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quarta-feira, 19 de junho de 2019

Dias cheios que chegam ao fim


Sair da reunião e entrar na sardinhada anual organizada com todo o carinho por quem há tanto anos organiza as festas na Escola. 
Encontrar as pessoas de sempre. Aquelas que caminham connosco nos bons e nos maus momentos. As que valem a pena porque se interessam desinteressadamente.
Gostei de lá estar depois de uns anos mais arredada. Felizmente nada mudou e o som da amizade permanece audível!
Venha o próximo ano! 

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Está alguém em casa?

Cheguei!
Mãe não acendeste ainda o lume para me receber? Está muito frio cá dentro! Corre! Vai buscar a lenha!
E tu pai  por onde andas? Não sabias que estava para chegar? Aonde posso confirmar os sons que ainda oiço: menina Eulália, como vai?

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Foi um serão especial


Última sardinhada na escola que me recebeu quando eu tinha 25 anos. Conheço cada canto, e cada esquina. Por ali me apareceram as primeiras rugas e ali passei muitas alegrias e muitas desilusões. Muitos passaram por mim e deixaram muita coisa comigo. Outros passaram sem deixar rasto e outros ainda deixaram grandes mágoas. Outros, os mais importantes, continuam lá e recebem-me com o sorriso de sempre. É a vida no seu esplendor!
É sempre triste ver desaparecer aquelas salas onde ensinei tantos anos e onde me fui transformando e aprendendo com os meus alunos. Muitos deles são homens e mulheres que vivem por esse mundo fora vidas de sucesso e eu fico feliz por saber deles.
A minha profissão tem destas coisas. Lida com barro ainda por moldar e este desafio constante de transformar em peças raras cada um destes meninos que se senta à nossa frente continua a ser fascinante.
Ontem encontrei as minhas caras de sempre! E foi tão bom!

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Será normal ter estas saudades tão grandes do mar?


Imagino as cores, sinto o barulho das ondas e este calor sufocante da terra onde vivo deprime-me ainda mais. À mente só chegam as imagens de Agostos passados frente ao mar, de piscinas calmas e livros abertos em páginas incertas.
É Agosto e só tenho trabalho pela frente. Nada de praia, de prazer ou de lazer. Afogo-me em cada contrariedade,  desespero em cada não. Estou de mal com a vida. É Agosto! O meu mês de eleição!

sábado, 4 de julho de 2015

Um fim de semana sem programa

Enquanto espero uns dias de férias que hão-de chegar!

Sem horas para levantar e sem tarefas  agendadas. Ficámos em casa. Ponto final!
OS filhos com os seus programas onde só entraríamos para atrapalhar e com este calor e a praia longe, decidiu-se assim.Necessitam do espaço deles, dos projectos deles, sem os pais sempre a alterar o combinado.
Fomos às compras pela manhã. Encontrámos os amigos do costume que se alegraram com o melhorar do aspecto de cara metade (até já carrega os sacos da fruta vejam lá como está muito melhor, dizia uma amiga de muitos anos). Comemos peixe grelhado e saladas variadas.
Já li a minha revista de eleição, já fui ao cabeleireiro e preparo-me agora para um momento zen de café acabadinho de fazer.
Lá para o final da tarde, mais uma hora de caminhada.
Devemos aproveitar todos os momentos e tal e tal  mas que sabe bem andar por aqui a deambular sem grandes projectos , sabe.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Outro tempo, o mesmo lugar


Praça  Jemaa el Fna - Marraquexe!
 Como eu gostei de andar por aqui, ao cair da noite com todo o exotismo das gentes e do lugar. Como gostei deste anoitecer, neste terraço sobre a praça onde chegavam o barulho e os cheiros dos restaurantes da praça. Como gostei do luar, do jantar, da companhia, da leveza do ser que se apoderou de mim nestes serões de sonho. 
Hoje, no mesmo lugar, com outro anoitecer, uma parte de mim está ali!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Paisagens que conhecemos com o coração


Está ao cimo da minha rua! Viu-me crescer e acompanhou os meus passos sempre que partia aldeia fora. Já não me lembro muito bem do ultimo morador. Só sensações vagas do fogo da lareira, de umas escadas  imponentes e de uma sala grande e escura. Depois, a porta fechou-se sobre a sala. Ficou uma antecâmara de chão de pedra, antigo, redondo dos passos e das coisas. Fechou-se depois a porta da rua. Por cima do portal, uma janela oval pequenina deixava passar uma réstia de luz.
Mas o que mais me lembra é o banco de pedra de um dos lados da entrada. Por ali ficávamos em tardes domingueiras de ócio e de convívio, todas em fila,  para que coubessem todos. As vizinhas sentavam-se por ali porque, de frente para a rua que descia, se podia ver e ouvir tudo o que de importante por ali se passava. Com o passar dos anos, o banco partiu-se mas, mesmo assim, albergava o diz-que-disse das avós vestidas de preto enquanto se aqueciam ao sol de Inverno.
Hoje, descobri que tudo foi restaurado! Vai ser um bar bonito e com estilo. Gosto do restauro que deixou intacta a traça antiga e lhe lavou a pedra.
Só me faz falta o banco, companheiro dos meus devaneios de menina!

terça-feira, 1 de maio de 2012

Passeios pela cidade





Com alguma (muita) chuva. A cidade dormia embalada pela chuva e pelo silêncio. Subimos para a zona alta com espaços novos e mais arejados. Encontrámos alguns conhecidos mas a grande companhia foi o som dos nossos passos.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O serão foi por aqui



Com as pessoas de sempre. Uns voltam neste dia à escola para partilhar vidas paralelas e sentir mais uma vez o calor da amizade de anos de partilha profissional. Outros, como eu, estão lá há anos e anos. Sentem aquelas paredes como um pouco a sua casa. Conhecem os cantos, sabem onde se arrumam as velas de ano para ano, sabem quem vem e onde se senta. Outros há que estão de novo e começam a sentir-se confortáveis ali. Sentem ainda o prazer da descoberta e de uma vida pela frente cheia de promessas.
Todos juntos partilham a ceia de Natal. Esquecem, por momentos, os problemas pessoais, as questões profissionais, as quezílias, outros tempos de indiferença e conseguem cantar, em uníssono, as canções de Natal. Por instantes, os olhos ficam rasos de água, a emoção aflora e as palavras, quase sempre escondidas e contidas em cada um de nós, reatam e fortificam laços que a violência do dia a dia tornou ténues.
Feliz Natal!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Temos as melhores praias do mundo!




Daquelas que conheço são de certeza. Areia branca, sem poluição, selvagens muitas delas, com o marulhar das ondas que embala quem sente.
Quanto mais conheço mais prazer tenho em regressar às nossas. Limpídas, azuis, calmas e serenas.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Paisagens que nos fogem


Igreja de Santo António dos Olivais em Coimbra

E pouco a pouco se vão tornando estranhas. Outrora tão entranhadas nas nossas vidas, já não fazem parte de nós. Por momentos, olhamos para elas com outros olhos e temos pena por já não existir a pessoa que éramos então.
Tentamos reconstruir as emoções de outrora mas já não existem!
A vida seguiu o seu caminho! E nós fomos com ela!

Tardes com a minha mãe



Hoje foi uma tarde pelos espaços que percorremos há muitos anos durante um período das nossas vidas e depois deixámos de percorrer. Quase tudo está igual e foi bom andar com ela pela "Baixinha". Entrámos em todas as igrejas e aterrámos finalmente numa pastelaria para lanchar: ela um pudim, eu um paozinho com pouca manteiga!
Foi uma boa tarde!

sábado, 8 de janeiro de 2011

O sol não quer aparecer


Paisagens rotineiras qque mudam de cor ao sabor das estações.
Hoje, está assim de cinzenta e misteriosa.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Cenários improváveis


Não se sabe o futuro. Ele espera-nos na curva do caminho. Não vale a pena traçar grandes planos, ou paralisar de medo com o que nos aguarda. O futuro surpreende-nos! Sempre!
Por entre as colunas do Templo de Diana, construído no século I d.c. na praça principal de Évora, espreitam dois símbolos cristãos. Cenário improvável quando aqui, nesse tempo, se venerava o imperador Augusto.
Mas tudo muda com o tempo e o futuro passa a ser presente. No mesmo local, onde já ninguém recorda o tal imperador, erguem-se catedrais a um outro Deus mais convincente e mais transcendente. E, por isso, perdura na memória e no coração dos Homens.

domingo, 20 de junho de 2010

Este Verão...


Quero uma sala assim! Cheia de estilo e seguindo as tendências!
Será só necessário pegar na trincha e no pincel?
Olhe que não! Olhe que não!
Outros investimentos serão necessários!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

O Tempo e o Modo

Gala do Agrupamento. Sala cheia! Público atento e colaborante.
O espaço é o mesmo de outros anos. O tempo é que é diferente. Mais paz, mais vontade, mais colaboração, mais motivação, mais amizade, mais alegria.
Hoje estou feliz!
Duas imagens valem mais que mil palavras!! Atente-se no colorido das fotos!


Gala 2009

Gala 2010