terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Deu-me para isto!



O espaço é o mesmo. Provavelmente o mês também! Mas o ano é diferente!
Momentos, muitos momentos que passámos por aqui. Uma resolução para este ano? Passar mais tempo aqui. Partir à sexta e regressar ao domingo com a alma lavada do muito sol e muito mar mesmo ali ao lado.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Para bem começar a semana


Pensamentos positivos. Não deixem para amanhã o que podem fazer hoje! Como em tudo na vida! Adiar cria a hipótese de não realização.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

E ainda houve tempo para...


Muffins de muesli. Óptimos para um pequeno almoço que se quer saudável. Muita fibra, zero açúcar e frutos secos. A repetir.

Caminhadas em boa companhia.




Aproveitar os dias em que ainda está cá por casa. Conversar,conversar, conversar. Voltar para casa com a alma cheia.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Momentos que enchem os dias







Primeiro almoço pago pelo meu filho. E como tal, tinha que ser 5 estrelas!

E enquanto vou ali almoçar...

Fiquem-se com o texto tirada daqui. Para pensar. E muito!


Bronnie Ware é uma enfermeira australiana que durante vários anos trabalhou numa unidade de cuidados paliativos para doentes terminais. No seu blog – Inspiration and Chai – compilou as cinco coisas que as pessoas à beira do fim mais se arrependem de não ter feito.
Ware afirma que as pessoas «crescem imenso quando confrontadas com a sua mortalidade» e que cada indivíduo passa por uma «grande variedade de emoções», «negação, medo, raiva, remorso, mais negação e, eventualmente, aceitação».
Quando questionados sobre o que gostariam de ter feito de forma diferente em vida, os pacientes repetiam frequentemente os temas. Essas respostas foram compiladas e deram origem ao livro 'The Top Five Regrets of The Dying'.

Aqui fica um resumo dos principais arrependimentos das pessoas no leito de morte, tais como foram testemunhados por Bronnie Ware.
Quem me dera ter tido a coragem de viver de acordo com as minhas convicções e não de acordo com as expectativas dos outros. «Este é o arrependimento mais comum. Quando as pessoas se apercebem de que a sua vida esta a chegar ao fim e olham para trás, percebem quantos sonhos ficaram por realizar. (…) A saúde traz consigo uma liberdade de que poucos se apercebem que têm, até a perderem».
Quem me dera não ter trabalhado tanto. «Este era um arrependimento comum em todos meus pacientes masculinos. Arrependiam-se de terem perdido a infância dos filhos e de não terem desfrutado da companhia das pessoas queridas. (…) Todas as pessoas que tratei se arrependiam de terem passado muita da sua existência nos ‘meandros’ do trabalho».
Quem me dera ter tido coragem de expressar os meus sentimentos. «Muitas pessoas suprimiram os seus sentimentos, para se manterem em paz com as outras pessoas. Como resultado disso, acostumaram-se a uma existência medíocre e nunca se transformaram nas pessoas que podiam ter sido. Muitos desenvolveram doenças cujas causas foram a amargura e ressentimento que carregavam como resultado dessa forma de viver».
Quem me dera ter mantido contacto com os meus amigos. «Muitas vezes as pessoas só se apercebem dos benefícios de ter velhos amigos quando estão perto da morte e já é impossível voltar a encontrá-los. (…) Muitos ficam profundamente amargurados por não terem dedicado às amizades o tempo e esforço que mereciam. Todos sentiam a falta dos amigos quando estavam às portas da morte».
Quem me dera ter-me permitido ser feliz. «Muitos só perceberam no fim que a felicidade era uma escolha. Mantiveram-se presos a velhos padrões e hábitos antigos. (…) O medo da mudança fê-los passarem a vida a fingirem aos outros e a si mesmos serem felizes, quando, bem lá no fundo, tinham dificuldade em rir como deve ser».

Coisas em que acredito


Falar bem em público é uma das competências mais importantes actualmente. Todos nós já nos confrontámos com pessoas que inconscientemente nos são simpáticas e nos prendem logo que começam a falar, fazendo com que prestemos maior atenção, e pouco a pouco, comecemos a acreditar nas suas ideias e nos seus argumentos. O contrário também é verdadeiro. Quantas e quantas vezes temos de fazer esforço para continuar a ouvir alguém a quem só apetece gritar "cala-te" ou, "vai ao essencial" ou, "resumindo...".
Acredito, por convicção e por estudos realizados, que esta capacidade se treina e se interioriza.
Então, se é importante no futuro de cada um de nós e se se treina, porque não fazê-lo nos bancos da escola que se quer integrada na vida e para a vida?
Ontem, realizaram-se, no auditório da Biblioteca Municipal as Olimpíadas de Oratória 2012 envolvendo cinco escolas do concelho. Uma plateia ouvinte e disciplinada. Uns campeões de turma corajosos que, depois de um treino intenso, subiram ao palco e transmitiram ideias, contaram histórias e reflectiram sobre o mundo e sobre as coisas. Alguns podiam ter aprimorado o discurso, outros podiam ter melhorado a postura corporal em palco e outros ainda estiveram perfeitos.
Como em todas as organizações de eventos há coisas que correm menos bem e outras muito bem. Alguns ficam zangados, frustados com resultados, as expectativas ficam aquém, há alunos que ficam contentes, outros que no meio da felicidade de serem reconhecidos prometem a si mesmos continuar a melhorar.
Como na vida, deixemos desvanecer o nevoeiro dos dias. Centremo-nos no que ficou e no caminho a percorrer que acreditamos ser o certo.
Se alguns destes alunos seguirem em frente, treinarem as suas competências, acreditarem na magia de uma boa comunicação com o outro e colocarem tudo isto ao serviço do mundo... Missão cumprida!
Algumas ideias soltas sobre a importância da oratória aqui, aqui e aqui.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

6ª feira à noite !Yeah!


Depois de um dia um pouco stressante, chega a noite com tudo o que tem de bom. Um jantar de amigas e o melhor bolo do mundo feito pelo André.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

As grandes decisões precisam de tempo


E hoje, depois de muito pensar sobre o assunto, abandonei o meu ginásio de eleição. Eu gostava muito dele. A sério! Gostava da simpatia das gentes, do ar clean e do sossego que por lá se vivia. Só que eu via aquele espaço muito poucas vezes ao longo do mês. Em tempo de crise sentia-me muito mal ao desperdiçar aquela mensalidade. E pronto. Já está!
Fevereiro é definitivamente o mês das grandes decisões!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Coisa que me ocupam o espírito

Para ver se não dou em doida.
Como falta pouco tempo para as férias de verão (!!!!) vou imaginando o lugar ideal para desfrutar da família durante uma semaninha que se quer perfeita. Grandes caminhadas, algum exercício físico (lá terá que ser!) muita mas mesmo muita conversa da boa e que nos enche a alma, bom tempo, alguma aventura e a sensação de estarmos juntos num local estranho onde ninguém nos conhece.
Para aqui?


Ou para aqui?