Mostrando postagens com marcador o que aprendo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador o que aprendo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de julho de 2025

Houve um tempo em que me arreliava

 


Um tempo em que qualquer maneira de ser que fosse muito diferente da minha e me destruísse as minhas expectativas, os meus prazeres ou momentos da minha felicidade, me irritavam sobremaneira. Desgastei-me com ditos, alguns mentirosos, com procedimentos, com actos que achava que não merecia.

Depois, sem fazer muito por isso, veio o tempo da aceitação. Sei que nunca irei mudar nada, que tudo continuará igual, ou por personalidade, ou por intencionalidade, e deixei de me importar. Tanto me dá que o rio corra para a direita como corra para a esquerda ou até resolva voltar a montante. Para mim, está tudo bem!

Cuidar do meu bem estar, porque sou uma pessoa com necessidades e gostos que a cada dia que passa se tornam mais urgentes. Fiz tudo o que pude. Sofri durante anos um desgaste enorme somatizado, muitas das vezes. 

Chegaram os dias de paz. Uma paz conseguida à custa de muita "guerra" interior.

Pensam assim? Pois muito bem! Podem continuar que a mim não me influenciará nunca mais. 

Mesmo que os pensamentos passem a acção, adapto-me porque o mundo não é perfeito. Eu não faria! Mas quem sou eu? Daqui a 30 anos ninguém saberá! Relativizar dá uma perspectiva muito sábia à minha maturidade.

Agora vou ali investigar uns assuntos que me interessam e da parte da tarde vou sair com amigas de longa data. 

É só mudar o chip! A qualquer momento da nossa vida. Tivera eu a sabedoria para o ter mudado muito antes!


terça-feira, 14 de janeiro de 2025

Gosto mesmo muito de alunos


 Se há algo que posso dizer com toda a certeza é mesmo isto: adoro estar com alunos. 

Este ano, tenho os alunos que têm algumas ou muitas dificuldades. Vão em pequeno grupo ter aulas comigo. Adoro entrar-lhes na alma, com muito cuidado para não os ferir, e perceber o porquê de certos comportamentos e atitudes face ao mundo, à aprendizagem e à escola. 

Hoje tive o J.  sozinho porque os colegas faltaram. Falámos na apresentação oral de Inglês e dos temas que tem à disposição. Disse que ia escolher o tema "quem sou eu" e deixava o tema " a minha família" porque no ano anterior tinha sido muito complicado. O J. têm um sorriso lindo e um problema de dicção que o torna único. Perguntei porquê e  respondeu com um sorriso: não tenho fotos do meu pai, então procurei uma foto de um homem qualquer e coloquei no  slide. 

Pelo meio, contou que se levanta todos os dias às 6 da manhã para acordar o primo que vive com eles e vai para uma escola especial. Como o primo nunca quer acordar, demora sempre imenso tempo. Apanha o autocarro às 7.30h e chega à escola às 8h. Vive também com o avô e avó.

Que motivação se espera deste miúdo? Que  é que se pode pedir mais? 

Se pensarmos mais nas almas e nos problemas que cada um carrega, talvez sejamos mais benevolentes quando falamos deles. 

Não são todos iguais é claro. Há alguns super mimados e parvos que tudo têm e ainda pedem mais. 

Mas estes alunos com estas vidas tramadas, dá vontade de os pegar ao colo e os transportar para uma vida melhor, um canto onde possam estudar bem todos os pontos das disciplinas, sem o primo que não quer acordar dentro das suas limitações e sem a noite da madrugada a dificultar todos os pensamentos e a vinda para a escola. Estou contigo J.

quarta-feira, 25 de setembro de 2024

Novos interesses


 Interesses que passam pelo digital envolvendo novas plataformas e a inteligência artificial. Com muita vontade de aprender. Penso que já vou morrer assim - sempre a querer experimentar novas coisas, novos métodos, novas abordagens. Testando todos os dias a minha capacidade de aprender sozinha. 

Vou lá chegar. Sei que sim. Já iniciei hoje o novo projecto.

quinta-feira, 11 de julho de 2024

Booked

 


Uma semana no meu norte de eleição na calmaria dos dias e do bem fazer. Paradita, contemplativa e a renovar energias.

Portugal continua a ser, para mim, o país com melhor qualidade ao nível dos alojamentos  e das condições que oferecem. Não admira que sejamos tão visitados. 

Em património histórico e cultural ninguém nos bate ou não sejamos nós o país mais antigo da Europa. O que eu adoro pesquisar, conhecer e estudar antes de partir para depois me deliciar com o estar, o ver e o apreciar!

Lá mais para a frente que Julho ainda está muito cheio de trabalho profissional e pessoal.

domingo, 7 de janeiro de 2024

Paragens forçadas que reforçam o ser

 


Estive parada  e com muletas desde Dezembro 2022 a Maio 2023.  Primeiro, sem colocar o pé no chão, depois com bota e sessões de fisioterapia. Todos os dias em um novo desafio. Subir e descer escadas um esforço sem fim. O medo de cair e piorar a recuperação apoderou-se de mim. Ainda hoje caminho a olhar para o chão para verificar qualquer alto na calçada que me faça tropeçar.  Foram 60 sessões de fisioterapia. Primeiro em casa, depois na clínica. Seguiram-se novos tratamentos. 

De todas as experiências, principalmente das más, retiramos lições para a vida. Deixo as mais importantes:

- Nada neste mundo é garantido. De um momento para o outro estás a caminho do hospital para ser operada e ficas completamente dependente de terceiros.

- Quando qualquer amigo  tiver um problema, não basta dizer, se precisares  chama-me. É necessário ir mesmo e fazer o que for necessário. Estar presente.

-Até nos sítios menos usuais  encontras rotinas e momentos agradáveis. Tive pena do grupo que deixei na fisioterapia quando acabou! Não podemos ser negativos. Temos sempre de ver o lado positivo. aprendi muita coisa nas longas conversas com pessoas com idades e profissões muito variadas.

-Apreciar mais o que podemos fazer quando o pior já passou. Não há uma única vez em que suba as escadas da minha casa  em que não me lembre de quando as subia agarrada ao corrimão com toda a força que tinha e mesmo assim com muito esforço.

- A família é o mais importante que temos na vida. Nestes momentos sabemos, se ainda tínhamos dúvidas, quem são os elementos que se interessam verdadeiramente por nós. Esta aprendizagem fica para a vida e condiciona o modo como vivemos dali para frente.

- Deixas de  ter paciência para queixumes inapropriados.

- O que os outros pensam ou dizem deixa de fazer sentido. Reajo como sempre a minha mãe me ensinou: com o silêncio. Não confundir silêncio com surdez porque oiço, registo e nada fica igual.

- Ficou muito menos ruído à minha volta. O foco ficou mais claro e os objectivos também.

quinta-feira, 18 de junho de 2020

Recordar só serve para lembrar que tivemos uma vida


Nunca poderá servir para viver no passado afirmando que nesse tempo é que era bom e tantas saudades e era tão feliz e pensava que seria sempre assim e blá, blá blá! 
Não era, nunca foi e nunca será. 
O que interessa mesmo é pegar neste tempo que temos todos os dias e transformá-lo no nosso melhor tempo. Porque é possível ainda vivê-lo, porque temos saúde e vontade e isso é o mais importante. 
Recordar é só ver o caminho que percorremos até aqui até sermos quem agora somos, até termos aprendido tudo o que sabemos, umas vezes a bem, outras vezes a mal e termos um orgulho enorme em tudo aquilo que conseguimos construir. 
Aproveitar, viver e ser feliz. O meu lema para os próximos anos!

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Coisas que se descobrem na quarentena


Lojas fechadas não impedem que se coloquem as duas mãos ao lado da cara  e se tente ver deslumbradamente o que existe lá dentro, certo?
Foi o que fui fazendo nos passeios de semana que pareciam domingos sem ninguém na rua. Ficaram-me debaixo de olho umas peças super lindas numa loja para onde nunca tinha olhado! 
Já lá fui e já comprei. ficou-me ainda lá, mas penso que não por muito tempo, outra muito gira que me chamou de longe!
hoje foi o dia de ir comprar preborato o produto milagroso que tira o encardido, as manchas amarelas do tempo, tudo e mais alguma coisa, nas roupas que se querem impecáveis. Amanhã trato as últimas peças que necessitam. 
Falta ainda ir buscar a roupa à lavandaria mas, pelo sim pelo não, é melhor esperar lá mais algum tempo não me vá trazer bichos para casa!

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Coisas que me surpreendem


Ontem tive uma consulta médica num centro privado com acordo com a ADSE. Fui informada, logo no início, de que a especialidade que eu pretendia não tinha acordo com a ADSE facto que já era do meu conhecimento. 
Mesmo assim, perguntaram se eu teria um cartão de seguro de saúde. Não, não tenho.
E cartão Continente?
Neste momento passou-me pela cabeça que estavam a brincar comigo e disse a medo que sim!
Então só paga metade e ainda vão 5 euros para o cartão!
Como disse?
É assim porque o Continente tem uma parceria com uma empresa dos tais seguros de saúde!
O que se aprende nos consultórios médicos. E o que se poupa!
Cartão Continente ao poder!

sábado, 10 de novembro de 2018

Devia ser obrigatória a leitura deste livro


Já tem algum tempo. O meu exemplar foi adquirido em 2009 e tem-me servido muitas vezes para clarificar ideias e traçar metas eficientes. Sem uma boa formação neste âmbit,o muitas das questões ficam  sem resposta e em educação a deriva não é solução. Não é educativo fazer só por fazer. Temos de saber o caminho certo e a estratégia adequada baseando a nossa prática na teoria já enunciada.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Este blogue é escrito por uma pessoa quase a chegar aos 60!


Nada que me preocupe por aí além. Vivo muito melhor comigo agora do que vivia na minha adolescência. Era muito insegura, muito influenciável e, pensando bem, estas duas características foram-me muito prejudiciais.
Com o passar dos anos, fui observando, comparando, lendo e estudando os outros e os seus comportamentos e  os anos de trabalho e de exigência foram-me ensinando o que ainda  me faltava. Ganhei "tarimba", confiança em mim e na capacidade de superar toda e qualquer dificuldade que apareça.
Por esta altura da vida já poucas coisas me afectam. Direi  que só mesmo a doença e as suas consequências.
Poderei até dar a ideia que não, que me importo muito com ditos, ou críticas, ou risos  escarninhos. Nada disso chega a passar a minha pele. Nunca nada disso alcança o meu coração. Posso até falar algum tempo sobre o assunto mas não lhe dou a mínima importância.
Fui aprendendo a lidar com situações adversas sabendo que tudo tem um fim e as reacções dos outros têm sempre um motivo. A maioria das vezes é só porque sim ou porque desejam algo que nós temos! Pode ser algo que nós próprios não valorizemos mas que faça parte dos sonhos do outro. Por vezes, criam-se ambientes hostis, mas o silêncio estratégico é o melhor remédio para deixar passar  por entre ele as tempestades provocadas pelo desamor e inseguranças que os outros sentem. 
A vida dá muitas voltas! O que é hoje não é amanhã e, quando somos mais novos, tendemos a imaginar que tudo é imutável e tem grande possibilidade  de vir a piorar.
Nada disso! Saibamos aproveitar os pontos fracos dos outros para nos empoderarmos ainda mais.  É uma arte, mas logo que dominada traz à nossa vida e aos nossos dias uma paz inigualável e um poder intrínseco fantástico!

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Pormenores


Nunca fui pessoa de pormenores patéticos que não servem para nada. Na profisão causam-me urticária porque me ocupam tempo precioso que poderia ocupar de outro modo. Aquele colega que envia uma acta para emendar porque lhe falta um acento sabendo muito bem que a frase não perde o sentido e depois de arquivada nunca mais ninguém a lê. Aquelas pessoas que  gostam de encontrar pormenores só para complicar mas que depois não se traduzem em nada nem têm uma teoria sequer que sustente as  suas opiniões. É só porque sim. Porque quero e me apetece complicar e estragar o trabalho do grupo. 
Sou totalmente pragmática. No importante, naquilo que pode influenciar a aprendizagem dos alunos não dou tréguas. Sou chata com a indisciplina, com o burburinho que se gera do nada, com as entradas ordenadas nas aulas, com as observações sem sentido e fora de contexto dos alunos. O primeiro período é sempre um tempo chato porque eu não deixo nada por mãos alheias. No segundo período, já estamos  habituados  e como as regras já foram interiorizadas  posso relaxar, rir e ser eu própria.
Com os alunos tudo corre sobre rodas. Com o resto do trabalho quase  tudo corre sobre rodas. Faltam ainda alguns pormenores. 
Com a idade fui aprendendo a perceber que o que é hoje não o é amanhã e todos mudam de opinião com a maior das facilidades. Houve um tempo em que eu achava que pensar sempre do mesmo modo era sinal de estupidez mas o ritmo de mudança de pensamento, por estes lados, anda muito acelerado.
A idade também me ensinou a não me preocupar. Tudo se resolve. Por vezes não se resolve mas ninguém dá conta! E se não se resolveu e ninguém deu conta é porque não era importante!!
Hoje lembrei-me disto tudo quando estava a ler, com muito entusiasmo, uma entrevista dada pelo médico António Coimbra de Matos grande psicanalista  que com 88 anos ainda dava consultas e que  às tantas, no meio da entrevista, afirmava: Só puxa dos galões quem não tem c******!
Grande Homem do Norte!
It´s true!

domingo, 15 de julho de 2018

´Na lista

Visitar, sem falhar, este Verão!

terça-feira, 17 de abril de 2018

Professores competentes



  1. Quando gostam e se entusiasmam com o que fazem;
  2. Quando estão cientificamente actualizados (lêem, interagem, problematizam, escrevem, estudam...);
  3. Quando conhecem todos os seus alunos e não desistem de nenhum;
  4. Quando se integram e constroem uma comunidade profissional de aprendizagem;
  5. Quando são autores, criadores de horizontes e possibilidades (autoridade);
  6. Quando fazem aprender todos os seus alunos - sobretudo aqueles que não querem - (diagnóstico, diferenciação, monitorização, avaliação formativa);
  7. Quando encorajam, desafiam, provocam e  se tornam "dispensáveis".


José Matias Alves - Universidade Católica do Porto - 8º ciclo de seminários de aprofundamento em administração, supervisão e organização escolar

segunda-feira, 12 de março de 2018

O que a vida nos traz


Sempre acreditei que as melhoras coisas da minha vida me aconteceram de surpresa e também da minha capacidade em me deixar ir e aproveitar as surpresas que foram aparecendo. Não quero com isto dizer que não me arrependi muitas vezes da aceitação repentina do muito que me foi aparecendo mas, no final, o balanço é sempre positivo.
Aproveitar as oportunidades, sem grandes planos ou ambições dá estaleca, traz experiência mais que não seja o pensamento " por aqui não torno a ir" e que sempre dá muito jeito para evitar futuros erros e transforma o nosso modo de ver e de ser.
É claro que tudo isto se torna mais fácil quando se é mais novo mas, mesmo agora, e ainda neste serão tenho dois ou três projectos para investigar e saber pormenores não vá estar por ali uma oportunidade que eu possa perder por falta de informação. 
Não vale a pena pensar muito.  Tal como  com o mar,  cavalguemos as ondas  e sintamos o prazer do momento.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Desde que ajude!


Quando tenho um volume de trabalho enorme à minha frente e estou muito cansada, como é hoje o caso, tenho um truque que tem dado muito bom resultado. 
Deixo de trabalhar por tarefa e passo a trabalhar por tempo marcado.
Explico: tenho um montão de roupa para passar a ferro. Estou cansada. Não me apetece mesmo nada começar. Vou passar a ferro durante uma hora. Nem mais um minuto! É motivador, libertador e algum do trabalho fica feito. 
Allez!

domingo, 14 de janeiro de 2018

O passar do tempo


Levo-o bem! Fisicamente sinto-me bem mas emocionalmente há grandes perdas que vão fazendo estragos.
Sinto que necessito cada vez mais de tempo de descanso, tempo só para mim para limpar a cabeça e limpar os assuntos que me incomodam.
Antes, era só andar em frente, talvez de uma forma  um pouco inconsciente mas muito mais feliz e alegre.
Hoje em dia penso muito mais os prós e os contras, o que poderá vir pela porta, o que poderá vir a
 ser entrave aos meus dias.
Talvez seja amadurecimento. Talvez seja só velhice. Eu disfarço, mas, por vezes, é difícil ser inconscientemente feliz como era  dantes.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Sobre o trabalho


As mães das mulheres da minha idade eram quase todas donas de casa. Houve um tempo da minha vida em que eu tinha a mãe e a avó sempre prontas a satisfazerem as minhas necessidades. Vidas de luxo!  Chegava do liceu e tinha a mesa posta! Guardanapo de pano personalizado. A avó servia-me, a mãe levantava o prato e lavava a loiça. Vidas perfeitas, portanto! Vidas que nunca consegui dar aos meus filhos a cem por cento.
A vida da minha geração é regida por horários e obrigações mas traz também bons momentos de convívio que faltaram às nossas mães. Destes momentos nascem amizades e amparos que nos vão suportando os dias e as dificuldades e tudo isso é positivo. As nossas mães eram mais solitárias, tanto nas alegrias como nas tristezas.
Traz também a necessidade de saltar da cama, fazer a maquilhagem, escolher a toilette, colocar o perfume que vai com o dia e os sentimentos e sair para a rua com o nosso maior sorriso mesmo que o coração não esteja assim tão belo.
No local de trabalho há sempre alguém que diz algo engraçado, outra que diz uma piada, outra que faz algo despropositado, outra que diz a palavra certa no momento certo e todos estes momentos vão cimentando amizades e amparando amarguras.
Hoje foi um dos dias de risos. Foi bom!

domingo, 19 de novembro de 2017

Coisas que gosto de saber


Este verão quando visitei Regensburg na Baviera lembrei-me de uma ligação que havia com aquela cidade e a coroa portuguesa. Não consegui, na altura, relembrar o acontecimento.
A gripe de que fui acometida e me fez ficar de cama durante todo o fim de semana e nos intervalos de almoço durante a semana permitiu-me reler alguns documentos históricos já esquecidos.
Então foi assim: D. Miguel ( Miguel Januário de Bragança), único varão e segundo filho mais velho do rei Miguel I de Portugal e da sua esposa, a duquesa Adelaide de Löwenstein-Wertheim-Rosenberg, casou-se em Regensburg  no Reino da Baviera com Isabel Maria Maximiliana de Thurn e Taxis  no dia 17 de Outubro de 1877.
Juntos, tiveram três filhos:
Miguel Maximiliano de Bragança (22 de Setembro de 1878 – 21 de Fevereiro de 1923), pretendente miguelista ao trono de Portugal até 1920; casado com Anita Stewart; com descendência.
Francisco José de Bragança (7 de Setembro de 1879 – 15 de Junho de 1919), um oficial no exército do Império Austro-Húngaro; sem descendência.
Maria Teresa de Bragança (26 de Janeiro de 1881 - 17 de Janeiro de 1945), casada com o príncipe Carlos Luís de Thurn e Taxis; sem descendência.
 Isabel morreu aos vinte anos de idade, em Ödenburg, pouco depois de dar à luz a sua primeira filha, Maria Teresa.O seu marido Miguel Januário acabou por se casar novamente a 8 de Novembro de 1893, em Kleinheubach, com a princesa Maria Teresa de Löwenstein-Wertheim-Rosenberg.
Coisas e factos que gosto de recordar.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Faz amanhã mais um ano sobre o dia em que descobri que a felicidade podia ter mil cores


O dia em que o Miguel nasceu e me enriqueceu a vida para sempre.
Amanhã fazes 30 anos! Um marco importante! Já tanta coisa realizada! Já tantos momentos felizes. Já uma família construída, cheia de amor e uma fofinha a iluminar os dias. 
Que mais  podes desejar? Apenas continuar assim!
Gosto de te recordar a época dos 20 nesta foto tirada lá longe onde o frio e a neve não te impediam o treino e a determinação. Gosto da passada decidida, do olhar em frente, da confiança estampada em toda a postura, do teu enfrentar os elementos como se a tua força fosse capaz de os derrubar.
É assim que te vejo. 
Será assim que sempre te verei!
PARABÉNS!

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Foi um dia importante


Obrigada a todos os que estiveram comigo e me desejaram sorte com verdade. 
Estou grata à vida por mais uma oportunidade. 
Obrigada meus filhos por, mesmo de longe, me terem dado ânimo. Acreditem que pensei em vocês o tempo todo. Pensei também na minha querida neta a quem dediquei também este trabalho. Ela merece tudo!
Depois, lanche com três pessoas queridas que me acompanham há tantos e tantos anos e continuam a estar comigo nos meus momentos importantes. Irmãos para a vida e companheiro de vida todos juntos para me fazerem feliz. Conseguiram. Obrigada querida família.