Em véspera de Feriado (eu sei que o tempo não está a ajudar,mas...) e seguindo as sugestões do "nosso Presidente" do "vá para fora cá dentro", partam à aventura, mais que não seja interior num sítio requintado! Mar de Ar Aqueduto -Évora. A "provar"! Para aprovar!
Por que adoro os teus defeitos? Por que me fazes tanta falta nos meus dias cheios de afazeres? Por que sinto tanto a ausência das tuas mãos e dos teus abraços? Por que sonho com o teu sorriso? Por que me enternecem e assustam as tuas falhas de memória e os teus enganos? Que cordão umbilical é este que carrega com ele tanto de nós, tantos lugares e tantas vivências? Que cheiros me recordas? Quantos ramos de violetas ficaram entre as minhas mãos vindos de ti quando partia para longe? De que rimos nós quando estamos juntas? Porque são os nossos silêncios tão cheios e completos? Que emoção é esta mãe? Tu que me ensinas responde: Que emoção é esta?
Eu sei, eu sei, o quanto fascinado por coisas giras tu és! Diz lá que não adoravas ter este gorro? O teu próximo presente de Natal! Vais ser o centro das atenções! Sim Miguel! Estou a falar contigo!
Eu sei que é difícil imaginar que já me transportaste ao colo por longos caminhos, mandaste em mim como se não houvesse amanhã e te zangaste comigo quando não te obedecia fazendo valer a força de uma irmã mais velha! Muito mais tarde, quando o caminho se tornou incerto, embora sem me poder levar ao colo, alumiaste-o e retiraste algumas pedras para que a caminhada fosse mais suave. As diferenças de idade esbateram-se com o tempo! Que importam 7 anos na década dos 50? Ficou só esta relação profunda e duradoura cimentada em todos os minutos, bons e maus, que vivemos juntas! Feliz aniversário!
I'll Be Your Mirror I'll be your mirror Reflect what you are in case you don't know I'll be the wind, the rain and the sunset The light on your door to show that you are home
When you think the night has seen your mind That inside you're twisted and unkind Let me stand to show that you are blind Please put down your hands 'Cause I see you
I find it hard to believe you don't know The beauty you are But if you don't, let me be your eyes A hand in the darkness, so you wont be afraid
When you think the night has seen your mind That inside you're twisted and unkind Let me stand to show that you are blind Please put down your hands 'Cause I see you
Bem que me apetecia sair até à praia! Estender a toalha e sentir o mar. Mas não pode ser! O dever chama-me! Uns quantos testes de Matemática esperam por mim.
Uns foram à procura da sua própria vida cavalgando os sonhos que os perseguem. Vivem os dias num turbilhão de ideias e de acções pensando que ainda é o tempo de sonhar muito alto e concretizar aquilo com que se sonhou. Outros pararam a caminhada, deixaram de sonhar e procuram a força e a coragem necessárias para chegar ao fim de cada dia. Cada noite é um medir de forças entre o sono que não vem e a luz da madrugada que se quer clara e luminosa. Ficámos nós!! Sem sonhos megalómanos, mas ainda com a certeza de que vale a pena sonhar e o mais importante é o exercício de ser feliz em cada dia. Porque já passaram muitos dias e queremos os outros, os que ainda hão-de vir, cheios e plenos. Sabemos que somos importantes à ré e à proa da família mas temos consciência que o espaço que queremos só nosso é que nos dá a energia, a força e a felicidade para sermos com os outros!
Acho que consigo fazer o paralelismo com o que senti hoje. Quando o doente que o médico trata com todo o empenho morre, o médico sente que falhou. Afinal o fim último é a saúde. Quando, como hoje, se chega à conclusão que a recuperação mental e social de um aluno é uma miragem que um grupo de profissionais perseguiu durante todo um ano lectivo, algo dói cá dentro! Afinal o fim último é educar, moldar e integrar!
Tenho para mim que as viagens, (quanto mais "desconfortáveis" melhor), têm com principal objectivo aferir a nossa felicidade face às coisas simples. NY é a cidade dos meus sonhos e tenho de lá voltar num futuro próximo mas, no meio do luxo da 5ª avenida, não se aprende quase nada! Quando se caminha por outras realidades mais drásticas e mais cruas, damos conta do que temos e nem apreciamos. Quando voltamos, olhamos com outros olhos para as nossas torneiras a deitar água, para a nossa água quente e máquinas para tudo. Apreciamos um simples café numa esplanada, um simples sorriso do outro, uma conversa porque se tem tempo. É pena é que estes sentimentos não durem para sempre e a gratidão pela vida que temos se vá esfumando até nova viagem!