secundário que nem vale a pena falar nisso.
Tenho-o de novo em casa. E isto basta.
Como tudo se modifica na vida! Como a nossa visão das coisas se altera!!!