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quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

A vida segue

 


Dia muito pardacento. Vou para o ginásio como tem de ser. Continuo a sentir as pernas a falharem quando me esforço muito, sinal de que não está tudo como antes. Mesmo sentindo isso, continuo a andar confiando que os  poucos músculos me conseguirão manter em pé.  Confiança e pouco medo é o necessário. 

Agarro a minha mente  a todos os assuntos que me possam trazer alívio e esperança. Ocupo cada minuto com tarefas que gosto de realizar. Programo os dias para que não sobre o vazio do tempo. 

Faço listas de tarefas, umas mais úteis que outras. Deixo de lado os momentos que gostava de viver mas que se tornaram uma quimera. 

Talvez um dia. 

terça-feira, 14 de outubro de 2025

Adoecer pelo stress

 


Ontem começaram a doer-me os dentes. Não um, mas alguns deles! Considerei estranho mas não tomei medicamentos. Fui dormir e fiz meditação por um bocado. A dor foi acalmando e passou!

Temos de ter cuidado com a nossa saúde mental. Com o que nos irrita, com o que nos faz mal! Foram os dentes mas, ao longo do tempo, podem surgir outras doenças mais graves. Só há uma solução: fugir de tudo o que me perturba a alma e pensar egoisticamente no meu bem estar. Não valorizar, não me importar. 

O tempo colocará tudo no seu lugar. Sempre!

sábado, 12 de abril de 2025

Coisas que me fazem rir

 

Casino de Madrid numa das últimas saídas

Estava a pensar na famosa história da cigarra e da formiga!!

A desgraçada da formiga, trabalhando todo o Verão, com cargas muitas das vezes superiores à massa do seu corpo, carreirinho acima, carreirinho abaixo para ter um Inverno de fartura. Nem aprecia o sol, nem convive, nem aproveita a vida.

A  cigarra aproveita bem. Canta, encanta e vive a vida. Lá pelo meio do Inverno é capaz de ter alguns dias duros, mas pensem comigo: 

Estará certa a moral desta história? A vida foi feita para trabalhar amealhar, não viver, para que no Inverno tenhamos fartura? E se não houver Inverno? E se apodrecer toda a arrecadação do formigueiro? E se a formiga morrer no Outono?

Vamos viver os dias porque o presente é mesmo o que temos. 

Devido a estas histórias inseridas numa educação conservadora, por vezes, ainda tenho a tentação de ser formiga.

Sejam cigarras!

segunda-feira, 24 de junho de 2024

Vamos falar de...férias!

 


Ah e tal as pessoas em Portugal vivem mal e nem de férias vão! Qual quê! Está tudo cheio! Seja caro ou barato (atenção que eu vi alojamentos a 4000 euros para uma semana) o português gosta de férias. É claro que tem razão!

Isto são ideias minhas de poupadinha parva que acha sempre que vai encontrar uma casinha maravilhosa com piscina por um preço módico! Nem me conseguiria divertir a pensar que estava a gastar muito dinheiro, mas isso sou eu com esta minha costela de judeu que não me deixa viver a vida em pleno!! 

Ás vezes pergunto-me por que razão os meus pais me educaram assim! Ia-se, pagava-se, o dinheiro saía da conta por inteiro, sem prestações, graças a Deus e a mim e pronto, em Setembro  não se falava mais nisso! Não consigo, não teria paz e continuo à procura do refúgio perfeito. Talvez encontre! Figas!!

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Continuar a ficar cá dentro


Há dois anos, numa volta por locais que não conhecia bem, passei por este hotel que recomendo vivamente - Hotel Medieval de Penedono. Mesmo em frente do Castelo, tem  instalações novas e bem decoradas. Gostei do pequeno almoço e acabámos por jantar lá  o que se transformou numa boa surpresa.
Penedono é rico em património cultural e as redondezas também.
O Hotel não tem piscina mas tem as piscinas municipais ao lado  onde podem passar uma tarde refrescante e revigorante com um livre trânsito que fornece o hotel!

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Vá para fora... cá dentro!


Ou a necessidade de sair de casa porque já não se aguentam mais as pantufas!
Quando tudo era normal, gostava de sair sexta ao final do dia para sítios bonitos onde me sentisse a relaxar, onde pudesse estar perto de património cultural a visitar, pudesse fazer coisas diferentes e conhecesse novos lugares e novas gentes. 
Revejo fotos nesta incessante vontade de organização do passado e lembro-me do quão feliz eu era nestes espaços.
Para começar, deixo as fotos de um fim de semana no Oeste! Uma agradável surpresa e uma piscina das mais bonitas em que já nadei - Royal Obidos Evolutee Hotel. 

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Próximos passeios


Tão perto de nós! Família, quem se quer juntar? La Alberca e Mogarraz. Duas aldeias a escassos 70 km de Ciudad Rodrigo e com uma beleza ímpar.
Mais informação aqui .
Passseios de Outono!

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Coisas que não sendo cómicas me fazem rir


-Olá professora  ainda se lembra de mim? 
-Claro que sim. que é feito de ti?
- Já tenho dois filhos. Não me diga que não me viu na televisão!!!
- Não, não vi!
-Estive em dois programas, no do Hernâni Carvalho e nas tardes da Júlia.
-Ah! Sabes nessas alturas costumo estar a trabalhar!!
- Mas ainda é professora?
-Claro que sim, até à reforma. Mas o que foste dizer à televisão?
- Falar sobre violência doméstica. Já não estou com ele há seis anos  mas teve de ser.
E um sorriso orgulhoso por estar na televisão iluminou-lhe o rosto.
- Foi pena a professora não me ter visto!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

As mudanças rápidas e constantes no Ministério da Educação


Recebido por email! Mas tão verdade!


 Lê-se numa crónica, que no ano de 1994 se celebrou uma competição de remo entre duas equipas, compostas por trabalhadores de uma empresa portuguesa e de uma empresa japonesa.
Dada a partida, os remadores japoneses começaram a destacar-se desde o primeiro instante. Chegaram à meta primeiro e a equipa portuguesa chegou comuma hora de atraso.
De regresso a casa, a Direcção reuniu-se para analisar as causas de tão desastrosa actuação e chegaram à seguinte conclusão: Detectou-se que na equipa japonesa havia um chefe de equipa e dez remadores, enquanto na equipa portuguesa havia um remador e dez chefes de serviço, facto que seria alterado no ano seguinte.
No ano de 95 e após ser dada a partida, a equipa japonesa começou a ganhar vantagem desde a primeira remadela. Desta vez, a equipa portuguesa chegou com duas horas de atraso. A Direcção voltou a reunir após forte reprimenda da Administração e viram que na equipa japonesa havia um chefe de equipa e dez remadores, enquanto que a portuguesa, após as medidas adoptadas com o fracasso do ano anterior, era composta por um chefe de serviço, dois assessores da administração, sete chefes de secção e um remador. 
Após minuciosa análise, chega-se à seguinte conclusão: O REMADOR É INCOMPETENTE.
No ano de 96, a equipa japonesa voltou a adiantar-se, mal foi dada a partida.  A embarcação portuguesa, que este ano tinha sido encomendada ao Departamento de Novas Tecnologias, chegou com quatro horas de atraso. Após a regata e para análise dos resultados, convocou-se uma reunião ao mais alto nível, no último piso do edifício, chegando-se à seguinte conclusão: Este  ano a equipa japonesa não inovou, tendo optado novamente por dez remadores e um chefe de equipa.
A equipa portuguesa, após uma auditoria externa e um assessoramento especial do Dep. de Informática, optou por uma formação mais vanguardista, composta por um chefe de serviço, três chefes de secção, dois auditores da Arthur Andersen e quatro Securitas que controlavam a actividade do remador, ao qual se tinha aberto um processo disciplinar e retirado todos os bónus e incentivos, devido ao fracasso dos anos anteriores.
Após prolongadas reuniões decidiu-se que, para a regata de 97, "um novo remador será contratado para o efeito, já que o comportamento do actual indiciava mostras de desinteresse a partir do vigésimo quinto quilómetro e uma indiferença quase total junto à linha da meta. "


quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Ouvido de passagem


-Quer o galão escuro?
- Pode ser escurinho mas não muito. E mais ou menos quente!

Ainda gostava de saber se, com estas ordens,
o galão estava ao gosto!

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Coisas que me lembram


Para me esquecer que falta apenas 1 hora para voltar para uma tarde de reuniões infrutíferas!!
Há já alguns anos descobri uma plataforma que adorei. Registavas o teu nome e davas o  acesso às pessoas que te costumam presentear. Depois era só ir fazendo listas de desejos e de prendas que gostarias de ter, tipo lista de casamento mas com tudo muito explicadinho.
Comecei a escrever a minha lista e surgiu-me logo uma ideia suicida: um conjunto de facas de cozinha mas das boas, daqueles dos chefes que cortam tudo fininho e fica tudo com muito bom aspecto e poupa-se muito porque um quilo de carne dá para aí para 6 refeições! Questionei-me logo de seguida se valeria a pena mas por lá ficou.  Acrescentei mais umas bagatelas sem as quais vivo muito bem e... perdi o nome do site e a password!!
Descobri então que não sou pessoa de desejos antecipados. Sou mais do "apanha aqui esta oportunidade, ai que bom que está mesmo com um preço fora de série!"
E pronto! Só para que fique registado que gosto de "pechinchas" do tipo muito bom e barato. É difícil mas encontra-se. 
Não fosse eu uma pessoa de bem e colocaria aqui a alcunha que alguém, que já não faz parte do meu grupo de conhecidos, me colocou por conta desta minha característica!!
Invejosa!!!

sábado, 27 de outubro de 2018

Coisas giras


Numa viagem de trabalho à Roménia com duas amigas do coração, muitos foram os acontecimentos que nos fizeram rir e alguns também  que nos iam traumatizando!
Nestas viagens há sempre visitas culturais a vários locais. Um destes passeios era ao mercado municipal. À frente do mercado, cerca de uma vintena de mulheres e homens sentados no passeio numa posição passiva tinham à frente deles uma balança normalíssima daquelas que temos nas nossas casas. De vez em quando um cliente aproximava-se pagava e subia para a balança! Era o negócio deles. Receberem dinheiro dos que queriam saber o seu peso.
Sinceramente esta visão  foi arrepiante! Eu que fujo da minha a sete pés, pagar para me pesar na praça pública!!??
Costumes estranhos!! Desconfortáveis!
Ficam umas fotos do mercado super colorido e com gente simpática.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Começar por aqui!



Paz. Dolce far niente. Leituras em dia. Fazer somente o que me apetece.

domingo, 15 de julho de 2018

´Na lista

Visitar, sem falhar, este Verão!

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Arriscar


A vida ensina a não programar. A pensar duas vezes antes de marcar qualquer coisa. Nunca se sabe se poderemos ir. Por vezes, ou muitas vezes, não pudemos partir!
Mas a vontade de sonhar e de programar e de pesquisar é muita. Talvez seja só uma fuga ao programável, à rotina, aos dias quase sempre iguais.
Necessito de partir, de rir, de me aventurar, mais uma vez, de acoplar mais histórias ao vivido, de criar laços e recordações.
Enfim, necessito mesmo de uma viagem!
Booked!

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Coisas que nos tocam


Vale tudo, vale o tempo
Vale o grito mudo de quem perdeu.
Fala a vontade de quem jamais te esqueceu
te ama, te adora e que chora por não escutar
o teu lamento.
Vales tu, despido de nadas
Coberto de vazio imenso
Sedento de amor, perdido no tempo que tudo cobra
E tudo dá a quem  soube cuidar
A quem soube escutar a voz tímida de um coração solitário.

Autor desconhecido
Escrito num quadro branco de um consultório num hospital público.

Em dias tristes e difíceis, estes lamentos calam fundo. Quem o escreveu? Quem perdeu? Que história de amor inacabada estampada num quadro branco que alguém como eu lê de passagem?
Foi a doença que acolheu a coragem para chorar em poema aquilo que devia ter sido e não foi?


domingo, 19 de novembro de 2017

Coisas que gosto de saber


Este verão quando visitei Regensburg na Baviera lembrei-me de uma ligação que havia com aquela cidade e a coroa portuguesa. Não consegui, na altura, relembrar o acontecimento.
A gripe de que fui acometida e me fez ficar de cama durante todo o fim de semana e nos intervalos de almoço durante a semana permitiu-me reler alguns documentos históricos já esquecidos.
Então foi assim: D. Miguel ( Miguel Januário de Bragança), único varão e segundo filho mais velho do rei Miguel I de Portugal e da sua esposa, a duquesa Adelaide de Löwenstein-Wertheim-Rosenberg, casou-se em Regensburg  no Reino da Baviera com Isabel Maria Maximiliana de Thurn e Taxis  no dia 17 de Outubro de 1877.
Juntos, tiveram três filhos:
Miguel Maximiliano de Bragança (22 de Setembro de 1878 – 21 de Fevereiro de 1923), pretendente miguelista ao trono de Portugal até 1920; casado com Anita Stewart; com descendência.
Francisco José de Bragança (7 de Setembro de 1879 – 15 de Junho de 1919), um oficial no exército do Império Austro-Húngaro; sem descendência.
Maria Teresa de Bragança (26 de Janeiro de 1881 - 17 de Janeiro de 1945), casada com o príncipe Carlos Luís de Thurn e Taxis; sem descendência.
 Isabel morreu aos vinte anos de idade, em Ödenburg, pouco depois de dar à luz a sua primeira filha, Maria Teresa.O seu marido Miguel Januário acabou por se casar novamente a 8 de Novembro de 1893, em Kleinheubach, com a princesa Maria Teresa de Löwenstein-Wertheim-Rosenberg.
Coisas e factos que gosto de recordar.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Ingratidão

O outro dia perguntavam-me qual o defeito que eu tenho mais dificuldade em perdoar. Nem foi preciso pensar: ser ingrato!
É daquelas coisas que me repugna, me  irrita e me dói. 
Não interessa a razão, a circunstância ou os exemplos. Ser ingrato é ser mau, mal formado, mal agradecido a tudo o que a vida dá.
Eu lido muito mal com a ingratidão. É das poucas coisas que me faz chorar copiosamente. Das poucas coisas que me tira o sono e das poucas coisas que me tira do sério! A sério!

quinta-feira, 2 de março de 2017

E é isto


Trabalhar a todo o vapor para cumprir prazos. Nada pode ficar esquecido. Muita gente envolvida que é necessário lembrar. 
Perguntas, perguntas, perguntas! Chega a um ponto que as respostas já não saem! Cabeça em turbilhão! Será mesmo assim como estou a dizer? Verificar roteiros, virar páginas, procurar  e concluir que estava certa. 
Gente que vem à hora do almoço e o trabalho prolonga-se. 
De tarde, mais entrevistas, mais problemas para resolver, mais pais para convencer.
Almoço com aipo!!!! DETESTO!! Não digo nada e como! 
Vamos lá então à parte da tarde. 
No bolso, uma bolachinha de chocolate! Eu sei que não devia! À noite há aula de zumba!!


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Há muito tempo atrás

quando eu ainda acreditava que havia pessoas perfeitas e mundos perfeitos, stressava com muita facilidade. Bastava pouco para me dar a a perceber que nada neste mundo é cheio de perfeição e que  apesar do meu esforço para que tudo corresse bem,tinha de viver com a imperfeição, com o desatino, com o desânimo, com a incompreensão. Tudo isso me fazia sofrer por não ter armas para viver assim. Fruto de uma educação demasiadamente imbuída de bons sentimentos, de "tens de fazer sacrifício para bem dos outros", de amor ao próximo e temente a Deus (penso eu actualmente).
Acontece que já acordei para a vida e já descobri, através de mim e dos outros, a imperfeição de tudo isto. A minha imperfeição incluída, naturalmente! Curiosamente esta descoberta trouxe com ela uma grande calma. Já não é necessário grande esforço para estar à altura. Tudo serve e tudo é permitido. Já não são necessários grandes sacrifícios de caráter porque é igual e também ninguém nota.
De modo que viver desta maneira é super relaxante. E esta descoberta, esta incapacidade de me fazer entender a mim e aos meus sentimentos perante a vida, as pessoas e as coisas deixa-me muito mais calma e muito mais feliz. Abre-se também, finalmente, a porta do poder fazer e dizer o que me dá na "real gana" como dizia a minha avó
E como dizia a minha mãe e muito bem: O que interessa na vida é a nossa consciência!