sexta-feira, 22 de julho de 2011

Era tudo tão fácil!


Eles sempre ali, sempre connosco, acordando nas suas camas, tomando o pequeno almoço todos juntos, fazendo planos para dias intermináveis!
Os projectos eram sempre a quatro e o banco de trás do carro ia sempre ocupado e cheio de vida. (quantas terras faltam para chegarmos?)
Agora, quando estão, correm para o carro para ver quem ganha o lugar de condutor e eu prefiro ocupar o banco de trás presa nos pensamentos sobre a passagem do tempo.
Um vai para Lisboa, outro para o norte. Sempre em movimento, sempre em viagem.
O meu dia a dia tem de se adaptar ao deles, quando é possível. E quando não é, sinto a falta das suas vidas dentro de casa e dentro de mim.

Vou ou não vou?


Há dias assim. Não sei se me apetece ir, desfrutar, viver, conhecer novas coisas, lutar contra o cansaço, ou ficar quietinha, dentro de casa, a limpar, a arrumar, sem me cansar ainda mais.
Há dias em que se perde o rumo das coisas e nos interrogamos sobre o que andamos a fazer dos nossos dias e dos nossos momentos.
Há dias em que se pensa que poucas coisas já valem o esforço da conquista.
E depois deste desabafo, continuar a organizar os mil e um objectos que tenho de levar comigo!
Não, não vou de férias. Vou ali a Lisboa cumprir com umas obrigações e já volto.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Mais uma falha do sistema educativo!

Quantos anos terá o jovem? 25? 30? Idade para ter juízo?

terça-feira, 19 de julho de 2011

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Outros mundos, outras paisagens


Pausas nas rotinas, no fazer quase sempre igual, nas paisagens familiares, nos sons que identifico, no meu sentir rotineiro tendo por premissas tudo o que aprendi.
Mergulhar num mundo diferente. Assimilar novos cheiros, novas cores, novos modos de estar. Olhar com olhos de criança. Aprender. Inferir. Tirar conclusões. Relativizar o meu mundo. Olhá-lo de um modo mais benevolente. Dar valor a coisas que penso serem gratuitas na minha vida.
Estar lá e ser feliz. Voltar mas deixar lá um pouco de mim.
Regressar ao trabalho. Às rotinas costumeiras, ao convívio com os que conheço quase de sempre.
Igual? Um pouco diferente. Menos intransigente, mais adaptável e flexível em relação a tudo.

Espaços com tempo dentro




Adorei o riad. A atmosfera, os cheiros, a simpatia tímida dos funcionários, a lua, o nascer do sol, a leveza e beleza dos pequenos almoços, o silêncio, o canto dos pássaros na madrugada, o tec tec das cegonhas, a cor, a luz e a possibilidade de poder viver tudo isto.

Amanhã será um dia...


Como direi...Tramado!!
vale-me alguma distância psicológica que ainda conservo para que possa "mergulhar" nas matérias que me esperam.
Marrocos ficou para trás. Foi bom! Muito bom!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Gosto do ir


De preparar, de imaginar, de antever, de buscar mapas e traçar planos, de investigar até à exaustão. Fica tudo sabido? Nada! Porque a realidade é sempre diferente do que imaginei. São assim dois mundos que me fazem feliz: o sonhado que me preenche os dias antes e o real para aproveitar ao máximo com todos os sentidos.
O que fica por referir? O menos bom! Voltar para casa e recomeçar o trabalho!

Quase



...Mas quem sabe em Marrakesh
A vida nos esquece, pra eu te contemplar...