domingo, 14 de janeiro de 2018

O passar do tempo


Levo-o bem! Fisicamente sinto-me bem mas emocionalmente há grandes perdas que vão fazendo estragos.
Sinto que necessito cada vez mais de tempo de descanso, tempo só para mim para limpar a cabeça e limpar os assuntos que me incomodam.
Antes, era só andar em frente, talvez de uma forma  um pouco inconsciente mas muito mais feliz e alegre.
Hoje em dia penso muito mais os prós e os contras, o que poderá vir pela porta, o que poderá vir a
 ser entrave aos meus dias.
Talvez seja amadurecimento. Talvez seja só velhice. Eu disfarço, mas, por vezes, é difícil ser inconscientemente feliz como era  dantes.

sábado, 13 de janeiro de 2018

Ainda o assunto do post anterior


Depois há outro tipo de resoluções!
Sim engordei! Passei do 38 para o 42. Foi da menopausa que hei-de fazer? 
 Dou toda a roupa que deixou de me servir, compro outra e sigo em frente!
Confesso que fiquei cheia de inveja desta decisão que eu nunca conseguiria tomar. Aceitação! Confiança! Paz de espírito! Fim, ou não início, da luta!
Como esta atitude me faria bem!

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Coisas que eu gostava muito


Mas nunca acontecem na vida real!
São aqueles comentários em certos blogues e afins : Ah e tal eu deixei de comer um quadradinho de chocolate pela noite, continuei  a comer normalmente e ao fim de um ano tinha menos 12 kgs!!
Há sempre uma tendência cega para acreditar nestas ideias peregrinas de que é muito fácil ficar fininha e tonificada sem grande esforço!!
DESENGANEM-SE! Isto é para  vida toda e por mais que vocês queiram emagrecer sem grandes sacrifícios, nunca vão conseguir! Emagrecer é sinónimo de auto controle, renúncia e também alguma exclusão social! 
Não quer um croquete?
Não obrigada! Não gosto muito! O tanas! Adoro!
E que tal ir ali aquele café super tomar um brunch óptimo?
Eu até ia, mas.... croissants? Bolos? É melhor comer em casa.
Vamos até ao novo restaurante experimentar  a nova feijoada?
O quê? Hidratos aos montes? Nem pensar!
Gostava que fosse fácil! Gostava mesmo muito! Mas além de exigir muito estudo, É MESMO MUITO EXIGENTE.
O que resolveria muitos dos meus problemas neste campo? Uma cozinheira cá em casa a tempo inteiro a quem eu pudesse pedir as ementas ideais e estivessem prontas logo que tivesse fome!
 Sendo impossível, continua a LUTA!

Duas mortes num só dia


Dois homens de quem conheço a história apesar de não conviver muito com eles.
O Sr. Amaro é o avô da minha sobrinha e com ele partilhei mesa e companhia em várias ocasiões festivas. Bem disposto, viveu a vida com prazer e trazia com ele sempre uma pachorrice que apoquentava a companheira mais cheia de pressa  e de genica. Eram engraçados de ver. Casamento largo, muitos dias bons, outros nem por isso, dois filhos que se foram adultos, fora do tempo certo, abrindo feridas que nunca saram.
O pai da Gaby é por sí só importante porque é pai de uma amiga minha. Mas era uma alma boa, paciente, calmo e com um amor infinito para com esta filha única que vivia pendente dele. Ontem vi-a na rua e parei o carro para lhe dar um abraço antecipado de parabéns pelo aniversário dela de hoje. Falámos um pouco sobre a preocupação dela com o pai que andava fraquito. Acabámos a conversa com o meu já habitual " um dia de cada vez". 
Hoje partiu! Sem ninguém esperar. Porque tinha chegado o dia dele, logo hoje que a filha  adorada festejava mais um aniversário!
A vida no seu desconcerto!

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

E continua assim!


Apeteceu-me partilhar! Adoro!

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Tem sido uma semana dura


Mas querida irmã tem tido paciência para me ir pondo as ideias nos locais adequados.
Por vezes, não sei o que seria eu sem ela e  sem os seus conselhos!  Descanso, confio. Penso que vai ser tudo assim como ela afiança que vai ser. As análises dela trazem paz ao meu interior por vezes tão inquieto.
Sabe relativizar, acalmar e fazer o meu filme dar uma volta de 180 graus para ficar mais ao meu modo.
E no fim remata sempre: A vida ainda vai dar muita volta. Confia!
E eu confio. Nela principalmente!

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Por vezes gostava de te uma vida perfeita


Sem sobressaltos, sem coisas para resolver na minha mente, sem mágoas, sem arrependimentos, sem angústias existenciais.
Às vezes gostava de ter uma vidinha perfeita onde tudo encaixasse e eu fosse super feliz com todos os acontecimentos que seriam só acontecimentos positivos.
Às vezes tenho destes sonhos!
Depois dou de caras com a vida real.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Coisas mais interessantes que doenças! SALDOS!


Há três razões para saldos: Ou necessito mesmo ou vou para ver se me encanto por alguma peça que ainda não sabia que precisava muito e para comprar presentes.
No domingo, pela manhã, aí fui eu. Gente aos montes o que não é lá muito agradável principalmente quando quero ir aos provadores ou pagar alguma coisa. Penso que não devia haver filas para pagar! Já tenho decidido vir embora só para não esperar e isso não é bom! Digo eu que percebo pouco disso!
Comecei pela Uterque onde encontrei os sapatos que namorei, durante meses, online! O verde não era mesmo aquele e ficavam-me mesmo mal! Ainda bem que não tinha comprado! Na verdade também não necessitava uns sapatos rasos verdes. Necessitava mesmo era de uns pretos meio salto. Não encontrei.  Passei pela casa Batalha onde todos os anos compro mais um acessório. Achei tudo fora de moda! Não comprei nada. Na Bimba e Lola também nada me encantou. Na Zara comprei uns camiseiros brancos lindos e muito baratos. Continuam a ser os meus preferidos e nunca são em demasia.
Na Area  adquiri presentes, coisas lindas que gosto de oferecer e a preços muito mais razoáveis. Passei ainda pela Massimo dutti  para ver os sapatos e os acessórios. Tinham peças giras mas pensando bem não precisava de sapatos rasos nem de mais um lenço  apesar de que aquela cor me ficaria a matar com o meu camiseiro rosa. Resisti! Estamos em tempo de poupança e de contenção. 
Voltei para casa. Hora de fazer almoço! A contenção passa também por tomar a resolução de não usar restaurantes e afins sem ser em dias assinalados.
E é isto! A publicidade governamental de aumentos de ordenado vai traduzir-se em mais poupança e em menos dinheiro. Seria giro se não fosse grave. Mas é!

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Estamos assim!


Com uma sensação de monitorização nada agradável, com apitos e medições da tensão arterial a cada 15 minutos que me fazem interromper conversas e ficar estática, com medo que estes valores sejam altíssimos e eu esteja em perigo, com receio de ralhete de filho mais velho  porque já devia ter feito isto há imenso tempo e com vontade de me meter na cama e ficar lá a hibernar até amanhã  à hora da libertação.
Isto de envelhecer é tramado! Combater e controlar emoções negativas ainda mais!
Aguardemos!

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Embora com atraso... Bom ano novo!


Foram dias muito cheios! Primeiro estar com filhos e neta e sorver todos os gestos e sorrisos desta coisinha linda a crescer, a aprender e a surpreender todos os dias. Passear de mão dada, mão grande agarrada àquela mão pequenina, passinhos pequenos intervalados por paragens, sorrisos e pedido de colo. Já me tinha esquecido de quanto tudo isto é tão bom e tão necessário guardar como memórias.
Levar ao aeroporto filho mais novo para uma viagem grande e deixá-lo sabendo que vai ao encontro dos seus momentos felizes.  Assim, não custa nada deixá-lo.
Partir mais cedo, a caminho do frio da serra porque a mãe precisa de atenção. Medo. Aflição. Pensamentos que não queremos ter. Urgências do Hospital da Guarda. Não criticando o trabalho dos profissionais de saúde (penso que eu não conseguiria entender-me naquele caos) parecia a antecâmara do inferno. A velhice exposta desumanamente. Corpos mirrados e semi nus numa sala grande que se estende por corredores apinhados de corpos que já não reagem, só esperam. Gritos, ais, gente que corre a acudir, médicos que gritam ordens. Máquinas que se empurram corredores adiante para medir, avaliar tentar remediar o que se calhar já não tem remédio.
Sair de lá com a mãe para um frio gelado mas revigorante. 
Voltar a casa no meio do pior nevoeiro dos últimos 20 anos. Chegar cansada, abatida  esgotada.
Hoje, o trabalho tudo faz esquecer. Acompanhar por telefone a saúde da mãe. 
Dias cheios do bom e do mau. Como a vida!
Boa saúde em 2018. Tudo o resto não é assim tão importante.