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sexta-feira, 3 de julho de 2026

Decisões

 


Dentro de umas semanas vou estar no melhor sítio do mundo onde somos tratados como princípes e princesas e a comida é de comer e chorar por mais. Pelo meio, há o plano alimentar a cumprir e tenho andado indecisa sobre que decisão tomar. O prazer de uma comida ímpar e de uma companhia 5 estrelas ou o seguimento sem tréguas do plano. 

Ontem, com o meu PT dava-lhe a conhecer estas minhas angústias que ele solucionou imediatamente. Nem pensar em não viver a 100% essa semana! Vai, desfruta e, quando voltar, aumenta-se o exercício e retoma o plano!

Fiquei aliviada porque já ruminava este assunto há já alguns dias! Estáa decidido: filetes de polvo, todos os pratos típicos do Douro e sobremesas de babar esperem por mim! Aqueles almoços à beira da piscina são um bálsamo e nem só de pão vive o Homem! No meu caso, nem pão!

terça-feira, 2 de junho de 2026

Dias cheios

 


Como eu gosto! Festas, estar com a família, mimar as minhas netas, rir-me com elas. Não quero mais da vida!! Assim está bem!

Esta semana novo programa que me traz vida aos dias. Chegar à noite e não conseguir dormir porque o cérebro está cheio de sons e de música. 

Viver e não sobreviver!!

Pelo meio, mil e um assuntos para tratar e resolver. Coisas de que gosto e que me entusiasmam. À espera da casa da praia pronta com as obras feitas para poder começar o Verão em paz e com alegria. 

Combinar uma festa alargada lá para meados de Agosto!

Não adiar nada a que tenha direito!


domingo, 17 de maio de 2026

Viciada em vendas em segunda mão

 


Tenho um costela de vendedora desde pequena! Adoro vender, convencer, ver o lado do comprador e levá-lo a comprar. Com os sites online esta parte nem é necessária. Foca-se essencialmente nas boas fotografias do que se vende e nos pormenores da descrição. 

Lembro-me de um dia, teria  uns 12 anos, quando apareceram uns compradores de nozes. Eu sabia que havia dois sacos enormes de nozes para vender, estava sozinha em casa mas aventurei-me no negócio. Vendi-as muito mais caras que o preço que estava mais ou menos definido. Lembro-me ainda da cara de satisfação do meu pai quando soube do negócio! Lá devia ter pensado: Esta filha sai a mim!

Numa época de "destralhe", tudo o que não necessito, fotografo e ponho à venda. Pouco a pouco o saldo vai ficando maior e fico feliz sempre que alguém compra. Quando ando pela casa, olho para um objecto e penso: diz-me alguma coisa? Não? Então vou  vender! 

O tempo de compras por impulso já lá vai. Chegou o tempo das vendas por impulso! O foco está noutros objectivos! 

Com a mudança do corpo, estou a vestir roupas de há 30 anos mas que continuam boas e bonitas porque, nessa altura, as peças que comprava eram de muito boa qualidade e ainda gosto delas. Para quê comprar mais? 

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Inquietude

 


Um serão assim! Cenários que se fixam no cérebro e não saem. E se...

Tentativas várias para relativizar  que não surtem efeito! O jantar caiu mal, continuo inquieta, triste e a tentar acalmar a mente. Tudo passa. Não é nada novo! Mas a mente a pregar-me a partida! A fazer-me viver novamente o inferno, a temer, a relembrar coisas e acontecimentos esquecidos!

Vai passar. Amanhã é outro dia. Eu sou dramática! É assim que tenho de pensar!

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Sentir-me viva!

 


Menos tempo livre, menos tempo para dormir mas muito mais foco e vontade de fazer coisas critivas. 

Tenho em mãos a limpeza dos terrenos, uns por aqui, outros na Serra da Estrela, a pintura da casa da praia, a renovação do chão e rodapés que virão logo de seguida, os pedidos de subsidios para limpeza dos terrenos,  a mudança da decoração do escritório cá de casa que está em curso mas exige muito tempo para poder imaginar com calma aquilo que desejo,  a reconstrução da  cozinha da casa da praia que embora esteja só programada para Setembro, por falta de tempo, exige pesquisa no Pinterest onde tenho passado muito tempo a guardar fotos que me dizem algo. 

As vendas na vinted que me trazem serões a fazer embrulhos mas a que eu acho um certa graça. A minha costela de vendedora em alta! Destralhar tudo aquilo que não faz falta e pode fazer muita gente feliz. Eu já fui feliz desse modo!! Os anos trouxeram-me alguma sabedoria quanto a consumismos desvairados que não acrescentam nada. 

E é isto! 


quarta-feira, 15 de abril de 2026

Continuamos firme e motivada

 


O ginásio passou a ser a minha segunda casa! Treino com e sem PT. Dou o meu máximo quando o PT não está. Sempre fui de tentar os limites e ali estou eu a aumentar cargas e número de repetições quase sem decanso. Ontem saí de lá quase de rastos. 

O que noto: durmo melhor, a tensão arterial baixou e deixei de tomar medicação,  sinto-me mais motivada para maiores desafios. A reeducação alimentar continua em força. Deixei de me pesar porque considerei ser sempre um ponto de desânimo no meu caminho. Penso sempre que devia perder peso mais depressa mas a verdade é que estou a ganhar músculo o que contraria a descida dos ponteiros da balança. Hei-de chegar onde quero. Tenho a certeza disso! Estamos neste caminho há seis meses! Daqui a um ano tornamos a falar! Consulta em final de Junho! Devagar se vai ao longe. 

Muito contente comigo e com as minhas resoluções!

quarta-feira, 11 de março de 2026

Faz sol!


 Só esta luminosidade me faz querer o mundo! Vontade de renovar, de fazer, de criar!

Não devia haver Inverno! Nem serões intermináveis de escuridão. 

Sempre com  sol que me traz vontade de partir por aí, de viagens sonhadas, de férias encantadas. Mesmo que seja só na imaginação, deixam-me mais alegre e com vontade de viver. Os problemas são os mesmos mas vistos em nuvens de algodão. 

segunda-feira, 9 de março de 2026

Vícios

 


Tenho uma paixão por passemanarias com borlas! Cá por casa, há cortinados, almofadas, coberturas de mesa, tudo e mais alguma coisa com estas borlinhas que me fazem regressar lá atrás. 

A casa dos meus avós era mesmo em frente da casa do padre que tinha um imenso salão no rés do chão que servia para várias actividades. 

Quando era miúda havia muitas fábricas nas redondezas e uma delas era precisamente de passemanarias. As borlas não saíam da fábrica bem aparadas e vinham para o salão onde o padre as colocava em grandes fiadas e as raparigas, que queriam ganhar algum dinheiro, as  aparavam, uma por uma, com tesouras pequenas  até ficarem bem esféricas. Lembro-me de andar por ali e sentir que era um mundo encantado, cheio de cor e de beleza. Quando prontas, o padre enrolava-as em grandes molhos e lá seguiam o seu destino engalanando as casas ricas de outros tempos. 

Adoro borlas. quanto mais exóticas melhor. A infância a marcar sempre os nossos gostos adultos.  

Também posso acrescentar que o meu gosto pelos tecidos adamascados me vem  da visão da igreja dourada, iluminada e com  adamascados púrpura que ainda hoje me encantam.


domingo, 8 de março de 2026

Está sol


Meio caminho andado para me sentir bem. Vou sair de casa, comprar comida que faz falta aao meu plano alimentar,  ver umas novidades que quero espreitar, respirar ar puro e voltar para casa. 

Pela tarde muitas tarefas me aguardam. 

Agora vou preparar um outfit que me faça sentir bem, dar uns retoques e seguimos para uma hora ou duas de "terapia".

Bom domingo.

sábado, 7 de março de 2026

Sei, mas irrita-me do mesmo modo!

 


Depois de uns meses em fase de reeducação alimentar, cheguei, como sempre, à fase de plateau. O peso mantem-se mais ou menos igual e não baixa nem por nada. Já me aconteceu isto muitas vezes! Era a fase da desistência mas, desta vez, não vai acontecer. Consola-me a ideia de ter ganho um kg de massa muscular e o músculo ser mais pesado que a gordura. Sendo assim, posso estar com menos volume e com o mesmo peso. 

Tenho consulta dentro de um mês e começo a stressar! Sei que estou no bom caminho, continuo a fazer tudo direitinho mas a mente começa a atraiçoar-me, a enviar desânimo e ideias de boicote!

Estou forte e vou seguir em frente.

Vim só aqui desabafar um pouco. Coisas minhas de há muitos anos a esta parte!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

As histórias da roupa

 


Ou  razão pela qual é tao difícil destralhar. Tentei há semanas tirar dos armários umas quantas peças que já não utilizo há anos. Pensei bem, recordei vários momentos da minha vida em que  tinham sido  cúmplices e voltei a colocar tudo no seu lugar. Ou nos meus dias, sei lá. Aquele casaco preto, quentinho, diferente, comprado com sacrifício mas que me deu tanto prazer adquirir. Aquela capa com echarpe incluída da Adolfo Dominguez que comprei em saldo e que quando a vestia me sentia empoderada e pronta para conquistar o mundo. Aquela gabardine fora da caixa, de tecido lavrado, bom corte  e que ficava tão bem com castanhos. aquele casaco da Bimba e Lola que comprei com a minha irmã no Porto, caríssimo mas, em dia mau, as palavras da mana -" tu mereces"- me fizeram não hesitar. Uso-o pouco porque as suas mangas largas me impedem os movimentos no trabalho. No entanto, continua lindo!

O meu casaco preferido da Adolfo Dominguez que usei tantos e tantos anos que já estou farta dele mas continuo a gostar de o ter comigo. 

Pode ser que um dia tudo faça novamente sentido, ou uma qualquer peça comprada brilhe mais com estes tesouros que tenho comigo. Nada de destralhe. Fazem parte da minha história e do meu crescimento.

Quanto a acessórios, nem quero falar! De Verão, de Inverno, de meia estação tenho para todos os gostos. 

Gosto de descobrir novas combinações e numa estação em que a cor está em alta, combinar diferentes padrões e cores contrastantes transformam-se em bons momentos e espaços criativos. Como eu gosto.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

A inutilidade do sofrimento

 


Dá título a um livro que anda cá por casa mas nunca li. 

Concordo plenamente principalmente quando se refere a sofrimentos por antecipação do que há-de chegar ou do que possa acontecer. A vida dá tantas voltas e reviravoltas que, a maioria das vezes, nada é como imaginámos. O sofrimento devia  ser por aquele motivo e passa a ser por outro totalmente alheio e inesperado. Muitas das coisas que nos atormentam nunca vão acontecer. O mau aparece sempre de forma repentina, vindo do nada, quando estamos menos preparados.

Há que ir à luta e então sim, sofrer com sentido. Nada contra este sentimento. Em todas as etapas da minha vida senti que grandes sofrimentos causados por causas reais me empoderaram e me transformaram.

É um paradoxo! Mas é a minha realidade! Tem um sentido. Talvez seja só colocar a alma à prova, mas que  é transformador não tenho dúvidas.

domingo, 4 de janeiro de 2026

Coisas da maturidade

 


Minha mãe sofreu imenso com a imagem social e as críticas que de vez em quando chegavam até ela. Como a todos, naturalmente. Vivia  com uma vontade enorme de a todos agradar,  a todos fazer felizes e adivinhar o que necessitavam para ela providenciar.

À distância  penso no que é que ela ganhou com esta atitude que lhe conheci toda a vida. Angústia, stress, e, provavelmente, alguns dos micro derrames que acumulou no cérebro e a levaram à demência. 

Com este exemplo, a minha vida e os meus dias estão, cada vez mais light quanto a este assunto. Se dizem mal, força nisso. Se pensam que sou de determinada maneira que não corresponde à realidade é só problema dos outros e não meu. Sou como sou, uns dias melhor pessoa, outros dias invadida por uma sensação de injustiça muito grande mas que vai passando. Que remédio! Se não me interesso pelo que os outros pensam sobre mim  também não quero modificar ninguém. Aceito, embora doa mais quando me sinto mais injustiçada. 

Como alguém dizia, dentro de 50 anos nada disto tem interesse.  É nesta perspectiva que temos de viver e conviver. Tudo é efémero, tudo passa. Tentei o meu melhor mas até o melhor é relativo. Para mim pode ser. Para os outros pode ser péssimo. 


domingo, 21 de dezembro de 2025

Em modo Natal


 Confesso a minha pouca habilidade para decorações natalícias. Como conheço o meu ponto fraco, muito tempo antes, começo a pesquisar na net ideias de que goste e guardo o modo de execução.

Agora são os dias de colocar em prática. 

Neta mais velha que me conhece muito bem pergunta sempre: foste tu que imaginaste ou foste pesquisar na net? Rimo-nos desta minha falta de imaginação artística, ponta abaixo, ponta acima, sem rigor mas feito com muito amor. 

Estive entretida com as minhas decorações quase durante toda a tarde. Estas manualidades acalmam a mente e, pelo menos,  reflectem o esforço de fazer e não comprar feito em qualquer loja chinesa. 

Coisas de avó!

Tradições


 Por muitos anos passei estes dias a fazer filhoses (como se diz na Beira Alta) para oferecer aos amigos.

Com o tempo fui apagando esta tradição principalmente desde que a minha mãe  faleceu. Era a receita dela e o ritual dela e parecia que estava, não a continuar a tradição, mas a trair a sua memória.

Todos os Natais me apetece meter a mão na massa, literalmente. Hoje vou comprar os ingredientes e fazer uns quantos pratos  de filhoses  com  que quero presentear quem me ajudou durante estes últimos tempos. Podem ter sido  gestos muito simples mas que me tocaram pela incapacidade e carência que sentia. 

Sobremesa rústica mas que me fala tanto  de mim lá atrás, das minhas raízes, de intimidade, de festa e de alegria. 

sábado, 29 de novembro de 2025

Aliviar os dias

 


Ainda tenho dificuldade em transportar coisas pesadas. Divido sempre as compras por vários sacos e vou transportando escada acima com dificuldade. 

Por indicação de filho mais novo, estive a explorar o site garrafinhas.pt donde se encontra todo o tipo de bebidas. Algumas são escandalosamente caras mas pareceu-me que, das marcas que conheço do supermercado, até ficava mais barato. 

Encomendei espumante, com nome que não conhecia mas que filho mais novo diz ser muito bom. Aproveitei  para adquirir mais uns presentes irreverentes e pouco conhecidos. 

Feita a encomenda. Entrega à porta. Que maravilha!

terça-feira, 18 de novembro de 2025

Controle - essa terrível palavra!

 


Durante anos, tentei ter sempre tudo sob controle. Desde a educação dos filhos, passando pelo que era necessário realizar aos olhos dos outros e acabando nas roupas que queria que todos usassem, só porque era o meu estilo. Não o deles, mas o meu!

Sofri imenso sempre que algo saía do que tinha imaginado, ou qualquer imprevisto deitava as minhas ideias por terra! Demorou a aceitar que a vida é o que é e que devemos fidelidade mental apenas a nós próprios. Os piores momentos apareceram sempre de surpresa, nunca os preparei  e, mesmo assim, tive de  agir rapidamente, controlar as emoções e seguir sempre em frente. 

Também tenho o outro lado! Quando não estou bem, deixo escorrer os dias, sem planos ou vontade de modificar alguma coisa. Não duram muito estas fases. Chega uma madrugada em que coloco um ponto final e começo novamente a controlar a vida.

Concluo que me sinto muito mais eu quando tomo iniciativas, melhoro o que tenho a melhorar, trabalho para que tudo dê certo e fico muito mais criativa e alegre.

O meu corpo e a minha alma agradecem. Nem sempre o controle é mau. Só o é quando tentamos agradar aos outros e não a nós próprios. 

A sentir-me bem. No controle da minha vida e dos meus dias!

segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Por falar em ser vaidosa

 


Vaidosices como dizia a mãe! Tenho recordações mesmo muito antigas de roupas que usava e de que gostava imenso e me faziam até andar mais direita quando as tinha vestidas.

Lembro-me muito bem deste vestido à marinheiro que eu adorava. Laço vermelho à frente e uma gola branca imensa que se prolongava para as costas! Era outra criança sempre que o vestia. Consigo ainda sentir a alegria que sentia! 

Nos dias dos exames da 4ª classe, escrita e oral, estreei dois vestidos. A mãe foi comigo comprar os acessórios e fomos à sapataria chique onde nunca tinha entrado, comprar uns sapatos de verniz pretos e dois pares de meias brancas. que emoção! Um dos vestidos era totalmente fora da caixa, amarelo e bege que tinha chegado da América oferecido pelos  tios. Nesses dias, nem estive com atenção ao conteúdo das provas! A alegria dos vestidos novos era tal que superou tudo o resto! O que me salvou foi ser boa aluna e ter a matéria na ponta da língua. 

A mãe contrariou sempre esta minha vontade de novidade e alguma extravagância! Nunca conseguiu. 

Também não valia a pena ir com amigas às compras. Se elas dissessem que não, eu comprava na mesma desde que gostasse. 

Não gosto de usar o que toda a gente usa. Gosto de antecipar tendências e modas. Tenho alguma facilidade em ler nas entrelinhas  as tendências. Pequenas coisas que fazem a diferença. Pelo menos, para mim!


quarta-feira, 8 de outubro de 2025

Mais exames médicos

 


Desta vez, de cara metade. Rumo ao hospital, bem cedo, como convém. Preparar o necessário, não esquecer o acessório e devagar, muito devagar para não me cansar a perna, lá vamos nós. 

A vida é sempre para a frente. Não vale a pena pensar muito se se consegue ou não. É preferível bater palmas a nós próprios quando atingimos feitos não imagináveis. Hesito muito. Tenho medos que depois de feitas as coisas se desbloqueiam. 

A única hipótese é tentar! Vamos a isso.

terça-feira, 30 de setembro de 2025

A gestão do património

 




Não deixar coisas por resolver para a próxima geração. Tenho procurado orientar tudo para que os filhos não tenham de decidir nada e tudo esteja resolvido. 

De vez em quando, assaltam-me pensamentos ilusórios de recuperar casas no meio da paisagem e viver lá tempos de férias com as minhas netas, mesmo sabendo que, ou elas não quererão ir, ou eu estarei com alguma maleita ou as duas hipóteses ao mesmo tempo. Há ainda a acrescentar que o campo me deprime. Não gosto de parar muito tempo a olhar serranias. Sei-as de cor! 

A melhor ideia é vender. Um nómada digital ficaria feliz numa das propriedades com 1,6 ha e uma casa de granito bem no centro do terreno, com dois andares. Tem um tanque de granito que transformado em piscina era um must. Uma paisagem de sonho. Era a nossa propriedade preferida porque o terreno é fértil, está próximo da aldeia, e tem imensa água. Mais tarde o  pai transformou-a em soito com belos castanheiros que em 2017 arderam quase todos. Depois, foi o tempo de reconstruir que já me coube a mim. Pouco a pouco, os castanheiros vão crescendo novamente, sendo amparados por quem sabe. 

Pensar numa solução sem chegar a nenhuma conclusão.