quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Não gosto do halloween


Conceitos importados que tiram toda a importância às nossas tradições tão bonitas e tão antigas. Para mim é o dia dos fieis defuntos ou o dia de todos os santos. É dia de recolhimento, de pensar nos nossos que já não estão e no que deixaram em nós. 
Não gosto de abóboras, de bruxas, de símbolos que não me dizem nada.
Deixar cair as nossas tradições e importar as dos outros não me parece grande ideia. 

terça-feira, 29 de outubro de 2019

What Is Home? ·


Campanha da Cáritas que aborda o tema das migrações e dos refugiados. 
Hoje foi dia de motivação para que os meus alunos participem e façam um filme em que, depois de pensarem, digam o que é para eles a casa.
A conversa permitiu que também eu desse o meu contributo e fui desafiada a dizer o que é para mim a casa. Não tive tempo para responder.
Aqui fica a resposta:
Casa para mim, é começar a subir o monte e chegar a um sítio em que me conhecem pelo meu nome de menina pequena que mais ninguém conhece. É o cheiro a lareira. É o silêncio dos grandes espaços. É o frio gélido que vem da montanha e lambe as ruas e as esquinas. É  segurança que a família nos traz. É sentir que tudo está certo mesmo que não esteja. São as recordações. É o aconchego. É conhecer tudo e todos como se sempre tivessem estado ali. É ninho fofo e quente onde as noites me abraçam e protegem.

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Estes serões sem fim


Em que já se está farta da noite e ainda são só 20 horas! Já jantei, e continuo a trabalhar porque tem de ser feito e já agora adianta-se o trabalho. 
Muito contente com as minhas novas pestanas: grandes e  bonitas como eu gosto!
Nestes dias cinzentos temos de arranjar algo que nos não deixe levar na corrente do descontentamento. É tão fácil! 
Amanhã tenho consulta médica pela noite dentro. Espero não me esquecer!!
Tenho de arranjar tempo para comprar todas as flores para os fieis defuntos e ainda mandar fazer o arranjo floral para a campa do pai. Um coração branco que me lembra melhor o amor que lhe tenho.
Temos um carro emprestado porque o nosso foi para a garagem. Um camião bateu na traseira e tem de ser arranjado. O cómico da situação é que nunca sei qual é o carro nem sequer a marca. Guio-me pela cor, aciono o comando e entro naquele que abre as portas. Espero que a situação não se arraste!
E é isto!

domingo, 27 de outubro de 2019

Coisas que não se falam


A roupa interior! Sou fã de roupa interior de grande qualidade e muito  bonita. Adoro pijamas diferentes de tecidos leves e confortáveis. Não é por envelhecer que deixo de fazer as minhas encomendas online e ter o que gosto à distância de um click. 
Compro normalmente nos mesmos sites porque já sei os tamanhos e não há surpresas. 
Se a roupa interior for de qualidade e bonita sentimo-nos mais felizes e auto-confiantes.
Manias? Talvez!

Envelhecer bem


A cada mês que passa mais sinto que o tempo que tenho de dedicar à minha pessoa se torna mais extenso! Há o ginásio, as caminhadas, o dormir o suficiente, as consultas médicas que não podem esquecer, os exames a realizar e por aí fora.
Paralelamente, para se ter um aspecto cuidado, já nada é gratuito e simples. Cada vez mais, há que recorrer a quem sabe, para unhas, hidratações, máscaras, cabelos,  etc,etc. Um nunca acabar de idas e vindas. 
Penso que fazem a diferença e por isso gasto tempo a cuidar de mim embora cada vez seja necessário mais tempo! Compreendo muito bem quem desiste a meio e se deixa ir, logo se vê no que isso dá! Eu ainda vou tendo paciência e alguma curiosidade em ver como faz a diferença! Mantém a vaidade e o bem estar femininos que considero importantes para quem trabalha sempre com pessoas e para pessoas. Ninguém gosta de ter um ser abandalhado pela frente todos os dias da semana.
Gosto desta motivação. Amanhã conto novidades do novo tratamento!

Fim de semana


Dias para fazer coisas diferentes e para relaxar o espírito. Fazer coisas de que gostamos muito. Acordar tarde e devagar. Ter tempo para almoços mais elaborados e para enfeitar a mesa como eu gosto. Quando tenho visitas, normalmente inicio este processo de véspera. Seleciono os pratos, os adereços, a toalha que melhor combina, os copos que vão dar cor e os arranjos e velas que nunca faltam. Gosto de criar cenários e ultimamente ando com ideias muito interessantes e megalómanas  a concretizar brevemente.
No entanto, um almoço a dois também pode ser temático. 
Gosto de mesas. Gosto de imaginar. Gosto de concretizar. Faltam-me ainda muitos adereços mas os saldos são óptimas alturas para  comprar a melhor preço, os pratos diferentes, os talheres com design ou simplesmente uns copos exóticos. Não é necessariamente caro montar mesas bonitas. A cor é fundamental, uma certa opulência também mas podem ser apenas ramos de oliveira cortados de determinado modo e colocados estrategicamente à mistura com velas de diferentes tamanhos e alturas. Tudo é possível. 
Boa segunda feira!

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Pormenores


Sei quando estou em baixo quando visto a primeira peça que me aparece e depois vou adicionando outras que combinam, assim assim e lá vou eu sem grandes preocupações estéticas.
Quando animo, gosto de me produzir, do pormenor que faz a diferença  e que nem sequer necessita de ser caro. Hoje em dia, temos à nossa disposição peças bonitas e actuais  em lojas baratas que bem combinadas fazem a diferença. Uns brincos, uma bandolete, uma echarpe com a tal cor que faltava, um colar bonito que combina com as cores do camiseiro que já está há muito no roupeiro, umas meias diferentes que espreitam por baixo de umas calças antigas. Tudo isto é possível com pouco dinheiro o que democratiza a moda e o bem estar de cada um. 
Não fujo é aos básicos de qualidade mas é  para isso que servem os saldos: uns bons sapatos ou botas e uma boa carteira. 
Uma grande dose de imaginação, alguma prática, muita experiência aliada a muitos anos disto, algum bom gosto e  estamos prontas a enfrentar a nova estação.

domingo, 20 de outubro de 2019

Só para recordar o passar do tempo!


Desfocada mas estão, ainda assim, presentes a alegria e a juventude! Belos tempos!

Os Domingos também servem para aprofundar temas que me interessam.


Una condición esencial para implementar la Co enseñanza es que los docentes implicados comprendan su significado, estén convencidos de sus beneficios, desarrollen relaciones de confianza y una comunicación efectiva que les permita llevar este enfoque a la práctica. Para alcanzar este propósito es necesario a la vez, que los centros educativos generen las condiciones que posibiliten una gestión centrada en la colaboración durante las distintas fases del proceso educativo: planificación curricular, implementación del proceso de enseñanza, monitoreo y evaluación de los aprendizajes.
L. Cook (2004) distingue seis modalidades de Co enseñanza. La opción más pertinente dependerá de la naturaleza de la clase planificada y los objetivos que se persigan para facilitar el aprendizaje de la totalidad del grupo, estas son:
1. Uno enseña y el otro observa: Los docentes acuerdan previamente lo que desean observar y a través de qué método lo llevaran a cabo. Mientras uno imparte la clase el otro observa, posteriormente analizan y utilizan la información registrada para optimizar sus prácticas.
2. Uno enseña el otro ofrece apoyo: Uno de los docentes desarrolla el contenido principal de la clase y el otro circula monitoreando el aprendizaje y proporcionado apoyo a los estudiantes que lo requieren. Luego cambian de roles.
3. Enseñanza paralela: Se divide la clase en dos grupos heterogéneos y cada docente se encarga de la enseñanza de un grupo en forma simultánea. Se facilita el aprendizaje al ampliar las oportunidades de participación de los estudiantes y tener mayor control del progreso.
4. Enseñanza por estaciones: Se asignan contenidos y actividades por áreas entre los docentes y se organiza el aula en dos o tres estaciones. Los estudiantes se distribuyen en cada estación a cargo de un docente y luego rotan a la segunda estación siendo atendidos por ambos docentes. Puede organizarse una tercera estación destinada a que los estudiantes realicenun trabajo en forma independiente.
5. Enseñanza alternativa: Uno de los docentes se encarga de la enseñanza del gran grupo, mientras que el otro trabaja en forma simultánea con un grupo pequeño reforzando o profundizando determinados contenidos y destrezas en función de las particulares necesidades de aprendizaje del subgrupo. Se pueden reagrupar los estudiantes e intercambiar roles.
6. Enseñanza en equipo: Ambos docentes imparten el contenido de manera colaborativa a la clase entera. Se intercambian para manejar al grupo en las distintas actividades e intervienen durante su desarrollo según hayan planificado previamente.
Un aspecto clave para el éxito es que las instituciones educativas hagan de la planificación colaborativa una prioridad, generando los espacios y tiempos para que el trabajo conjunto se lleve a cabo de manera sistemática. Asimismo, es deseable que se realice un seguimiento de las experiencias derillo Co enseñanza, de manera de valorar su impacto tanto en el aprendizaje de los estudiantes como en el desempeño de los co-docentes.

in La Co enseñanza como estrategia de respuesta a la diversidad en el aula de Cynthia Duk y F. Javier Murillo

sábado, 19 de outubro de 2019

Mudanças lentas mas eficazes


Para trás vão ficando as longas tardes de compras que deixaram de me interessar, os passeios no meio de multidões, os jantares em restaurantes em voga, a correria dos dias de fim de semana  que tanto gostava de preparar e inventariar durante toda  semana, as pesquisas e algumas concretizações em sítios 5 estrelas em que era tratada  muito bem, as viagens com tudo o que representavam de arrumações, fazer malas à pressa porque era pouco tempo e não podia faltar nada. Houve um tempo em que tudo isto fazia sentido e me fazia feliz!
Daqui para a frente necessito apenas de  cabanas de madeira no meio de montanhas, muitos trilhos entre árvores, poucas pessoas pelo meio, roupas super confortáveis, comida do mais simples que existir, pouca conversa, espaço para as minhas meditações e conclusões, vontade de sentir os elementos, seja chuva, vento ou tempestades. Viver os ciclos das estações com o mínimo possível.
A grande cidade começou a deixar de fazer sentido.
Sinto como um retorno ao ninho, um retorno ao mundo que me viu nascer.