domingo, 5 de dezembro de 2010
Christmas tree

Chegou a altura de montar a árvore de Natal cá por casa.
Acontece que não me apetece nada. Os filhos estão longe e parece-me um pouco estranho montá-la eu no silêncio e sem confusão.
A decoração de Natal merece risos, empurrões, sugestões, mãos pequenas que se atropelam.
Não há, por enquanto, nada disso cá em casa de modo que vou adiar por mais um tempo esta tarefa.
Acontece que não me apetece nada. Os filhos estão longe e parece-me um pouco estranho montá-la eu no silêncio e sem confusão.
A decoração de Natal merece risos, empurrões, sugestões, mãos pequenas que se atropelam.
Não há, por enquanto, nada disso cá em casa de modo que vou adiar por mais um tempo esta tarefa.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Ficam em Colónia
Isto até estava a correr bem!

Até ter chegado o "jornal da uma" com os voos cancelados e o ambiente que se vive nos aeroportos. O André e a tia já perderam a ligação em Colónia e partiram de Lisboa ainda sem saberem como chegar a Viena. Chatices!
E assim começa menos bem um fim de semana prolongado! Boa viagem apesar dos contratempos.
E agora, vou até aos sítios de compras para ver se desce sobre mim o espírito natalício.
Ou, por outras palavras, para ver se consigo adquirir algumas das prendas de Natal.
E assim começa menos bem um fim de semana prolongado! Boa viagem apesar dos contratempos.
E agora, vou até aos sítios de compras para ver se desce sobre mim o espírito natalício.
Ou, por outras palavras, para ver se consigo adquirir algumas das prendas de Natal.
Another perfect morning

Frio lá fora e o calor da casa. Imensos projectos para concretizar. Boa música e boa companhia. Recordações de um bom serão invadem a mente. Ontem, o jantar foi muito bom!
O André "caminha" para Viena. O Miguel visita um antigo campo de concentração. À noite, todos se encontrarão para jantar e contar os pormenores destes últimos três meses separados.
Vidas cheias. Como deve ser!
Thanks GOD!
O André "caminha" para Viena. O Miguel visita um antigo campo de concentração. À noite, todos se encontrarão para jantar e contar os pormenores destes últimos três meses separados.
Vidas cheias. Como deve ser!
Thanks GOD!
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Há dias em que penso...
...que os meus filhos foram trocados no berçário!
"...e fiz um treino lendário! Nós os 3 no meio do mato com os frontais na cabeça a alumiar... sempre com neve pelo joelho (quando acabada de cair fica fofa) sempre a partir no meio do mato, foi lindo...! As melhores partes eram a descer em que acelerávamos e era sempre a andar na neve! Fantástico!"
Temperatura média : -2ºC!!!

"...e fiz um treino lendário! Nós os 3 no meio do mato com os frontais na cabeça a alumiar... sempre com neve pelo joelho (quando acabada de cair fica fofa) sempre a partir no meio do mato, foi lindo...! As melhores partes eram a descer em que acelerávamos e era sempre a andar na neve! Fantástico!"
Miguel, por email.
Temperatura média : -2ºC!!!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Este post está relacionado com o anterior
A auto-estima cresce nestes momentos. No riso da asssitência, na sensação de "fui capaz" no sentimento de dever cumprido, no sentir ser capaz de transmitir as suas ideias.
Educar

Tenho para mim que metade dos problemas do País se resolveriam com uma diferente maneira de educar as nossas crianças.
Enfermamos de "eusebiozinhos", meninos de 10, 11, 12, 13, ..... anos que não sabem fazer nada sozinhos e que nunca têm culpa de nada, protegidos em berços de algodão!
Meninos mimados em demasia por mães que não pensam no futuro, nem na integração destes meninos na sociedade, e os defendem de tudo e de todos fazendo-os pensar que são heróis universais. Meninos que chegam à escola e saem dos carros feitos robots esperando que as mães saiam e lhes peguem na mochila e a transportem até à porta da escola.
Meninos de 12 e 13 anos que não pegam nos livros até que as mães cheguem a casa estafadas de um dia de trabalho para que então estudem com eles e lhes facilitem o trabalho e mastiguem por eles as dificuldades.
Meninos que nunca olham para o lado e que cultivam uma certa crueldade mental para com o outro porque lhes ensinaram que são os reis do universo. Meninos que consideram que tudo lhes é devido e tudo merecem só pelo facto de existirem e que não precisam de se esforçar por nada nem por ninguém.
Estes meninos quando crescem dão lugar a adultos cheios de si mesmos mas com um vazio de competências adquiridas muito grande. Adultos que não toleram ser contrariados, que não sabem trabalhar em equipa, que têm muita dificuldade em aceitar o ponto de vista do outro e em aprender do outro. Adultos egoístas que só olham para o seu próprio umbigo que são incapazes de lutar por algo em que acreditem e que partem a loiça quando não lhes fazem as vontades. Pouco autónomos porque nunca os deixaram experimentar descobrir o mundo sozinhos.Irresponsáveis face às suas acções porque sempre lhes fizeram crer que não tinham culpa de nada.
Adultos encarcerados na sua torre de marfim onde são os maiores porque foi isso que lhes ensinaram ao longo dos anos.
Tenho pena destes meninos! E das suas mães e pais que pensam estar a dar-lhes o sol enquanto lhes retiram a capacidade de serem felizes enquanto vivem.
A auto-estima, fundamental para o ser humano, não se impõe com palavras. É construída por cada um de nós, de cada vez que enfrentamos o mundo e vencemos, nos momentos em que nos apreciam, nas pequenas vitórias e conquistas, nos sonhos que vamos conseguindo concretizar. A auto-estima advém da acção do individuo sobre a sociedade.
Se ao longo dos anos, esta interacção for negada ou viciada por pais protectores em demasia, compromete a integração plena do individuo. E compromete a sua felicidade!
Enfermamos de "eusebiozinhos", meninos de 10, 11, 12, 13, ..... anos que não sabem fazer nada sozinhos e que nunca têm culpa de nada, protegidos em berços de algodão!
Meninos mimados em demasia por mães que não pensam no futuro, nem na integração destes meninos na sociedade, e os defendem de tudo e de todos fazendo-os pensar que são heróis universais. Meninos que chegam à escola e saem dos carros feitos robots esperando que as mães saiam e lhes peguem na mochila e a transportem até à porta da escola.
Meninos de 12 e 13 anos que não pegam nos livros até que as mães cheguem a casa estafadas de um dia de trabalho para que então estudem com eles e lhes facilitem o trabalho e mastiguem por eles as dificuldades.
Meninos que nunca olham para o lado e que cultivam uma certa crueldade mental para com o outro porque lhes ensinaram que são os reis do universo. Meninos que consideram que tudo lhes é devido e tudo merecem só pelo facto de existirem e que não precisam de se esforçar por nada nem por ninguém.
Estes meninos quando crescem dão lugar a adultos cheios de si mesmos mas com um vazio de competências adquiridas muito grande. Adultos que não toleram ser contrariados, que não sabem trabalhar em equipa, que têm muita dificuldade em aceitar o ponto de vista do outro e em aprender do outro. Adultos egoístas que só olham para o seu próprio umbigo que são incapazes de lutar por algo em que acreditem e que partem a loiça quando não lhes fazem as vontades. Pouco autónomos porque nunca os deixaram experimentar descobrir o mundo sozinhos.Irresponsáveis face às suas acções porque sempre lhes fizeram crer que não tinham culpa de nada.
Adultos encarcerados na sua torre de marfim onde são os maiores porque foi isso que lhes ensinaram ao longo dos anos.
Tenho pena destes meninos! E das suas mães e pais que pensam estar a dar-lhes o sol enquanto lhes retiram a capacidade de serem felizes enquanto vivem.
A auto-estima, fundamental para o ser humano, não se impõe com palavras. É construída por cada um de nós, de cada vez que enfrentamos o mundo e vencemos, nos momentos em que nos apreciam, nas pequenas vitórias e conquistas, nos sonhos que vamos conseguindo concretizar. A auto-estima advém da acção do individuo sobre a sociedade.
Se ao longo dos anos, esta interacção for negada ou viciada por pais protectores em demasia, compromete a integração plena do individuo. E compromete a sua felicidade!
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