A vida são ciclos que se fecham para que outros se abram mas os que se fecham deixam em nós imensa saudade! O dia em que o primeiro filho saiu para a universidade foi um fim de ciclo que nunca mais teve retorno. Passados três anos saiu o segundo e a vida com filhos em casa morreu para nunca mais ressuscitar. Se os queria cá com a idade que têm? Claro que não! Constroem as suas vidas como é natural. O que ficou foi uma saudade pueril de tempos bons que me assalta muitas vezes em sonhos. Compreendo melhor os meus pais e o que me diziam quando os visitava.
Depois, lá pelas quatra da manhã, começo a pensar nas minhas netas e no tempo que ainda terei para as ver crescer. Até quando? Seguirão também elas as suas vidas, deixarão as suas casas e construirão as suas rotinas com rumo à felicidade. Verei? Penso que não!
Acordei assim. Cheia de dores musculares depois de um treino puxado de retorno e a recuperar de uma insónia triste que se seguiu ao acordar de um sonho de uma vida lá muito atrás com filhos pequenos e eu tão nova e tão jovial!
Coisas!










