quinta-feira, 4 de junho de 2026

Leituras

 


A Agustina é sempre uma boa escolha para  tardes de ócio e  serões calmos e silenciosos. 

Queria mesmo ler esta obra!

Sempre considerei que os ricos, os mesmo ricos, o chamado dinheiro velho, têm  códigos diferentes entre eles, diferentes dos do comum dos mortais. Nunca me interessei por os conhecer. Não por vergonha ou acanhamento mas só porque, não pertencendo ao clã, não vale a pena ocupar a minha mente com isso. 

Acho graça a alguns deles e, à medida que envelheço, concluo que que de nada  lhes vale a suposta altivez e os códigos secretos de conduta. As desgraças e tudo o que tiver de acontecer vêm na mesma para todos, pertençam, ou não, ao dinheiro velho e tenham quintas ou solares com grandes portões e paredes grossas. Tudo entra!

Reconheço que terão uma visão diferente do mundo e das coisas. Uma alma diferente? Ou apenas mais tempo para dar asas à imaginação, ao excêntrico, ao vale quase tudo?

Muito entusiasmada com a leitura.

Agustina é sempre Agustina!

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