Vinha da escola e estacionei o carro. Ao meu lado, num carro com muitos sinais de uso, vi uma senhora no lugar do copiloto chorando copiosamente. Abandonado no tablier, um monte de folhas brancas agrafadas. O resultado que não se queria ter lido? Ao lado dela um senhor sem expressão, olhava em frente como que a querer conter a emoção.
Que dizer nestes momentos? Dizer alguma coisa? A senhora estava acompanhada.
Fechei o carro e rumei a casa com um nó na garganta, lembrando momentos em que também eu estive naquela situação! É tudo tão rápido e tão vão na nossa vida que a única hipótese é aproveitar os dias da melhor forma possível, embora seja difícil!

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